Mudar de vida com um filho ( e outro a caminho) ?

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Beyonce
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Desde: 11.12.2008

Olá a todos.
Apesar de ser seguidora do site e do forum é a minha primeira vez aqui, a escrever alguma coisa, em jeito de desabafo.

Moro com o meu companheiro, em uniao de facto ha quase 4 anos e temos um filho lindo e muito amado de quase 2 aninhos. A relação nunca foi perfeita, porque não existem relações perfeitas, certo? Tivemos momentos bons e maus que acabamos por superar, tudo isto aliado ao facto de iniciarmos uma vida em comum, o que nem sempre è fácil.

Vivi durante muitos anos sozinha, na minha casa, com o meu emprego e sempre me considerei auto suficiente e bastante independente.

A nossa primeira experiencia de vida em comum foi na minha casa, optamos por viver lá durante uns meses. Foi um inicio atribulado, pois de tudo correu bem no inicio, passado algum tempo ele começou a ter algumas atitudes que eu não gostava, como criticar me por eu usar maquina de lavar loiça ( "para quê ?"- dizia ele- "se moras sozinha?") , criticar-me por ter demasiada loiça na cozinha, por achar os meus gatos indisciplinados. Parecia que tudo o que eu fazia o irritava, desde o meu andar "pesado" pela casa de manha, ao falar com a minha mae ao telefone nas horas do jantar, etc.

Bem, nessa altura, eu nao ligava ás coisa,s porque sempre fui uma pessoa pacifica e com muita paciência. Chamava lhe a atenção para algumas coisas e relevava outras.

Decidimos mudar de casa, pois ele não gostava de viver em apartamentos, saí da minha casa, a 5 minutos a pè do meu trabalho e fomos viver a cerca de 15m, de carro, dos nosso respectivos trabalhos. Uma opcçao consciente e uma mudança para melhor, que pensei eu, estava a tomar.

Entretanto engravidei, uma gravidez planeada e desejada. A gravidez trouxe ao de cima os problemas da relação, já que eu estava mais sensivel e com menos paciência. Por norma, nunca discutiamos porque em grande parte, eu não alimentava as discussoes, limitava-me a permanever calada, mas nessa altura, começei a impor me. E ele atè me dizia que estava mais respondona e que eu não era assim.... Tudo o que eu imaginava que uma gravidez pudesse ser, com o pai do meu filho a por creme na minha barriga, a dizer me que eu estava linda e especial e etc, foi por água abaixo. Deitavamo nos a horas diferentes e faziamos refeiçoes, (o jantar) a horas diferentes. Culpa minha, talvez, por ter idealizado demais. Sentia me feliz por estar gravida e ir ter um filho, mas triste por nao me sentir amada.

Depois do nascimento do baby, deu-se uma enorme mudança em mim, aliás como suponho que se dá em todas as mulheres. Descobri me uma mulher diferente, mais forte, mais capaz e com um amor enorme pelo meu filho. Nao temos ninguem aqui perto para podermos ter uma ajuda com o bébe, e penso que isso tambèm influenciou muito a nossa relaçao.

Senti me assoberbada com as novas tarefas, durante 8 meses fui sempre eu que cuidei quase de forma ineterrupta do nosso filho, ouvindo de vez em quando criticas, pois ele já é pai de segunda viagem e fazia questao de me lembrar disso a todo o momento. Como por exp, deixar o meu filho com 15 dias a chorar no berço e a dizer me que aquilo era uma birra e impedir me de ir busca lo. Na semana seguinte a ter parido, ja estava de pé a subir e descer escadas para tratar das refeiçoes e da casa. Nos 20 dias de licença dele, foi por duas ou tres vezes para a praia, deixando me sozinha com a criança. No mês de licença de paternidade que lhe competia a ele, cometi o erro de por férias e claro que fui eu que praticamente acabei a fazer tudo outra vez. A primeira vez que saí sozinha, 4 meses depois de ter tido o meu filho, pedi lhe para ficar em casa a tomar conta dele e quando regressei, aquilo parecia o inferno, com ele a gritar-me e a dizer me que nunca mais saía de casa, pois o miudo fartou se de chorar.
Tudo isto fez mossa e acabei por desenvolver uma depressao pós parto, diagnosticada aos 9 meses do meu filho, que felizmente reverteu com medicaçao.

Mas a nossa relaçao nunca mais foi a mesma. Houve uma grande afastamento emocional da minha parte, sobretudo devido ao meu novo papel como mae ( e nao querer falhar como tal ) e e parte devido a tudo o que se foi passando anteriormente e que foi vindo á toa com a gravidez e a maternidade.

Acontece que lá fomos dando a volta, ele é um optimo pai para o nosso filho e baseada nisso, tentei aguentar as coisas. Entretanto engravidei novamente e vamos a caminho do segundo baby.

As coisas voltaram a piorar, claro... se já é dificil a vida assim com um filho,com as nossas diferenças em termos de como educar uma criança ( ele acha que sou demasiado branda) com uma gravidez e todas as alteraçoes emocionais que acarreta, ainda tudo se torna mais complicado. Sou eu que trato muitas vezes do nosso filho, levo e trago da escola.Faço compras. Como chego mais cedo a casa, adianto o jantar do menino e dou lhe banho. Pequenas tarefas domesticas em casa. Tudo isso faço com enorme amor, apesar do cansaço. Ele diz que eu teimo em fazer tudo, mas pelo amor da santa! Custa-me estar sempre a pedir lhe para fazer isto ou aquilo...Jà lhe pedi para me perguntar se preciso de ajuda quando chega a casa. Mas normalmente quando chega a casa, está com o filho, sim senhor, mas depois tem sempre as coisas dele para fazer.
Sinto que cheguei a um impasse na minha vida e penso muitas vezes em desistir e me separar de vez. Aliás, tenho casa propria, um trabalho estavel mas penso sobretudo, nos meus filhos... na vida em familia que eles necessitam e sinto-me egoísta, sinto que os vou privar de algo que eles merecem por direito.
Mas tambèm tenho plena consciência que eles são o espelho dos pais, e merecem ter uma mae calma, feliz e tranquila para poderem estar bem e desenvolverem-se bem, o que neste momento não possuem. E dado o panorama geral que se apresenta, a chegada de um outro bèbe vai mesmo destabilizar a coisa.

Desculpem o texto longo, foi mais um desabafo. Alguem que tenha passado por algo parecido que me dê dicas. Valerá a pena investir quando tudo parece desmoronar?

Minion
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Desde: 03.03.2015
:)

Olá Beyonce.
Olha, sinceramente estava a ponderar seriamente se deveria responder-te ou não. Isto porque estas questões são demasiado abstractas para haver uma resposta correcta, uma decisão acertada, até mesmo porque as coisas não são a preto e branco certo?

É assim, eu nem de perto nem de longe tenho uma relação semelhante à tua. Considero-me uma sortuda porque juntei-me com o meu namorado à um ano, os primeiros 4 meses juntos foram horríveis, tivemos discussões como nunca tivemos em toda a nossa relação e ponderei mesmo separar-me dele. Penso que foi a dita fase de habituação, porque após esse tempo parece que vivemos em lua-de-mel. Voltamos novamente a ser melhores amigos, ele tenta ajudar-me em muita coisa e está sempre disponível a ajudar, apesar de não saber fazer grande coisa porque sempre foi muito mimado pelos pais mas tem uma verdadeira vontade de aprender.

Sinceramente não consigo perceber também como é que as pessoas se colocam em posições assim, sem querer de forma alguma criticar-te, atenção. Acho que é muito fácil apontar-mos o dedo quando estamos de fora da situação mas dentro é bem diferente certo?
Contudo não posso deixar de estranhar. Já tinhas visto que correu mal com a tua primeira gravidez e mesmo assim decidiste engravidar uma segunda vez?

Lá está, não compreendo e possivelmente nem tão pouco estou numa posição em que consiga compreender.

Apenas posso dizer-te uma coisa.
Pareces uma mulher muito forte, uma mãe exemplar. Não deixes isso tudo ir por água abaixo por causa de ninguém. Agora tens obrigação de te manteres saudável e feliz por essas duas crianças que colocas-te no mundo.
Quanto a separares-te ou ficares, isso é uma decisão que só tu podes tomar mas faz-me um favor. Os meus pais já passaram os 50 anos, eu tenho 25 e posso dizer-te que em todos os meus anos de vida nunca vi actos de amor entre eles. A minha mãe esteve várias vezes para se separar do meu pai mas nunca o fez por mim e pelo meu irmão. E sabes que mais? Eu, com apenas 10 anos pedi-lhe para ela se separar do meu pai. E sempre amei o meu pai!! E sempre tive pavor de ver os meus pais separados!! Mas crescer rodeada de discussões, de rancor, de falta de amor, falta de união...é o pior de tudo. E acima de tudo, ainda hoje me sinto muito triste por saber que os meus pais não voltaram a ter oportunidade de ter amor na vida deles
Eu penso que não conseguiria viver assim por isso odeio pensar que eles, que eu amo tanto, vivem assim.
Se achares que estás numa situação assim não faças o mesmo aos teus filhos.

Boa sorte e muita força Sorriso

elsamaximo
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Desde: 01.01.2012
Olá

Acho que disseste tudo - os teus filhos merecem pais às turras, ou uma mãe saudável e feliz?
Houve uma altura em que tive problemas com o meu marido, tb durante a gravidez e nos primeiros meses de vida do meu Filho. Como me sentia infeliz, separei-me, tornei-me mais forte e feliz. Hoje, no entanto reatei com o meu marido, impus novas regras e sou muito feliz. Às vezes é preciso recomeçar!

Beyonce
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Desde: 11.12.2008
Olà Minion e obrigada pelas

Olà Minion e obrigada pelas tuas palavras.

Como já deves ter comprovado, a vida muda muito quando se vive a dois e muitas vezes nem sempre é fácil ou um mar de rosas como se idealiza no ínicio.

Não sei se viveste sozinha antes de viveres com o teu namorado, mas acredito ( por experiência própria e por várias amigos) que quando se vive muito tempo sozinho, a termos o nosso espaço, as nossas coisas, a nosso próprio ritmo, pode-se tornar mais dificil a convivência com a outra pessoa. Mas isso penso que tambèm seja feitios.

Penso que quase todas as mulheres podem dizer o mesmo: uma gravidez, um filho muda nos por completo. E normalmente é um verdadeiro teste de fogo ás relações, sobretudo aquelas em que já subsistem alguns problemas que ou não sao resolvidos ou não se querem resolver. Acredito que haja nascimentos de filhos super tranquilos, em que se assiste a uma verdadeira inter ajuda e companheirismo entre o casal. Acredito que sim e fico feliz que isso exista.
Mas a verdade è que por muito que nos sintamos preparadas enquanto mulheres para o nascimento de um filho, nada nos prepara para as noites mal dormidas, para a preocupaçao constante, para o instinto básico de protecçao de emerge dentro de nós com uma força avassaladora. E quando a relação já nao vai bem, tudo dentro de nós toma proporçoes gigantescas ( tanto que antes de engravidar pela primeira vez, havia muitas coisas que nem sequer me incomodavam ou que pelo menos, eu consegui "engolir" sem me chatear muito e tudo mudou quando algo dentro de mim crescia).

Esta segunda gravidez não foi de todo planeada. Claro que tencionava dar um irmão ao meu filho, mas não para já. Não como as coisas estavam. E acredita que foi um grande choque e um balde de agua fria. Afinal, não acontece só aos outros. E acredita que pensei e ponderei bastante. E ponderei mesmo nao ter este filho, se bem que seja contra o aborto. Mas uma noite, fui ao quarto do meu filho ve lo e dei por mim a pensar: " que espécie de mulher e mãe seria eu que tinha o poder de decidir que um filho planeado tinha o direito de viver e outro, só porque não foi concebido na melhor altura, iria morrer? " . E a partir daí tudo se tornou claro para mim. Iria ter este filho e hoje, com quase 8 meses de gravidez, amo tanto este ser que está na minha barriga o quanto amo aquele que já saiu dela. E como acredito que tudo no Universo tem uma razao de ser, acredito que terei forças para os criar, se algum dia o tiver que fazer sozinha.

No meu caso não existem discussoes nem gritos em casa, sobretudo na frente do meu filho. Isso é algo que está completamente presente em mim e que tenho sempre a lucidez de me manter calada quando sinto que os animos estão a aquecer. Se isso alguma vez mudar, aí terei mesmo que enveredar por tomar uma decisão mais concreta e definitiva, pois em primeiro lugar, estará sempre o bem estar fisico e emocional deles, pois tal como tu, tambèm cresci num ambiente em que via muitas vezes os meus pais discutirem e acredito que isso me tenha deixado marcas. Pelo menos, a que não quero que os meus filhos passem pelo mesmo.

Agradeço as tua palavras e sinceridade e obrigada por teres respondido.

Elamaximo, obrigada tambèm pelo que disseste. Fez me ver que não estou louca de um todo ao querer/ desejar por vezes estar uns tempos sozinha, sobretudo numa fase em que supostamente uma mulher mais precisa de apoio.

No meu caso, não tenho medo nenhum de ficar sozinha, pois sei que tenho o apoio da minha familia, que mesmo estando longe, sei que me daria 100% do seu apoio moral e fisico, se precisasse. Mas neste momento, todos os prós e contras têm que ser bem pesados e pensados, pois quando o bébe nascer, para alem dos cuidados inerentes a um recem nascido, vou ter uma criança com pouco mais de 2 anos, ainda totalmente dependente de mim para muita coisa e vou precisar de ajuda. E se sou orgulhosa para umas coisas, para o bem estar dos meus filhos não posso ser. As mudanças são sempre bem vindas e muitas vezes são uma bençao.

Penso que só o tempo dirá como as coisas vão correr, mas dentro de mim, o medo e as duvidas que tinha no inicio quando pela primeira vez me ocorreu a separaçao ( para uma mulher com um filho pequeno e gravida de outro pensar em separaçao neste momento da vida, è mesmo sinal de desespero eminente!!) vão se dissipando.

Como costumo dizer: Deus não nos dá um fardo maior que aquele que conseguimos suportar por isso, tudo o que acontecer, será porque tem que acontecer.

Bem haja.

Minion
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Desde: 03.03.2015
resposta

Beyonce escreveu:
Olà Minion e obrigada pelas tuas palavras.

Como já deves ter comprovado, a vida muda muito quando se vive a dois e muitas vezes nem sempre é fácil ou um mar de rosas como se idealiza no ínicio.

Não sei se viveste sozinha antes de viveres com o teu namorado, mas acredito ( por experiência própria e por várias amigos) que quando se vive muito tempo sozinho, a termos o nosso espaço, as nossas coisas, a nosso próprio ritmo, pode-se tornar mais dificil a convivência com a outra pessoa. Mas isso penso que tambèm seja feitios.

Penso que quase todas as mulheres podem dizer o mesmo: uma gravidez, um filho muda nos por completo. E normalmente é um verdadeiro teste de fogo ás relações, sobretudo aquelas em que já subsistem alguns problemas que ou não sao resolvidos ou não se querem resolver. Acredito que haja nascimentos de filhos super tranquilos, em que se assiste a uma verdadeira inter ajuda e companheirismo entre o casal. Acredito que sim e fico feliz que isso exista.
Mas a verdade è que por muito que nos sintamos preparadas enquanto mulheres para o nascimento de um filho, nada nos prepara para as noites mal dormidas, para a preocupaçao constante, para o instinto básico de protecçao de emerge dentro de nós com uma força avassaladora. E quando a relação já nao vai bem, tudo dentro de nós toma proporçoes gigantescas ( tanto que antes de engravidar pela primeira vez, havia muitas coisas que nem sequer me incomodavam ou que pelo menos, eu consegui "engolir" sem me chatear muito e tudo mudou quando algo dentro de mim crescia).

Esta segunda gravidez não foi de todo planeada. Claro que tencionava dar um irmão ao meu filho, mas não para já. Não como as coisas estavam. E acredita que foi um grande choque e um balde de agua fria. Afinal, não acontece só aos outros. E acredita que pensei e ponderei bastante. E ponderei mesmo nao ter este filho, se bem que seja contra o aborto. Mas uma noite, fui ao quarto do meu filho ve lo e dei por mim a pensar: " que espécie de mulher e mãe seria eu que tinha o poder de decidir que um filho planeado tinha o direito de viver e outro, só porque não foi concebido na melhor altura, iria morrer? " . E a partir daí tudo se tornou claro para mim. Iria ter este filho e hoje, com quase 8 meses de gravidez, amo tanto este ser que está na minha barriga o quanto amo aquele que já saiu dela. E como acredito que tudo no Universo tem uma razao de ser, acredito que terei forças para os criar, se algum dia o tiver que fazer sozinha.

No meu caso não existem discussoes nem gritos em casa, sobretudo na frente do meu filho. Isso é algo que está completamente presente em mim e que tenho sempre a lucidez de me manter calada quando sinto que os animos estão a aquecer. Se isso alguma vez mudar, aí terei mesmo que enveredar por tomar uma decisão mais concreta e definitiva, pois em primeiro lugar, estará sempre o bem estar fisico e emocional deles, pois tal como tu, tambèm cresci num ambiente em que via muitas vezes os meus pais discutirem e acredito que isso me tenha deixado marcas. Pelo menos, a que não quero que os meus filhos passem pelo mesmo.

Agradeço as tua palavras e sinceridade e obrigada por teres respondido.

Elamaximo, obrigada tambèm pelo que disseste. Fez me ver que não estou louca de um todo ao querer/ desejar por vezes estar uns tempos sozinha, sobretudo numa fase em que supostamente uma mulher mais precisa de apoio.

No meu caso, não tenho medo nenhum de ficar sozinha, pois sei que tenho o apoio da minha familia, que mesmo estando longe, sei que me daria 100% do seu apoio moral e fisico, se precisasse. Mas neste momento, todos os prós e contras têm que ser bem pesados e pensados, pois quando o bébe nascer, para alem dos cuidados inerentes a um recem nascido, vou ter uma criança com pouco mais de 2 anos, ainda totalmente dependente de mim para muita coisa e vou precisar de ajuda. E se sou orgulhosa para umas coisas, para o bem estar dos meus filhos não posso ser. As mudanças são sempre bem vindas e muitas vezes são uma bençao.

Penso que só o tempo dirá como as coisas vão correr, mas dentro de mim, o medo e as duvidas que tinha no inicio quando pela primeira vez me ocorreu a separaçao ( para uma mulher com um filho pequeno e gravida de outro pensar em separaçao neste momento da vida, è mesmo sinal de desespero eminente!!) vão se dissipando.

Como costumo dizer: Deus não nos dá um fardo maior que aquele que conseguimos suportar por isso, tudo o que acontecer, será porque tem que acontecer.

Bem haja.

Beyonce, pelo que contas-te sobre quando descobriste que estavas grávida do teu segundo filho nota-se mesmo que és uma grande mãe e uma grande Mulher !!
Espero, algum dia, se me deparar com uma situação semelhante ter a mesma coragem e força que tu.

Eu não vivi sozinha antes de viver com o meu namorado, era essa a minha intenção mas aquilo que planeamos nunca corre como queremos não é? Por isso, apesar de tudo, o que me ajudou e muito a superar os 6 meses de inferno iniciais foi mesmo saber que apesar de tudo, e se conseguisse ultrapassar a fase de adaptação e ter uma vida estável, estava a mudar para bem melhor porque como já te disse, em casa dos meus pais a vida nunca foi fácil.

Já relativamente ao teu caso, tens nas tuas mãos as ferramentas perfeitas para tomares a melhor decisão. Tens consciência do que é melhor para ti e para os teus filhos, és uma grande mulher, és independente.
Acredito mesmo independentemente da decisão que tomes vai tudo correr mesmo bem Sorriso

De minha parte mando-te muita força, um grande abraço e beijinho e desejo-te tudo de bom Sorriso

Sempre que precisares apita Piscar o olho

Beyonce
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Desde: 11.12.2008
Obrigada Minion, mais uma vez

Obrigada Minion, mais uma vez pelas tuas palavras.

È verdade que nem tudo corre muitas vezes como planeamos, mas os planos de Deus muitas das vezes não são os nossos e temos que nos adaptar ao rumo dos acontecimentos.

Fico feliz pela tua relação e espero que se um dia chegares a ter filhos com o teu companheiro, que a chegada deles seja mais um factor de união entre vocês, pois acredita que amor nenhum no mundo supera o Amor que se tem por um filho.

Beijinhos grandes e um grande bem haja do fundo do coração.

OrangeBoy
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Desde: 23.02.2014
Olá. Mas tens feito coisas na

Olá.

Mas tens feito coisas na tentativa de envolveres o teu marido e o estimulares a melhorar alguns aspetos do seu comportamento?

Se é para andarem de ventas e chateados dia sim dia não, não vale a pena. Não mantenhas uma relação sem que pelo menos o influêncies a ser melhor pessoa. Pelo que li é uma bestazinha e um grande chato, coisas que se podem limar.

O que quero dizer é, acho que é normal uma mãe tornar-se mais dura (agora tem o seu maior tesouro) para um companheiro que não aparenta dar segurança e ainda bem que assim o és, mas, não vivas os teus dias de costas para ele. Se é para viver na sua companhia, então não desistas de o estimular a ser mais do que é. Todos os dias deves tambéem ambicionar sensibilizá-lo para ser uma melhor pessoa. Viver por viver, mais vale a separação.

Podes ver a questão pelo ponto de vista de que Deus vos cruzou porque acharia que tu serias importante na vida dele, mas também te deu consciência para procurares quem a ti e aos pequenos dê amor.

A decisão no fundo passa por ti, porque te foi atribuida essa possiblidade.

Boa sorte.

: ))

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