Olá,
Lancei este novo tópico, porque estou separada e dentro em breve divorciada.
Por vezes dou comigo a pensar, como me psso divertir e com quem, agora que não tenho o meu compnaheiro.
Tenho os meus filhos e adoro estar com eles, mas quando estão com o pai, fica um enorme vazio e gostava de ter com quem sair para me divertir.
Os amigos são quase todos casados e com filhos e os poucos que estão solteiros/divorciados já tem o grupo de amigos definido e não me queria intrometer nesses grupos.
Para além disso, acho que prefiro falar com pessoas que percebam aquilo pelo que estou a passar e se identifiquem comigo, de alguma forma.
Depois também não tenho feito para me inscrever em sites de encontros de divorciados, porque não é isso que procuro.
Já sei que ir ao ginásio é boa ideia, ir ao cinema, jantar fora, ver um espectaculo, ... e eu gosto disso tudo, mas parece que iniciar uma vida social completamente diferente do que eu tinha (e que era praticamente inexistente) é tão difícil.
Gostava de saber se existem mais pessoas como eu, se gostavam de se juntar - até mesmo em ocasiões, com os putos - e como devemos fazer para voltar a recuperar o prazer de sair, de nos divertirmos e de ser felizes numa outra frequência.
Não gosto de estar sozinha e a família tem ajudado, mas falta mais qualquer coisa; o divertirmos-nos com pessoas da nossa idade, com histórias semelhantes, e que só queiram sair e passar um bom bocado, para nos distrairmos.
Se puderem deixar ideias era óptimo.
Olá!!
Não sei se vou ajudar muito, até porque a teoria já sabes, sair, conhecer novas pessoas, dedicares-te a hobbies que te dêem prazer, etc., tudo isso faz parte de um recomeço. Apenas resolvi comentar porque acompanhei de perto a história de uma amiga minha que se divorciou e conseguiu dar a volta por cima muito bem. Após o divórcio foi viver para uma cidade diferente, mais perto do trabalho dela, começou uma pós-graduação na área em que trabalha, arranjou novos amigos através de colegas de trabalho e inscreveu-se numa escola de dança, o que a ajudou a ocupar o tempo, a cabeça e a sua vida social, já que agora não pára...para além de ter conhecido imensa gente ligada à dança. Enfim...teve muita força de vontade e mudou o rumo de tudo o que tinha feito até ali. Hoje em dia está muito bem com a vida que tem e encara o divórcio como algo que a fez crescer e procurar uma vida mais feliz que realmente conseguiu ter. Resolvi dar-te este testemunho porque neste caso deves encarar esta fase como uma nova oportunidade para procurares também tu a tua felicidade e pensares no que te faria feliz nesta fase da tua vida...não tens que fazer como as pessoas acham que deves fazer, deves fazer simplesmente o que te faz feliz...não te queres inscrever num site de encontros não o faças, há tantos outros meios de conhecer gente nova...pensa numa actividade, num hobbie que realmente te dê prazer...
beijinho e força 
Compreendo-te perfeitamente! É um sentimento quase igual ao começar tudo de novo... não estou nessa situação felizmente, mas ás vezes penso nisso, se um dia me acontecesse o que iria fazer para continuar a ter uma vida social? É complicado, principalmente para quem já tem filhos e que os põem sempre em primeiro lugar. As minhas amigas moram muito longe e as que moram perto tb são casadas e com filhos, estou desempregada portanto nem com colegas de trabalho poderia sair...
Desejo-te toda a sorte do mundo para esta nova etapa da tua vida 
O tipo de vida a que chegamos nesta sociedade empurra as pessoas cada vez mais para a solidão. E mais ainda quando as pessoas começam a namorar ou casam e começam a esquecer-se dos amigos. Um dia separam-se, olham em volta e estão sozinhos sem ninguém. Mas mesmo que um casal se mantenha junto há muita solidão, aliás basta dar uma vista de olhos neste fórum.
A partir do momento que começamos a trabalhar a nossa vida começa a afunilar. É a rotina casa/trabalho/caso/namorar ao fim de semana, vamos estando cada vez menos com outras pessoas, conhecem-se cada vez menos novas pessoas e ficamos cada vez mais sós com os nossos problemas.
Agora partir do zero é muito complicado não tenho dúvida nenhuma, até porque na vida real, as pessoas não chegam umas ao pé das outras e perguntam "posso ser teu amigo"?
Nao fazem ideia como este tema me diz tanto ...
Separei-me vai para 3 anos, o divorcio chegou um ano depois e sem filhos.
Tenho quase 30 anos, e a vida ao longo destes 3 anos tem sido trabalhar, respirar e pouco mais.
Amigos? Eram os do outro lado, quando souberam da separação ate do Facebook me eliminaram,
as poucas amigas que ainda conservava, também tem as suas vidas, as suas casas, os seus namorados, por natureza nao tenho aquela facilidade de fazer logo amigos onde quer que vá, a solidão tem sido mais que muita, e já nem estou a falar de reconstruir novamente a vida com alguém, que a moda parece " a dos amigos coloridos - não sei o que se passa com as pessoas " e com esta idade .... que grande desperdício penso as vezes eu!
Já fiz o teste, eu propria ir sozinha passear, ainda pior, tantos casais juntos e eu pareço a única sozinha ali, só me apetece fugir para casa, nada disto é animador eu sei, mas acho já nem sei como agir de outra forma.
Essas ideias dos cursos e etc. são muito boas ideias para quem consegue alhear-se, comigo parece que só consigo "produzir" quando efectivamente ando feliz, logo comigo não resulta muito bem, dou-vos o exemplo do ginásio, são mais as vezes que nao vou, do que as que vou.
Sei que esta mentalidade está errada, mas ainda não me deu aquele click que vai ter que acontecer mais cedo ou mais tarde sem duvida!
A todas as solitárias e ainda com filhos, que conseguem dar a volta por cima, o meu maior apreço e admiração, porque para mim essas mulheres são as verdadeiras heroínas!
Desculpem o testamento, mas gostei muito do assunto deste post por me dizer tanto.
Nao fazem ideia como este tema me diz tanto ...
Separei-me vai para 3 anos, o divorcio chegou um ano depois e sem filhos.Tenho quase 30 anos, e a vida ao longo destes 3 anos tem sido trabalhar, respirar e pouco mais.
Amigos? Eram os do outro lado, quando souberam da separação ate do Facebook me eliminaram,
as poucas amigas que ainda conservava, também tem as suas vidas, as suas casas, os seus namorados, por natureza nao tenho aquela facilidade de fazer logo amigos onde quer que vá, a solidão tem sido mais que muita, e já nem estou a falar de reconstruir novamente a vida com alguém, que a moda parece " a dos amigos coloridos - não sei o que se passa com as pessoas " e com esta idade .... que grande desperdício penso as vezes eu!Já fiz o teste, eu propria ir sozinha passear, ainda pior, tantos casais juntos e eu pareço a única sozinha ali, só me apetece fugir para casa, nada disto é animador eu sei, mas acho já nem sei como agir de outra forma.
Essas ideias dos cursos e etc. são muito boas ideias para quem consegue alhear-se, comigo parece que só consigo "produzir" quando efectivamente ando feliz, logo comigo não resulta muito bem, dou-vos o exemplo do ginásio, são mais as vezes que nao vou, do que as que vou.
Sei que esta mentalidade está errada, mas ainda não me deu aquele click que vai ter que acontecer mais cedo ou mais tarde sem duvida!A todas as solitárias e ainda com filhos, que conseguem dar a volta por cima, o meu maior apreço e admiração, porque para mim essas mulheres são as verdadeiras heroínas!
Desculpem o testamento, mas gostei muito do assunto deste post por me dizer tanto.
Madalena, depois de ler a tua história, só te queria dizer que também nós estamos aqui deste lado para ajudar e também para fazer amizades quem sabe
é sempre bom partilhar, dividir as mágoas com alguém, porque toda a gente as tem, portanto se algum dia quiseres conversar basta enviares o teu msn por mp. Estamos aqui, ok? beijinho
Pois é!
Para além de esta, ser uma fase muito difícil, a vontade de dar hipótese de outras pessoas entrarem nas nossas vidas também não é muita.
Por vezes dou comigo a pensar que os amigos ganham-se ao longo da vida e só os verdadeiros amigos vão ficando ao nosso lado, a cada ano que passa.
Tentar arranjar novas amizades deixa-me desconfiada e não sei se vale a pena o investimento. Não sou daquelas pessoas que onde chega, fala logo com toda a gente e conquista rapidamente a simpatia de todos. Já fui assim, numa outra fase da minha vida, mas agora estou mais cautelosa e como tenho filhos, só quero investir o meu tempo em pessoas que valham mesmo a pena.
Mesmo no ginásio, as minhas conversas são circunstancias e nunca são muito profundas. Conversas de engate não fazem o meu estilo, nem estou para aí virada. Logo, tendo a isolar-me.
Ir para discotecas não dá para mim, embora goste muito de ir a um barzinho tomar um copo. Mas isso é com amigos com os quais gosto de conversar e cá está: esses já estão casados e eu já não faço parte desse grupo.
Tirar um curso não é má ideia, mas neste momento não tenho cabeça para cursos e não quero abdicar do tempo que dedico aos meus filhos, por nada!
Aliás, cada vez que penso nos dias que eles estão com o pai ou os avós e sem mim, fico possuída. É injusto ter de me privar dos meus filhos, quando essa não foi a minha escolha. Se ficar sem marido já não é fácil, ainda tenho de ser castigada e ficar privada dos meus meninos porquê? Não é justo.
A família tem sido o meu grande porto de abrigo e retomei o convívio com pessoas de quem gosto muito e das quais a vida me afastou.
Vou procurando emprego, porque essa sim seria uma grande alegria para mim. De certeza que me faria sentir mais feliz e realizada.
Vou aparecendo por aqui e recomecei a ler, coisa que não fazia com regulridade há mais de 4 anos.
Os convites para sair vão aparecendo, mas eu tenho filhos e não posso entrar nesse tipo de vida. Tenho de procurar encontrar um equilíbrio, para que ninguém fique para trás. Nem os meus filhos, nem eu!
SSFG,
Revi-me imenso no teu discurso! Tirando a parte que tens filhos e eu não, é mais ou menos isso que penso de toda esta situação.
Fico sempre admirada quando as pessoas as vezes em meia dúzia de semanas parece que resolvem assim a vida delas, com novos companheiros, novas vidas, penso sempre que eu é que devo ter um problema qualquer!
De qualquer modo, sinto-me um pouco melhor por saber que muitas mais mulheres sofrem deste mal da solidão depois de uma relação falhada e não sou nenhum bicho raro!
Muitas força para todas nós, que bem merecemos!!
Aliás, cada vez que penso nos dias que eles estão com o pai ou os avós e sem mim, fico possuída. É injusto ter de me privar dos meus filhos, quando essa não foi a minha escolha. Se ficar sem marido já não é fácil, ainda tenho de ser castigada e ficar privada dos meus meninos porquê? Não é justo.
Eu como mae imagino que esta seja a parte mais dura de todas 
Forca querida.
Cá está!
Não é nada fácil retomarmos a nossa vida social.
No próximo domingo os meus filhos vão passar a tarde com o pai. Eu tomei uma decisão: vou ao cinema! Já há muito tempo que não vou ao cinema ver um filme que me interesse. Ultimmente ia ver filmes para crianças com os meninos.
No domingo vou ver os "amigos improváveis" ao cinema, sessão das 15:40.
Convidei uma amiga (1ª) que disse não podia porque já tinha planos; a 2ª amiga já tinha visto o filme; 3º amigo nem deu resposta.
Fiquei-me por aí! Não vou perguntar mais!
Domingo arranjo-me, meto-me no carro e vou ao cinema sozinha. E vou muito bem acompanhada! Vou comigo própria, que é uma bela companhia. Pelo menos estamos sempre de acordo e gosta das mesmas coisas que eu, não é? 
Entre festas de aniversários, almoços de família e outras ocasiões sociais que temos tido, talvez esta oportunidade de estar sozinha, a fazer uma coisa que goste, não seja assim tão mau!
Também recomecei a ler à noite, antes de me deitar. Faz-me bem! Entretem-me e acalma-me.
E são estes os relatos de uma mulher só, mas não muito 
Cá está!
Não é nada fácil retomarmos a nossa vida social.
No próximo domingo os meus filhos vão passar a tarde com o pai. Eu tomei uma decisão: vou ao cinema! Já há muito tempo que não vou ao cinema ver um filme que me interesse. Ultimmente ia ver filmes para crianças com os meninos.
(...)
Fiquei-me por aí! Não vou perguntar mais!Domingo arranjo-me, meto-me no carro e vou ao cinema sozinha. E vou muito bem acompanhada! Vou comigo própria, que é uma bela companhia. Pelo menos estamos sempre de acordo e gosta das mesmas coisas que eu, não é?
Entre festas de aniversários, almoços de família e outras ocasiões sociais que temos tido, talvez esta oportunidade de estar sozinha, a fazer uma coisa que goste, não seja assim tão mau!
Também recomecei a ler à noite, antes de me deitar. Faz-me bem! Entretem-me e acalma-me.
E são estes os relatos de uma mulher só, mas não muito :)
Tenho seguido este tópico e hoje decidi comentar. Também estive divorciada e "sozinha" durante uns 6 anos. E digo-te: foi um tempo excelente
Ia ao cinema sozinha, sim! Lia mais à noite, ia tomar café sozinha, viajava,... OK, não tinha filhos, quanto a isso não sei opinar
De resto, posso dizer-te: há MUITA vida para além do divórcio, desde que sejamos coerentes com os nossos princípios, mas também dêmos uma oportunidade a nós mesm@s para nos surpreendermos 
Olá!
Só para te dizer que há vida para além do divórcio... Revi-me no teu texto pois já passei pelo mesmo..
A partir do momento em que comecei a sentir-me bem comigo mesma (mesmo saindo sozinha) as coisas mudaram.. Travava conversa com facilidade com as pessoas, tirei uma formação, vivia o agora (isto sem nenhum homem à mistura). Foi nessa altura em que me tinha convencido que não ia querer mais nenhum homem incluindo o meu ex-marido que conheci o meu actual companheiro.
Neste momento sou feliz! Tenho os meus problemas como toda a gente mas considero-me uma felizarda (também não preciso de muito para estar bem).
Acredito que conseguirás dar a volta por cima!
Mas só o tempo ajudará a que isso aconteça.. Boa sorte !
Obrigado pelos vossos testemunhos.
Sou bastante otimista e revejo-me nalguns pontos que referem.
No meu caso - ainda estou casada, em processo de divórcio - tenho os meus dois filhotes, que são ainda muito pequenos.
Quero fazer alguma coisa com a minha vida. Por enquanto, acho melhor acompanhar os meus filhos, para que não sejam muitas mudanças em simultâneo.
Estou a tentar arranjar emprego, mas enquanto isso não acontece, não quero passar o tempo que os meus filhos estão com o pai, a chorar e a pensar na hora a que eles chegam. Isso não é saudável!
A vida continua e estou a tentar encontrar a alegria que já tive um dia. Adorava ler, ir ao cinema, ao teatro, vêr espectáculos, jantar fora, passear, ir à praia. Mas sozinha é mais difícil. E não posso andar a gastar dinheiro à toa! Não me posso esquecer que estou desempregada e com 2 filhos.
Amanhã vou com os meus filhotes passar uma semana, na nossa casa do Alentejo. Vai haver festa este fim de semana e é uma excelente oportunidade de estar com a família e divertirmo-nos. Além disso, eles podem andar à vontade e no meio da natureza e eu saio daqui e mudo de ambiente.
Olá,
É a primeira vez que escrevo neste fórum, e li o teu post quando estava a pesquisar por divórcio...
Tenho 32 anos e estou casada há 5. A minha relação parece que vai de mal a pior... O meu marido é muito agressivo, falta-me ao respeito, e estou com uma autoestima baixíssima (embora digam que sou uma mulher bonita...mas não me sinto bonita...na verdade, sinto-me um farrapo, completamente desgastada desta relação).
Pior que tudo, é que face à agressividade dele, eu não me fico, e estou a tornar-me parecida com ele...isto no que diz respeito à violência verbal...
Estou a pensar seriamente em divorciar-me, o que me faz retrair é o facto de ter um filho de ano e meio, e tenho medo de me vir a arrepender... Não tenho grandes amigos...mas tenho a minha família, da qual sou muito próxima, mas que não sabem o que se passa na minha relação.
Posto isto, e uma vez que o teu post é de 2012, gostaria de saber como tens vivido a tua vida e como superaste o divórcio.
Um beijo*
Olá bom dia
Sou nova neste fórum, mas resolvi partilhar convosco a minha situação actual. Tinha um casamento de 13 anos (sem filhos) que de há duas semanas para cá terminou por vontade do meu marido, alegando que tinha uma grande amizade, cumplicidade e carinho por mim, mas não era amor para manter o casamento, até porque entretanto começou a interessar-se por outra pessoa. Fiquei completamente destroçada e vivo desde então mergulhada numa profunda tristeza e solidão. Tenho tido apoio da família e amigos, mas sinto-me completamente perdida, pois sempre vivemos um para o outro e não me vejo sozinha a avançar com a minha vida de agora em diante. Apesar do apoio dos amigos, todos eles têm a vida deles com os respectivos companheiros/as e não vou de repente pura e simplesmente inserir-me nela. Por isso, desabafei aqui na esperança de trocar alguns testemunhos e opiniões com pessoas que estejam a passar por uma fase como a minha. Desculpem o discurso, mas necessitava desabafar………
Olá, Paula.
Também estou a passar por essa situação.
Desabafar é bom e terapêutico. O meu relacionamento era péssimo, tóxico e abusivo. O fim sempre esteve à vista. No entanto, e apesar de ter sido uma libertação, também me sinto assim, sozinha, perdida e sem rumo.
O teu post é de Fevereiro, por isso espero que te sintas melhor e mais optimista.
Também estou a passar pelo mesmo, e a minha história é muito parecida com a da Titta, mesma idade e mesmos motivos para o fim, além disso custa muito porque tenho 2 filhos com menos de 5 anos e estou numa terra que não é minha em que não tenho apoio nenhum. A sensação de fracasso enquanto família custa aceitar e deixa-me de rastos, pois não fomos capazes de dar aos nossos filhos o bem mais precioso que é a família.
Muita força para nós (Titta, Paula e Miranda), para seguirmos em frente.
Cidade que não é nossa..escolha que não fiz...filho nos braços...tudo horrivel...sem apoio! Acho que em breve a unica saida tb é o divorcio...a distancia mata qualquer relação! Já vou com dois anos de casamento em que so estou com o meu marido e mal de 15 em 15 dias, so por 2 dias...e o meu filho so quer o pai, e nao nos deixa nem 1 segundo:(
Membro desde: 05.02.2012