Sinto-me uma ET | A Nossa Vida

Sinto-me uma ET

Retrato de MMgirl
30.10.2018 | 10:42
MMgirl:
Membro desde: 08.03.2017

Bom dia a todos,
Esta semana em particular está a ser difícil controlar os sentimentos e confesso que me sinto uma autêntica extraterrestre.
Eu sei...eu sei...todos nós temos os nossos problemas, não sou diferente dos outros, dizem vocês, e bem. No entanto, às vezes é complicado não me sentir assim, e as emoções acabam por vir ao de cima, mesmo tentando disfarçar...
Ao fim de quase 3 anos de divórcio, continuo "solteira". Não me relacionei com mais nenhum homem desde então, nem sequer tentei.
Apesar de me considerar determinada e até ser bonita, sei perfeitamente que, mentalmente, não me permito sequer a ter conversas que possam daí vir outro relacionamento. Claro que, não me permitindo, essas situações cada vez são mais escassas. Ou seja, nenhum homem vem falar comigo, porque sabe logo que lhe vou lançar pedras. Óbvio, no lugar de um homem, faria a mesma coisa, nem sequer me aproximava… Esta reação é natural em mim, e acho que se deve ao facto de ter ficado com medo dos homens, pela má experiência que tive no meu casamento... É isso, mesmo...Fiquei com medo dos homens.
E agora vocês dizem..."mas os homens não são todos iguais". Não são, é também verdade, mas tambem tenho aquela perceção (que também acredito puder estar errada), que os homens bons e em condições já todos namoram e não anda por aí à solta....
Resumindo e concluindo, gostaria imenso de construir uma relação baseada no amor, sólida, na confiança...mas vejo esse sonho cada vez a desmoronar-se mais, pois aos poucos fui-me tornando muito fria e eu própria sinto que não permito que isto sequer aconteça. E também já não sei como "me permitir"...
Divorciadas/divorciados e separadas/separados deste fórum, que se passa comigo? Esta sensação é terrível. Como aconteceu convosco e como superaram o fim do divórcio sem se tornarem uma pessoa assim. Sei que o sentimento de solidão faz parte….mas caraças...3 anos?! Sinto que preciso de palavras de alento, de casos de sucesso para me motivar.
Outra coisa, como surgiu o vosso novo amor, se é que o têm? Se não têm, como fazem para superar quando se sentem mais em baixo?

Obrigada a todos.
Um grande beijo*


Retrato de Gaivoto
Ter, 30/10/2018 - 11:25
Gaivoto:
Membro desde: 31.12.2015

Da tua mensagem fica-me a ideia que falaste muito puco de uma coisa importante: o teu divorcio e os traumas eventuais que te marcaram. Sem ter conhecimento disso é dificil fazer uma avaliação (sem obviamente estar a tentar "tirar nabos da pucara"). Há divorcios tão traumatizantes que deixam marcas para sempre. Se foi esse o caso deverás talvez intro-inspeccionar-te e tirar as tuas conclusões. E talvez fazer terapia. Num divorcio às vezes há erros dos dois lados, e por vezes os cometidos carregam os ombros de alguem. Na verdade também me parece que avançar para uma relação no estado de spírito em que estás pode ser um risco. Tens qy«ue fazer as pazes contigo própria e alcançar um equilibrio que poderá estar a faltar. Tens que parar e olhar para dentro.

Retrato de MMgirl
Ter, 30/10/2018 - 14:41
MMgirl:
Membro desde: 08.03.2017

Sim, nao foi facil. Mas todos os traumas foram superados.
O problema está mesmo em mim. Como eu fiquei...

Retrato de MOPA
Ter, 30/10/2018 - 17:04
MOPA:
Membro desde: 23.06.2015

Olá!
Nem todos os homens decentes estão ocupados, porque também existem divórcios pedidos pelos homens quando já não se sentem felizes com a mulher que têm.
Conheço pelo menos 3 raparigas divorciadas. Todas elas recomeçaram a sua vida amorosa depois do divórcio. Naturalmente não foi logo no mês a seguir, nem no ano seguinte. Mas recomeçaram. Todas são felizes ao lado dos atuais companheiros. E sim, todas tinham filhos quando recomeçaram as novas relações. E sim, alguns dos companheiros também eram divorciados. Portanto, nesse aspecto pode ficar descansada porque existem homens decentes depois do divórcio.
Apesar de dizer que todos os traumas estão superados, na minha opinião não estão, porque se estivessem não teria "medo" dos homens, e por ter medo nem sequer lhes dá uma hipótese. É semelhante eu dizer "eu quero ter gato de estimação mas morro de medo deles…" logo se morro de medo de um gato, como é óbvio nunca na vida vou ter um...
Muito seriamente aconselharia a MMgirl a consultar um psicólogo para compreender o motivo do medo, e tão importante como compreender esse medo é superar esse medo. Acho que só depois de ter ultrapassado essa questão é que estará mais disponível para partilhar a sua vida com alguém. Enquanto estiver com esse medo não vai a lado nenhum porque instintivamente vai afastar o sexo oposto para bem longe de si…
Peço desculpa se fui honesta demais...

Retrato de Konigvs
Ter, 30/10/2018 - 20:35
Konigvs:
Membro desde: 21.10.2011

Eu considero-me um homem "decente" e estou solteiro e sem filhos, uma verdadeira raridade na minha idade. Se era isto que eu tinha planeado para mim? Não, mas aconteceu assim. Uma relação é um investimento de risco pois só controlamos 50% da sociedade, e um dia, a sócia decide pôr termo ao contrato e lá se foi todo o investimento.

Acho que não tens que ter medo nenhum senão medo de ti mesma. Acho que deves travar conhecimento com homens, sair, conversar, ouvi-los. Podes até passar bons momentos com eles (refiro-me a sexo claro) que nada disso implica entrar num relacionamento.
Deves abrir-te ao novo. Trava conhecimento com homens, a internet é fantástica para isso, vê se tens afinidades..

Dá-te essa oportunidade, depois logo vês o que acontecerá. E sim, quem anda à chuva molha-se. De repente, quando menos esperares, sim, podes-te apaixonar. E sim, podes voltar a sofrer, mas isso é o jogo da vida. Não vais ficar debaixo da cama todos os dias só porque te pode cair qualquer coisa em cima! Tens que viver... Abre-te ao novo, conhece pessoas, que nada disso te obriga a um relacionamento. Vive e diverte-te. Se te apaixonares? Olha, depois logo vês! Mas primeiro permite que isso aconteça!

Retrato de MMgirl
Qua, 31/10/2018 - 00:32
MMgirl:
Membro desde: 08.03.2017

Mopa, disseste tudo. Nao foste "demasiado honesta", retrataste o que se passava na realidade.
É isso. Eu ja andei em psicologo, e sou muito cética em relação a esse tipo de acompanhamento. Acho que somos nós que fazemos o clique na nossa cabeça. No meu caso ainda nao fez. Nao achei que, no meu caso, a psicologia fosse uma mais valia. Pelo contrário, só me fazia "ruminar" nos mesmos assuntos, era uma tortura. (Minha opinião)

Retrato de MMgirl
Qua, 31/10/2018 - 00:37
MMgirl:
Membro desde: 08.03.2017

Konigvs, ok. Nao me leves a mal o facto de considerar não haver homens decentes. Certamente os há, eu é que ainda nao me cruzei com nenhum. Bem, independentemente disso, tornei-me tao "brusca" que acho que isso afastou qualquer homem de mim (sad but true). E está a ser dificil regredir, sair disto.

Retrato de Tony Chopper
Qua, 31/10/2018 - 02:56
Tony Chopper:
Membro desde: 28.08.2017

"E sim, todas tinham filhos quando recomeçaram as novas relações. E sim, alguns dos companheiros também eram divorciados. Portanto, nesse aspecto pode ficar descansada porque existem homens decentes depois do divórcio."

Que horror... Meter filhos uns dos outros todos na mesma casa, misturar famílias, bastardos, enteados, etc...

Retrato de MOPA
Qua, 31/10/2018 - 11:24
MOPA:
Membro desde: 23.06.2015

Tony Chopper,
Claro que essa é a sua opinião. O que para si é um horror, para outras pessoas não será. Como deverá reparar o próprio conceito de família tem mudado ao longos dos anos, antigamente (tipo no tempo da minha avó, bisavó) era o casal, casado claro (homem, mulher) e uma resma de filhos, morriam uns quantos, não se sabia bem porquê, mas "paciência, era assim mesmo", dizia a minha avó. Uns anos depois (talvez no tempo da minha mãe), era o casal, casados claro (homem, mulher) e dois filhos. Hoje em dia é diferente. Vemos o casal, casados (homem, mulher) e um filho. Ou homem, mulher, com um ou 2 filhos, a morar juntos sem casar. Famílias monoparentais. Famílias "reconstituídas" onde se vê "os meus, os teus e os nossos filhos". Em menor escala dois pais ou duas mães com 1 ou 2 filhos (inseminação, adopção, divórcios porque revolveram assumir-se). Existe uma grande variedade de famílias que não existiam à anos atrás. E são felizes. O conceito de felicidade familiar para si é diferente do meu, que é diferente do seu vizinho. O que para si é um horror, para outras famílias é perfeitamente normal. Aqui não há o conceito de certo ou errado nos diferentes tipos de famílias. Há famílias, ponto. Você não está errado, eu não estou errada o seu vizinho não está errado. Cada um tem a sua opinião. Todas são válidas.
Tudo a correr bem.
Mopa

Retrato de Konigvs
Qua, 31/10/2018 - 18:55
Konigvs:
Membro desde: 21.10.2011

Só para dar uma achega porque às vezes parece-me que nem sequer nos conhecemos.
Hoje, em Portugal, mais de 50% dos filhos nascem de pais que não estão casados, o que prova que não somos um país típico do sul da Europa, visto que somos bem diferentes de espanhóis, italianos e gregos e, na Europa, parecidos connosco só os Suecos e os Dinamarqueses.

E não esquecer também que em Portugal temos as famílias homossexuais (casados ou não) em que um homem casa com outro homem, ou uma mulher que vive com outra mulher. Ou ainda, muitas pessoas que simplesmente dividem casa anos a fio com outras pessoas por questões económicas.
O mundo pula e avança e aconselha a sensatez a não julgar os outros.

Retrato de MMgirl
Qua, 31/10/2018 - 20:09
MMgirl:
Membro desde: 08.03.2017

Na minha ótica, nao tenho qualquer tipo de preconceito com as "novas" famílias. Acho que, se houver respeito e cumplicidade, sao uma família (com outra qualqier).

Retrato de Konigvs
Qua, 31/10/2018 - 21:07
Konigvs:
Membro desde: 21.10.2011

Eu acho é que devemos olhar para nós e não nos preocuparmos tanto com a vida dos outros e com o que os outros fazem ou deixam de fazer, porque é esse tipo de coisa que depois deriva em discursos de ódio. Que é que interessa se os vizinhos fazem swing, se não sei quem é homossexual, se não sei que está numa de poliamor. Oh pá, cada um que se meta na sua vida, que tente ser feliz à sua maneira e não queira impingir ou obrigar os outros a ser igual a si, até porque numa sociedade com 70% de divórcios, há algo "normal" que não está a funcionar!

Retrato de MMgirl
Qua, 31/10/2018 - 21:39
MMgirl:
Membro desde: 08.03.2017

Konigvs, tal e qual! Subscrevo inteiramente!

Retrato de Tony Chopper
Qui, 01/11/2018 - 00:55
Tony Chopper:
Membro desde: 28.08.2017

"Como deverá reparar o próprio conceito de família tem mudado ao longos dos anos, antigamente (tipo no tempo da minha avó, bisavó) era o casal, casado claro (homem, mulher) e uma resma de filhos, morriam uns quantos, não se sabia bem porquê, mas "paciência, era assim mesmo", dizia a minha avó."

O conceito de família não mudou, mantém-se o mesmo, o que está a mudar a gradação de valor que se atribui à mesma, muito mercê do facto de hoje em dia as pessoas já não cultivarem as tradições e valores familiares de há cinquenta anos e acharem que uma mudança rápida e radical nisso implica progressismo.

Não sei onde cresceu a sua avó mas pelo comentário de que morriam uns tantos pelo caminho suspeito que deve ter sido na Etiópia ou Serra Leoa.

"Uns anos depois (talvez no tempo da minha mãe), era o casal, casados claro (homem, mulher) e dois filhos. Hoje em dia é diferente. Vemos o casal, casados (homem, mulher) e um filho. Ou homem, mulher, com um ou 2 filhos, a morar juntos sem casar. Famílias monoparentais."

A sua opinião está clivada de provincianismo de quem nunca saiu de Portugal e não conhece outras realidades. Se viajar mais verá que o conceito de família não se reconduz à figura dum pai duma mãe e de um filho: há na verdade muitos países onde os pais têm mais de um filho - EUA, Brasil, México, Vietname, Turquia, Rússia e China (recentes alterações à política do filho único supressa nas cidades).

"Famílias monoparentais. Famílias "reconstituídas" onde se vê "os meus, os teus e os nossos filhos"

Claro a melhor maneira de traumatizar um filho e confundir-lhe as emoções, turbilhão de ódio, amor e confusão e fazê-lo acreditar que o casamento não é um objectivo na sua vida - vê-se pelos muitos filhos de pais divorciados receosos de cometer o mesmo erro que os pais - é mesmo o de o ver crescer sem uma figura paterna ou materna biológica e constante, o de ver os rodízios de homens ou mulheres que o pai ou mãe trazem ao longo da sua vida de infância para casa, sem perceber muito bem o que se passa.

Sobre as famílias monoparentais, isso é apenas um termo "chique" para designar as divorciadas, encalhadas, "gold diggers" mães solteiras, já que grosso modo a maioria das vezes a custódia dos filhos é atribuída à progenitora.

Há na verdade outros países onde o casamento é condição essencial para se poder ter filhos, caso contrário o filho nascido fora do matrimónio não tem direito de acesso aos serviços públicos como educação e saúde (p.ex. China).

Retrato de Konigvs
Qui, 01/11/2018 - 02:03
Konigvs:
Membro desde: 21.10.2011

Tony, não sei que idade tens, mas se calhar deverias falar um pouco com as pessoas mais velhas para perceber com era a vida dos portugueses em meados do séculos passado em plena ditadura fascista.

Sim, as famílias portugueses tinham um bando de filhos, uns atrás dos outros. Planeamento familiar era uma miragem, então tinha-se bandos de filhos, que muitas vezes só serviam de mão-de-obra para trabalhar no campo. E é verdade, os filhos vinham e "criavam-se". Mas muitos morriam de meningite, de febres, de tantas coisas simples, e se hoje Portugal é dos países do mundo com a mais baixa mortalidade infantil, vai ver qual era nos anos sessenta, quando ainda não existia uma coisa chamada Serviço Nacional de Saúde. Eu poupo-te o trabalho, desde os anos setenta, a mortalidade infantil diminui 94% em Portugal. Setenta, se fores mais para trás ainda era muito maior:

https://www.jn.pt/nacional/interior/mortalidade-infantil-ate-aos-5-anos-...

Como vês sim, os filhos vinham e "criavam-se" mas a maioria morria sem chegar a adulto. E isto era no Portugal real, não era no Burkina Faso. Ainda que, infelizmente muitos portugueses hoje em dia, ainda sejam saudosos desses tempos áureos da ditadura, pena não conheceram a realidade da altura.

"Claro a melhor maneira de traumatizar um filho e confundir-lhe as emoções, turbilhão de ódio, amor e confusão e fazê-lo acreditar que o casamento não é um objectivo na sua vida"

Espera, como é que todos os outros animais na Natureza não são traumatizados se só o bicho-homem é que inventou o casamento? E sabes por que é que se inventou o casamento? Para juntar as fortunas! Uma família tinha uma filha, e arranjava-lhe o marido mais rico possível, pagando-lhe ainda por cima um belo dote, para ele ficar com aquela mulher que até podia ser feia! É isto um contrato de casamento, mas vê lá tu que a maioria das pessoas do mundo começou a achar que o melhor era escolher um parceiro que realmente gostasse! Vê lá tu a maluqueira!

Se é isto que queres para a tua vida, ótimo! Sê feliz assim. Mas deixa os outros serem felizes, ou pelo menos tentarem ser felizes à sua maneira.

Retrato de Tony Chopper
Qui, 01/11/2018 - 02:20
Tony Chopper:
Membro desde: 28.08.2017

Konigvs és um chato do crl pa! Arranja uma vida, sai de casa, vai dar de comer Às tartarugas... Irra que abutre!

Retrato de Tony Chopper
Qui, 01/11/2018 - 02:22
Tony Chopper:
Membro desde: 28.08.2017

Aposto que és o encalhado quarentão de meia-idade, formado na área das Letras, desempregado, precário e mal remunerado que não percebe porque é toda a gente à sua volta tem família e filhos menos ele!

Retrato de Konigvs
Qui, 01/11/2018 - 07:32
Konigvs:
Membro desde: 21.10.2011

O trollzinho que veio para aqui semear a discórdia e que nem sequer se dignou a responder ao assunto do tópico, quando corrigido e confrontado com a sua ignorância, viu-se sem argumentos e ficou amuadinho partindo para o insulto pessoal sem saber com quem está a falar.
- Digam lá que não são tão fofinhos os trolls que polulam na internet? São, mas cuidado, não os alimentem! O melhor mesmo é ignorá-los senão destroem tópicos inteiros.

Retrato de MOPA
Sex, 02/11/2018 - 10:25
MOPA:
Membro desde: 23.06.2015

Tony Chopper,
Xinapá o que vai prai…
Sabe o que eu lhe digo? O silêncio é a melhor resposta que se pode dar aos tolos. Desejo-lhe um excelente fim-de-semana.

Retrato de MOPA
Sex, 02/11/2018 - 10:32
MOPA:
Membro desde: 23.06.2015

MMgirl/Konigvs,
Concordo plenamente com o que disseram. O que interessa é sermos felizes, sem prejudicarmos o próximo. Casados, divorciados, juntos, solteiros… isso não interessa nada. Existem famílias. sejam elas de que tipo forem.
Desejo-vos um excelente fim de semana com tudo de bom!!!!

Retrato de Konigvs
Sex, 02/11/2018 - 17:46
Konigvs:
Membro desde: 21.10.2011

MOPA, sabes que eu dei mesmo o melhor desprezo de todos! Estive sete anos sem cá ter vindo! E precisamente por este mesmo tipo de situações, em que alguns engraçadinhos começaram com insinuações e ataques pessoais, porque lhes faltava o melhor. E nessa altura isto era realmente um fórum muito participado, hoje, como vês, e certamente por causa do advento das redes sociais, está basicamente morto.

E desprezo sim, mas sabes que eu também sempre ouvi dizer que "quem não se sente, mija na cama"! Bom fim-de-semana para todos(as).

Retrato de MMgirl
Sáb, 03/11/2018 - 11:25
MMgirl:
Membro desde: 08.03.2017

Mopa, obrigada pelas agradáveis palavras. Bom fim de semana

Retrato de MOPA
Sáb, 03/11/2018 - 17:29
MOPA:
Membro desde: 23.06.2015

Konigvs,
Quando há pessoas como o Tony Chopper, tão cheio dele próprio, tão cheio da sua opinião, não vale a pena gastar tempo nem energia. O melhor mesmo é ignorar, porque o silêncio é mesmo a melhor resposta que se pode dar aos tolos. O tempo encarregar-se-á dele colher o que plantou. Aqui também há pessoas boas e que pedem conselhos, opiniões. É por essas pessoas que continuo aqui a tentar ajudar naquilo que posso. Ainda bem que voltaste. És mais uma pessoa que pela positiva poderás ajudar quem não conheces. Um bem haja!
MMgirl, espero que esteja tudo a correr bem contigo!
Um abraço aos dois!
MOPA

Retrato de Gaivoto
Sáb, 03/11/2018 - 19:45
Gaivoto:
Membro desde: 31.12.2015

Há muito tempo que dei o voto de silêncio a esse troll... e aos seus allias

Retrato de Konigvs
Sáb, 03/11/2018 - 19:56
Konigvs:
Membro desde: 21.10.2011

MOPA, eu sei que tens razão.
Aliás, digo-te, há anos que eu me cansei de fóruns por causa deste tipo de fundamentalismos e ataques pessoais. Vi isso até em fóruns de música (onde estive muitos anos), e imagina, até em fóruns de animais de estimação! Até aí existiam conflitos, invejas e disputas!
E eu gosto de aprender com as experiências dos outros (até achava interessante ler aqui ler sobre os problemas das relações das pessoas) e gosto de trocar ideias, e acho que sou uma pessoa minimamente razoável, apesar de também saber que tenho o meu feitiozinho muito crítico.
Mas o que eu vi nos fóruns nos primeiros anos da década passada, foi o que as pessoas vieram encontrar anos mais tarde com o aparecimento das redes sociais. Toda esta exaltação e ódios por coisas insignificantes.
E quando andava em fóruns, por vezes, dava por mim, a andar a discutir dias seguidos determinados temas, a chatear-me, com pessoas que nem conhecia! E comecei a pensar "andas-te a chatear, a desperdiçar energias e tempo, com pessoas que se acham donas da razão? Deixa-as levar a bicicleta!" Saí desses fóruns, tal como mais tarde acabei por sair deste e acabei a virar-me para a blogosfera. Voltei aqui recentemente para ver reler umas mensagens privadas antigas, mas afinal até já estão todas apagadas. Li uns tópicos e resolvi comentar.
De resto, parece-me que os frequentadores deste fórum estão bem servidos contigo, porque me pareceu que dás conselhos bastante assertivos e ponderados.

Retrato de Tony Chopper
Seg, 05/11/2018 - 07:44
Tony Chopper:
Membro desde: 28.08.2017

"Vi isso até em fóruns de música (onde estive muitos anos), e imagina, até em fóruns de animais de estimação! Até aí existiam conflitos, invejas e disputas!"

Como é que as pessoas têm disputas em fóruns de animais de estimação? Supostamente, estão lá para pedir opinião sobre seres vivos em quem depositam amor e carinho.

Em fóruns de música até entendo porque o sucesso de alguns causa comichão aos outros.