Solidão | A Nossa Vida

Solidão

Retrato de FC101
13.05.2019 | 22:36
FC101:
Membro desde: 13.05.2019

Boa noite.

Antes de mais, encontrei este fórum por acidente, quando procura pelo tópico mencionado e decidi contar a minha história. Talvez isto seja uma ajuda para mim e uma ajuda para outros que estejam na mesma situação.

Eu tenho 26 anos e sofro com a solidão. A solidão que tomou conta da minha vida à praticamente 8 anos.
Quando falo em solidão, não estou relativizar o termo. Não me sinto sozinho estando rodeado de pessoas, de amigos, tendo uma vida considerada normal.
Sinto me sozinho, porque estou sozinho. Sem amigos, sem ninguém com quem conversar, com quem desabafar, com quem sair, com quem viver.
Ainda vivo com os meus pais mas mesmo em casa a relação é o mais fria que possam imaginar. Na minha familia nunca foi hábito a demonstração de sentimentos, afectos ou carinhos.. Tenho uma irmã mais nova que praticamente não conheço, apesar de viver no quarto ao lado. Como é que se explica isto?
Como é que eu sou tão fechado, tão incapaz de ter uma relação normal com aqueles que me rodeiam? Porquê que a educação que recebi, aparentemente teve tanta influencia em mim e tão pouca na minha irmã que é muito mais extrovertida (apesar de não o ser comigo)?
Eu até aos 18 anos, apesar de tudo, era relativamente normal. Tinha um grupo de pessoas com quem tinha alguma proximidade e estes relacionamentos ocasionalmente até extrapolavam para fora da escola. O problema que me afecta hoje, não existia, nem me passava pela cabeça sequer.
Foi a partir do momento que entrei para a faculdade que tudo começou a ruir. Pela primeira vez estava realmente sozinho, entregue a mim mesmo. Até aqui tinha sempre tido uma muleta. Alguém que me acompanhava nas transições normais que acontecem na vida escolar, um colega vem connosco de escola em escola e vai ajudando a introduzir novas pessoas na nossa vida.
Na faculdade, tendo que criar novos laços, iniciar uma nova vida percebi que realmente era incapaz de o fazer. Mas não liguei. Tinha os meus amigos da escola com quem continuava a conviver, para quê que precisava de gente que não conhecia de lado nenhum. Para quê sair da minha zona de conforto, tentar algo difícil para mim quando não é necessário.
Andei um ano nisto e apesar do total isolamento na minha vida académica, as notas eram boas, os fim de semanas eram tempo de encontrar os amigos e conversar,conviver. Estava tudo ótimo. E um dia deixou de estar.
Um dia aqueles que eram meus amigos, deixaram de ligar, deixaram de procurar me. Provavelmente por a minha personalidade não ser interessante o suficiente. Eu não tinha grandes aventuras para partilhar e também não queria tinha em interesse em participar nas deles. Nunca gostei de ir para discotecas, apanhar de bebedeiras ou coisas do género e essas eram as loucuras a que eles e provavelmente a maioria dos jovens almejavam na altura.
Eu gostava (e gosto) do entretenimento audiovisual. Ver futebol, ser séries, ver filmes, e falar acerca disso, provavelmente demais. Enfim, seguramente foi isso que os afastou.
A realidade é que eu nunca os procurei. Tinha e ainda hoje tenho medo de demonstrar debilidade, carências.
O tempo foi passando e eu fui esperando o contacto e ele não apareceu e eu não o promovi. Aceitei a nova realidade.
No âmbito acadêmico, rapidamente o meu rendimento caiu a pique. A solidão até aqui não era um problema na faculdade, passou a sê-lo era agora algo intrínseco ao meu ser.
Mas já não havia nada a fazer, mais de um ano havia passado sem que eu tivesse tentado fazer o mínimo esforço para conectar me com estas pessoas, porque raio é que elas haveriam de ter a abertura, agora, do nada, para me aceitar?
Este pensamento levou a que, mais uma vez nem tivesse tentado. Talvez estivesse certe, ou talvez não e hoje não estaria a escrever isto.
Os anos foram passando, eu comecei a faltar às aulas, as notas eram cada vez piores, o estado, suponho eu que depressivo, foi se agravando até que decidi abandonar de vez a vida escolar e começar a trabalhar a tempo inteiro.
Por um lado tinha a expectativa de ter mais dinheiro no bolso, poder fazer outro tipo de programas e quem sabe conhecer pessoas novas; por outro achava que podia cortar cominho e quem sabe fazer já amigos no âmbito do trabalho.
Esta última opção rapidamente perdeu força. O grupo de pessoas que compartem espaço comigo todos os dias, estão noutro estágio das suas vidas. São mais velhos, têm já familias formadas, não têm disponibilidade para amizades mais profundas com um jovem sedente de companhia para explorar a vida.
E o dinheiro que me cai no bolso, não é usado para propiciar novas experiências e novas relações.
Percebi que o problema não é a falta de dinheiro, não é o contexto em que estou inserido. Sou eu. Estou preso. Estou num buraco a não consigo sair e não tenho a quem pedir ajudar. Simplesmente não consigo mudar a minha situação.
Quantas e quantas vezes já saí de casa com a intenção de interagir com algum, num bar, na praia, num estádio... na rua, onde quer que seja e simplesmente não consigo.
Algo que para toda a gente é tão fácil para mim é tão difícil e eu não era assim.
Acabo por sair motivado para começar a mudar algo e volto para casa frustrado pela minha incapacidade e chateado com a felicidade dos outros.
Tenho vergonha de admitir, mas quando vejo um casal de namorados, feliz a viver algo que desconheço mas que suponho será extraordinário, dói me a alma. Quando vejo um grupo de amigos a falar das coisas mais triviais e a rir se à gargalhada, sinto me mal e penso nas coisas que podia ter feito de forma diferente e nas decisões erradas que tomei.
Não tenho vida, simplesmente existo. O meu trabalho é muito stressante exige me muitas horas. Ganho relativamente bem, mas para quê? Dou uma parte aos meus pais para cobrir os meus gastos em casa e o resto gasto no meu entretenimento em casa (séries, futebol, videojogos), nas minhas tentativas de socialização e pouco mais.
Para quê trabalhar tanto? Para quê dar me ao trabalho de sair da cama? Para isto? E infelizmente penso cada vez mais vezes nisto: para quê continuar a TENTAR viver? Cada vez vale menos a pena.
Peço desculpa pelo texto enorme. Peço desculpa se não estiver no local certo. Peço desculpa se tiver um outro erro. Peço desculpa se nem sequer fizer grande sentido.

Obrigado.


Retrato de Tony Chopper
Ter, 14/05/2019 - 08:48
Tony Chopper:
Membro desde: 28.08.2017

Já ponderaste mandar tudo com o c^ralho e começares uma nova vida, por exemplo, noutro país?

Não sei qual a tua área, mas não tenhas medo de arriscar. Procuras emprego num sítio maluco, longe desse país subdesenvolvido com salários ao nível do Bangladesh e atiras-te para Oeste ou para Este! Fica o conselho!

Retrato de rdacosta1992@gmail.com
Qua, 15/05/2019 - 16:05
[email protected]:
Membro desde: 15.05.2019

Olá Antes de mais.
Ja senti o que sentes , e sei como é por aí passar . No meu caso era super social até ser obrigada a mudar de país com os meus pais. Apartir daí toda eu mudei completamente de uma Pessoa super social cheia de amigos e Amigas que conhecia toda a gente . Ao completamente ao oposto ! E muito tempo me perguntei porquê. Agora com 26 anos e com muito mas muito poucas amizades ... Sei que era e sou eu . Tornei-me uma Pessoa fria , e que não se consegue abrir nem dar fácilmente .as pessoas quando não me identifico .
Pois é , tambem sou uma Pessoa "pacata" que nunca gostei de fazer o que normal da Juventade gosta de fazer , e também nunca fiz nada pra ser "fixe/cool" e tudo que considerava e considero que são más companhias descarto . O que acontece é que em Portugal tinha amigos desde a primária que conhecia e confiava e eramos todos muito certinhos. E quando mudei de país para uma grande cidade as coisas mudaram completamente e eu não me senti bem e isolei-me um pouco . E então a solidão também esteve presente .
o que eu te posso dizer é , procura núcleos que saibas que estaram pessoas com Interesses parecidos aos teus e logo irás conseguir mais fácilmente te abrir e espontaneamente conhecer novas pessoas. Tenta não viver no passado . e secalhar actividade física ( que não sei se já praticas ) não seria má ideia para aumentar esse EGO e confiança .
E já agora aproxima-te da tua irmã , começa por ela !

Força e tudo de bom !

R&R

Retrato de Tony Chopper
Qui, 16/05/2019 - 00:08
Tony Chopper:
Membro desde: 28.08.2017

Mudar de país não significa necessariamente desaprender a escrever português...

Retrato de Grim Reaper
Qui, 16/05/2019 - 19:42
Grim Reaper:
Membro desde: 29.04.2017

Quando leio gajas que escrevem assim, imagino-as logo cheias de cáries nos dentes da frente.

Ao autor do tópico:

Pensas demais. Isto requer acção.

Convém dizeres o teu peso, se te vestes bem, se és feio ou não, pois esses factores podem não abonar a teu favor...

"Boa noite.

Antes de mais, encontrei este fórum por acidente, quando procura pelo tópico mencionado e decidi contar a minha história. Talvez isto seja uma ajuda para mim e uma ajuda para outros que estejam na mesma situação.

Eu tenho 26 anos e sofro com a solidão. A solidão que tomou conta da minha vida à praticamente 8 anos.
Quando falo em solidão, não estou relativizar o termo. Não me sinto sozinho estando rodeado de pessoas, de amigos, tendo uma vida considerada normal.
Sinto me sozinho, porque estou sozinho. Sem amigos, sem ninguém com quem conversar, com quem desabafar, com quem sair, com quem viver.
Ainda vivo com os meus pais mas mesmo em casa a relação é o mais fria que possam imaginar. Na minha familia nunca foi hábito a demonstração de sentimentos, afectos ou carinhos.. Tenho uma irmã mais nova que praticamente não conheço, apesar de viver no quarto ao lado. Como é que se explica isto?
Como é que eu sou tão fechado, tão incapaz de ter uma relação normal com aqueles que me rodeiam? Porquê que a educação que recebi, aparentemente teve tanta influencia em mim e tão pouca na minha irmã que é muito mais extrovertida (apesar de não o ser comigo)?
Eu até aos 18 anos, apesar de tudo, era relativamente normal. Tinha um grupo de pessoas com quem tinha alguma proximidade e estes relacionamentos ocasionalmente até extrapolavam para fora da escola. O problema que me afecta hoje, não existia, nem me passava pela cabeça sequer.
Foi a partir do momento que entrei para a faculdade que tudo começou a ruir. Pela primeira vez estava realmente sozinho, entregue a mim mesmo. Até aqui tinha sempre tido uma muleta. Alguém que me acompanhava nas transições normais que acontecem na vida escolar, um colega vem connosco de escola em escola e vai ajudando a introduzir novas pessoas na nossa vida.
Na faculdade, tendo que criar novos laços, iniciar uma nova vida percebi que realmente era incapaz de o fazer. Mas não liguei. Tinha os meus amigos da escola com quem continuava a conviver, para quê que precisava de gente que não conhecia de lado nenhum. Para quê sair da minha zona de conforto, tentar algo difícil para mim quando não é necessário.
Andei um ano nisto e apesar do total isolamento na minha vida académica, as notas eram boas, os fim de semanas eram tempo de encontrar os amigos e conversar,conviver. Estava tudo ótimo. E um dia deixou de estar.
Um dia aqueles que eram meus amigos, deixaram de ligar, deixaram de procurar me. Provavelmente por a minha personalidade não ser interessante o suficiente. Eu não tinha grandes aventuras para partilhar e também não queria tinha em interesse em participar nas deles. Nunca gostei de ir para discotecas, apanhar de bebedeiras ou coisas do género e essas eram as loucuras a que eles e provavelmente a maioria dos jovens almejavam na altura.
Eu gostava (e gosto) do entretenimento audiovisual. Ver futebol, ser séries, ver filmes, e falar acerca disso, provavelmente demais. Enfim, seguramente foi isso que os afastou.
A realidade é que eu nunca os procurei. Tinha e ainda hoje tenho medo de demonstrar debilidade, carências.
O tempo foi passando e eu fui esperando o contacto e ele não apareceu e eu não o promovi. Aceitei a nova realidade.
No âmbito acadêmico, rapidamente o meu rendimento caiu a pique. A solidão até aqui não era um problema na faculdade, passou a sê-lo era agora algo intrínseco ao meu ser.
Mas já não havia nada a fazer, mais de um ano havia passado sem que eu tivesse tentado fazer o mínimo esforço para conectar me com estas pessoas, porque raio é que elas haveriam de ter a abertura, agora, do nada, para me aceitar?
Este pensamento levou a que, mais uma vez nem tivesse tentado. Talvez estivesse certe, ou talvez não e hoje não estaria a escrever isto.
Os anos foram passando, eu comecei a faltar às aulas, as notas eram cada vez piores, o estado, suponho eu que depressivo, foi se agravando até que decidi abandonar de vez a vida escolar e começar a trabalhar a tempo inteiro.
Por um lado tinha a expectativa de ter mais dinheiro no bolso, poder fazer outro tipo de programas e quem sabe conhecer pessoas novas; por outro achava que podia cortar cominho e quem sabe fazer já amigos no âmbito do trabalho.
Esta última opção rapidamente perdeu força. O grupo de pessoas que compartem espaço comigo todos os dias, estão noutro estágio das suas vidas. São mais velhos, têm já familias formadas, não têm disponibilidade para amizades mais profundas com um jovem sedente de companhia para explorar a vida.
E o dinheiro que me cai no bolso, não é usado para propiciar novas experiências e novas relações.
Percebi que o problema não é a falta de dinheiro, não é o contexto em que estou inserido. Sou eu. Estou preso. Estou num buraco a não consigo sair e não tenho a quem pedir ajudar. Simplesmente não consigo mudar a minha situação.
Quantas e quantas vezes já saí de casa com a intenção de interagir com algum, num bar, na praia, num estádio... na rua, onde quer que seja e simplesmente não consigo.
Algo que para toda a gente é tão fácil para mim é tão difícil e eu não era assim.
Acabo por sair motivado para começar a mudar algo e volto para casa frustrado pela minha incapacidade e chateado com a felicidade dos outros.
Tenho vergonha de admitir, mas quando vejo um casal de namorados, feliz a viver algo que desconheço mas que suponho será extraordinário, dói me a alma. Quando vejo um grupo de amigos a falar das coisas mais triviais e a rir se à gargalhada, sinto me mal e penso nas coisas que podia ter feito de forma diferente e nas decisões erradas que tomei.
Não tenho vida, simplesmente existo. O meu trabalho é muito stressante exige me muitas horas. Ganho relativamente bem, mas para quê? Dou uma parte aos meus pais para cobrir os meus gastos em casa e o resto gasto no meu entretenimento em casa (séries, futebol, videojogos), nas minhas tentativas de socialização e pouco mais.
Para quê trabalhar tanto? Para quê dar me ao trabalho de sair da cama? Para isto? E infelizmente penso cada vez mais vezes nisto: para quê continuar a TENTAR viver? Cada vez vale menos a pena.
Peço desculpa pelo texto enorme. Peço desculpa se não estiver no local certo. Peço desculpa se tiver um outro erro. Peço desculpa se nem sequer fizer grande sentido.

Obrigado."

Retrato de Tony Chopper
Qui, 16/05/2019 - 20:13
Tony Chopper:
Membro desde: 28.08.2017

Ah pois, ainda vai a tempo de mudar, senão acaba como o outro labrego de meia-idade que anda por aqui a assediar meninas com idade para serem filhas dele...

Retrato de rdacosta1992@gmail.com
Sex, 17/05/2019 - 12:14
[email protected]:
Membro desde: 15.05.2019

So vejo comentários vossos em todos os fóruns !
Vocês não tem vida própria ?
Que gentinha que se esconde atrás de monitores a comentar/ criticar tudo em todos , sem qualquer intenção de ajudar ninguém .
Já agora não desaprendi a escrever português , apenas com computador programado em alemão , constantemente a corrigir o que escrevo de maneira errada . É bastante difícil !
Tenho uns dentes óptimos ;p invejáveis e sem cáries .
Arranjem outro hobby

R&R

Retrato de Grim Reaper
Sex, 17/05/2019 - 19:03
Grim Reaper:
Membro desde: 29.04.2017

Vês comentários nossos mas não vês a desculpa esfarrapada que arranjaste. Também estou fora do país e não me desculpo com o computador. Não estás ao nível.

Criticar não é só dar palmadinhas nas costas, muitas vezes é mostrar a dura realidade.

É por cenas destas que os portugueses são gozados lá fora. Escreve mal e quer ensinar tendo o buço por fazer.

Retrato de rdacosta1992@gmail.com
Sex, 17/05/2019 - 19:31
[email protected]:
Membro desde: 15.05.2019

. Joga no Euromilhões ? Pois adivinhar aqui não tens sorte nenhuma .
. Estás no estrangeiro mas já vi que tens uma imagem muito concreta do que é ser português no estrangeiro
. Não sabes com que idade emigrei
. Não sabes os estudos que tenho
. Não sabes que tipo de pessoa eu sou
. Ou seja não sabes nada
. Fazes juízos de valor resumindo te a um comentário
. Cresce e aparece que até podes saber escrever muito bem português mas como pessoa és medíocre pelo que já li .
Senhor sabe tudo e muito inteligente e superior não te respondo mais pois tenho mais que fazer do que perder o meu tempo com pessoas tão superiores que passam a vida a fazer comentários de superiodade no fórum
Fica bem banana

R&R

Retrato de Grim Reaper
Sex, 17/05/2019 - 20:32
Grim Reaper:
Membro desde: 29.04.2017

Não preciso jogar no euromilhões está tudo escarrapachado tipo acidente.

Aprende primeiro a escrever e depois inscreve-te num fórum?

"Banana" deve ser a única coisa que tens acesso na tua vida sexual.

Retrato de Tony Chopper
Sáb, 18/05/2019 - 08:36
Tony Chopper:
Membro desde: 28.08.2017

A típica labrega que emigrou com os pais não menos pacóvios... Eu também vivo no estrangeiro e não é por isso esqueci como se escreve na língua de Camões.

Concordo com o Grim! Muitos portugueses são gozados no estrangeiro precisamente por serem aparolados, sem educação, comer de boca aberta, falar aos berros, falar uma mistura de francês com português, etc. Espero sinceramente que não seja o caso da caríssima.

Retrato de Berlin
Qua, 05/06/2019 - 14:29
Berlin:
Membro desde: 05.06.2019

Ao contrário do que pensas é muito difícil socializar com pessoas aleatórias, normalmente é mais fácil conhecer alguém através de amigos em comum. Nunca é tarde para mandar mensagens aos amigos e ainda por cima quando não houve nenhuma chatice maior entre vocês. As pessoas separam-se porque simplesmente alteram a sua vida, tenho muitos amigos que foram para o estrangeiro, continuamos a ser amigos mas não é a mesma coisa. De resto, eu procurava inscrever-me no teatro porque ajuda muito a conhecer pessoas novas. Mesmo com outras idades podes na mesma socializar com eles. Podes ser apresentado a pessoas da tua faixa etária. Como diseeram aqui, visto que a tua irmã é extrovertida começa por socializar com ela

Retrato de Berlin
Qua, 05/06/2019 - 14:34
Berlin:
Membro desde: 05.06.2019

"e não é por isso esqueci como"
Tu não te esqueceste de nada, tu simplesmente nunca soubeste como se escreve na língua de Camões.

Retrato de Grim Reaper
Qui, 06/06/2019 - 16:04
Grim Reaper:
Membro desde: 29.04.2017

"Como diseeram aqui"

Retrato de gatita5
Sáb, 03/08/2019 - 00:53
gatita5:
Membro desde: 21.08.2013

Olá Fc101 tu és importante, é lamentável ver gente jovem deprimida e triste. Tenta uma aproximação com os amigos antigos, quando ganhares confiança será mais fácil fazer novos. Tudo a correr bem 🤗

Retrato de Anaki
Sex, 09/08/2019 - 11:34
Anaki:
Membro desde: 31.10.2016

Olá Fc101, que tal inscreveres-te num ginásio, ou tentares fazer uma atividade física de grupo ( Ex: futebol). Penso que tens de te inserir junto de um grupo de pessoas com os mesmo interesses que tu e aí tentares manter contacto com as pessoas, mas esse contacto tem que partir de ti e não esperar que os outros se aproximem. Acho que basta teres uma postura mais "fechada" para ninguém se tentar aproximar. O que tens feito até agora foi aceitar a solidão e deprimir com ela e como já percebeste mudar tem de partir de ti. Se calhar nunca fizeste um esforço de te aproximar de alguém, então tenta agora fazer este esforço!! Eu acredito que não é na noite, na praia, nas esplanadas que se fazem amigos porque as pessoas já vão para esses locais com os seus próprios amigos, mas sim em locais onde se frequenta sem ter de estar rodeado de gente amiga ( centros de voluntariado, grupos desportivos, igrejas... etc...).
Eu entendo que não seja de um dia para o outro que se consiga mudar de atitude ou que se ganhe confiança para tentar uma aproximação, mas vai aos poucos, vai tentando, sai da tua zona de conforto e com certeza algo vai mudar. Tens que te dar aos outros e não esperar que te venham procurar.

Retrato de andrepinto
Seg, 02/12/2019 - 11:58
andrepinto:
Membro desde: 25.03.2012

Isso chama-se timidez, medo da rejeição, e não preocupes que não és o unico. Mas podes fazer uma vida normal sozinho. Podes fazer o que gostas sozinho. Eu não sei o meio que vives. Tens sites para amizades, badoo é um exemplo (no meio de tantos fakes, encontras alguém sério e na mesma situação). Eu tenho um grupo de amigos, mas não tenho namorada, pela a tal timidez, o que faço, foi o que fiz á pouco com uma rapariga em questão, tentei saber os dados dela, nome (morada já sabia) e enviei flores com um cartão. Desde da aí falamos algumas vezes.

Mas gosto tanto de estar sozinho, que ás vezes pego na minha mota e lá vou eu dar uma volta por onde calha, aliás o meu trabalho é sozinho. Para se fazer coisas que se gosta não se precisa de ser acompanhado.

Se não gostares dos exemplos que foram dados, experimenta ir a outros locais (sair da tua zona de conforto). Shoppings, cafés, bibliotecas (lá até se encontra gente porreira)

Retrato de andrepinto
Seg, 02/12/2019 - 16:05
andrepinto:
Membro desde: 25.03.2012

E uma coisa que fui sabendo com o passar dos anos, por norma uma pessoa dita normal( não aquelas barraqueiras de bairro) apartir de uma certa idade ficam reticentes em fazer novas amizades ( o sexo feminino principalmente)

Se o teu problema é timidez e o medo da rejeição, podes andar com um bloco e uma caneta e quando vires alguma rapariga que te interesse deixas um bilhete com o teu número

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