Licenciatura
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Boa tarde, não sei se alguém está disposto a dar-me uma ajudinha
é o seguinte, eu estou a tirar a licenciatura em educação básica e a minha média não é nada por aí além, será que isso vai influenciar negativamente o meu futuro na área? A média conta assim tanto? Agradecia imenso que alguém me pudesse ajudar 
Olha eu penso que a média sim importa mas a universidade onde tiras o curso também.
Apesar disso, acho que hoje em dia a média também é muito mais importante, não só por causa do desemprego e da concorrência no mercado de trabalho como também por causa da entrada nos mestrados, ciclo de estudos que o Processo de Bolonha banalizou e generalizou. Na faculdade para onde fui tirar mestrado, a maioria dos licenciados da casa teve que sair e ir tirar mestrado nas privadas - pois tinham médias baixas em relação aos das privadas e havia muito poucas vagas - e os das privadas entraram e preencheram muitas das vagas da pública...
Se pretendes seguir com mestrado e/ou doutoramento acredita que a média vai ser muito importante e também se não tiveres um factor C para te ajudar em questões de emprego, pois o mercado está saturado, há muita concorrência e as pessoas estão a apostar em formações contínuas, multidisciplinares, laterais, experiência no estrangeiro, sendo que isto é cada vez mais é um somatório onde tudo conta, desde média de conclusão do curso até idade, experiência nisto ou naquilo, breves formações,etc,etc.
Boa tarde, não sei se alguém está disposto a dar-me uma ajudinha
é o seguinte, eu estou a tirar a licenciatura em educação básica e a minha média não é nada por aí além, será que isso vai influenciar negativamente o meu futuro na área? A média conta assim tanto? Agradecia imenso que alguém me pudesse ajudar 
Conta, imenso!!
E na tua profissão muito mais do que em outras... O concurso é feito pelos anos de serviço e média! Vais começar sem nenhuns anos de serviço e logo com média baixa é complicado! Por isso tenta fazer melhorias se puderes! 
Olha eu penso que a média sim importa mas a universidade onde tiras o curso também.
Isto é que não concordo, de todo. Nalguns cursos até acredito que possa ser verdade; no meu, e apesar de ter tirado o meu curso numa das faculdades menos prestigiadas da minha área, nunca fiquei fora de um emprego por causa disso.
Podes sempre tentar os privados. Aí as coisas funcionam de outra maneira, mas nem aí há propriamente muitas vagas.
é...aqui podes até escrever mal português que consegues leccionar.
Anda aqui uma pérola no fórum que diz que dá aulas numa escola privada, e vou passar a citar algumas frases escritas por esta "professora". Que educa e ensina crianças a escrever, portanto.
Descubram o wally (wally = erros):
"sou prof primaria numa escola particular...tenho na mesma turma 1ª e 2ª ano imagina. mas cm qd entrei pa la n tinha experiencia n pude exigir mt (...).e cm disse no topico entre tar a ganhar algum e fazer o q realmente gosto ou estar em casa a viver As custas do ze povinho prefiro trabalhar pq se nao era igual aos outros (que critico) e nao foi isso que me foi "educado" (...).
eu tb nao aceitaria pagar para ter os filhos com 2 anos diferentes, mas qd vao conhecer a escola é lhes mostrado a sala e conhecem a realidade, se aceitao....(...)pois quem esta no desemprego involuntario axo mt bem q receba do ze povinho agora quem esta em casa a coçar a micoze ou se despede e vive as minhas custas e de tantos outros q cm eu trabalham sou contra...(...).
uma ficou a trabalhar a outra nao pq qd foi ja tinham colocado outra pessoa...mas por esta pequena amostra vesse a nossa realidade (...).
Claro que nao estou realizada com a proporçao trabalho vs remuneração mas entre trabalhar na minha area, naquilo que gosto, sentir que contribuiu para a sociedade ou ficar em casa à custa de Rendimentos Sociais ou coisas do genero prefiro trabalhar(...)"
Não notaram nada de estranho aqui?!
Só te digo assim: conheço tantos professores (novos, velhos, público e privado) a dar erros... 
Só te digo assim: conheço tantos professores (novos, velhos, público e privado) a dar erros... 
Dar um erro pode ser uma coisa que até escape...se bem que viindo de um professor... Agora: não foi um erro, foram vários.E num pequeno texto.Fiquei na curiosidade, mas juro que me apeteceu perguntar-lhe onde é que tirou a licenciatura. Se calhar ia ler: "Ah? qual licenciatura?!"
MEDO...
"Aceitao"?!
"Vesse"?!
Jasus, é que nem são erros difíceis de encontrar até para um leigo.
A mim, confesso que o erro que me faz mais comichão é o "aceitas-te" e o "aceitaste", além do "aceitão" e o "aceitam". Mas o primeiro, por ser mais comum, tira-me verdadeiramente do sério.
Um professor, uma vez, entregou-me uma referenciação de uma criança na escola. Brinquei com ele - boa pessoa, colega fixe - a dizer que tinha dado um erro e apontei-o. Resposta dele: sou professor de Matemática, não de Português. WTF?
Se há coisa que me deixa os neurónios cegos, são erros nos tempos verbais, porque é que as pessoas insistem com os 'aceitao' e os 'corres-te'?!
Pronto fora isto, eu tirei a licenciatura num politécnico onde existe o curso de Educação Básica, no entanto, pelo menos neste IP nenhum licenciado em EB pode exercer a 'profissão' como professor ou educador, sendo considerado auxiliar de educação, pelo que são obrigados a tirar o mestrado e aí se o fizerem na mesma escola têm praticamente acesso directo ao mestrado, caso contrário o caso muda de figura, porque é um curso no qual as médias são bastante baixas...
Mas supondo que isto não é o que se passa em todas as escolas do país, sim a média conta muito pelos critérios que outras meninas já indicaram...
Um professor, uma vez, entregou-me uma referenciação de uma criança na escola. Brinquei com ele - boa pessoa, colega fixe - a dizer que tinha dado um erro e apontei-o. Resposta dele: sou professor de Matemática, não de Português. WTF?
LOL
Vá lá até tem alguma lógica (e aqui corro o risco de entrar em contramão...)
Para se ser professor de matemática podemos ser licenciados em..."matemática" apenas. Um curso qualquer do género. Portanto, podemos apenas ter um excelente raciocínio para cálculo e lógica, e "cagar" para o português basicamente...eu não me importava nada que nos meus tempos de secundário o meu excelente professor de matemática desse calinadas a falar português...porque o gajo efectivamente percebia muito daquilo e além disso ensinava optimamente bem.
Já para se ser professor de português...é complicado ter desculpa para falhar...
LOL
Vá lá até tem alguma lógica (e aqui corro o risco de entrar em contramão...)
E estás a entrar em contramão! 
É que, sendo um professor de 5.º e 6.º ano de licenciatura antiga, o 3.º ano tinha estágio em 1.º ciclo. E no primeiro ciclo lecciona-se de tudo, incluindo Português. Mais até: ninguém (mas rigorosamente ninguém) devia sair da escola primária sem saber ler e escrever correctamente a língua materna.
Olha eu penso que a média sim importa mas a universidade onde tiras o curso também.
Isto é que não concordo, de todo. Nalguns cursos até acredito que possa ser verdade; no meu, e apesar de ter tirado o meu curso numa das faculdades menos prestigiadas da minha área, nunca fiquei fora de um emprego por causa disso.
Sim, tens razão. Acho que bons e maus profissionais há em todo o lado, vindos de públicas ou privadas, clássicas ou modernas.
Na minha área importa e os escritórios e sociedades, muitas vezes, exigem o curso tirado em certas universidades, mas já conheci óptimos juristas vindos de privadas como maus juristas vindos das faculdades clássicas...
De facto... É o que mais conta porque a tua média e as horas de trabalho é que são a base para concorreres e ficares colocada. Conheço amigos que com médias de 15 e 16 e algumas boas horas de serviço e ainda não estão colocados em lado algum...
A média é de facto importantes se estiveres a concorrer para o público, porque se for para privado o cenário muda ligeiramente e vão também analisar todo o teu plano curricular, formações ou seminários que tenhas participado, a tua prestação numa entrevista, tudo isso....Apesar do curso ser diferente, o meu namorado uma vez foi a uma entrevista de emprego, com uma colega de curso, e pensou não ter a mínima hipótese, uma vez que ela tinha uma média brutal de 18 valores e ele tinha média de 14, no final de contas, foi ele que ficou
por isso há sempre muitos outros factores que contam, eu penso que a entrevista por exemplo é fundamental....
Boa tarde, não sei se alguém está disposto a dar-me uma ajudinha
é o seguinte, eu estou a tirar a licenciatura em educação básica e a minha média não é nada por aí além, será que isso vai influenciar negativamente o meu futuro na área? A média conta assim tanto? Agradecia imenso que alguém me pudesse ajudar 
Boa tarde. Vou-te dar a minha visão dentro da minha área. Sou formada em Economia por uma faculdade privada e frequento o mestrado numa instituição publica de renome a a nível mundial (acho que é fácil adivinhar qual é!).
Não tive média para me licenciar numa Faculdade pública mas optei por uma instituição privada em vez de ficar mais 1 ano a fazer melhoria de média.
Mal terminei o curso (antes até) fiquei logo colocada, ao contrario de muitos colegas que se formaram na Nova, Iscte, Iseg e FEP (faculdade economia do Porto).
Uma das mts perguntas que fui fazendo nas diversas entrevistas em grandes empresas ligadas às área (SONAE, Nova Base, PT, TAP, REN, Banco de Portugal...) foi a importância da média em no mercado de trabalho. Cheguei à conclusão de que a dita média serve apenas como mais um auxiliar na escolha do candidato para a empresa.
A implementação do Bolonha serviu para isso mesmo, para haver menos discrepância entre as médias e para tb não haver a discriminação entre instituições de ensino privadas e estatais. Uma outra razão, claro, foi a equivalência em toda a UE.
Na minha experiência, vale muito mais o nrº de créditos e o tal "prestigio da Faculdade" do que propriamente a média. A minha média de licenciatura foi boa, mas conheço pessoas com melhores médias e não estão colocadas! Isto tb depende muito do factor sorte e da tal dita cunha que hoje em dia comanda muitas empresas!
Isto na minha área, claro! Na tua não faço ideia...mas se tiveres possibilidade de tirares melhores notas, então aproveita!
LOL
Vá lá até tem alguma lógica (e aqui corro o risco de entrar em contramão...)
E estás a entrar em contramão! 
É que, sendo um professor de 5.º e 6.º ano de licenciatura antiga, o 3.º ano tinha estágio em 1.º ciclo. E no primeiro ciclo lecciona-se de tudo, incluindo Português. Mais até: ninguém (mas rigorosamente ninguém) devia sair da escola primária sem saber ler e escrever correctamente a língua materna.
Estou muito por fora...tentei frequentar o ensino superior mas vi que ia ser árduo, desisti.
No entanto tive professores no secundário que leccionavam disciplinas, mas eram licenciados noutras áreas, por isso é que disse que se compreendia. Tive uma professora de química que era licenciada noutra cena qualquer; por esta lógica se pusermos um gajo com média de 8/9 valores a tirar matemática e o deixarem leccionar, é normal que ele dê erros. Não sei em que altura é que se passou a história que referenciaste, mas pelo menos agora, estando o sistema de ensino (=?) como está, parece-me super normal!
Vê bem, a professora da minha sobrinha está terminantemente proibída de reprovar um aluno, a menos que seja o encarregado de educação a autorizá-lo, após uma chamadinha à escola para "consulta" de opinião...e eu pergunto: se o aluno não sabe ou não está preparado e o paizinho ou a mãezinha quer que o filhinho passe de ano, ele vai bem preparado? e depois temos aqueles professores...aquelas "pérolas". É fácil chegar à universidade a escrever "vossês" e "poderam", e não saber fazer uma conta de multiplicar simples sem usar a calculadora.
LOL
Vá lá até tem alguma lógica (e aqui corro o risco de entrar em contramão...)
E estás a entrar em contramão! 
É que, sendo um professor de 5.º e 6.º ano de licenciatura antiga, o 3.º ano tinha estágio em 1.º ciclo. E no primeiro ciclo lecciona-se de tudo, incluindo Português. Mais até: ninguém (mas rigorosamente ninguém) devia sair da escola primária sem saber ler e escrever correctamente a língua materna.
Estou muito por fora...tentei frequentar o ensino superior mas vi que ia ser árduo, desisti.
No entanto tive professores no secundário que leccionavam disciplinas, mas eram licenciados noutras áreas, por isso é que disse que se compreendia. Tive uma professora de química que era licenciada noutra cena qualquer; por esta lógica se pusermos um gajo com média de 8/9 valores a tirar matemática e o deixarem leccionar, é normal que ele dê erros. Não sei em que altura é que se passou a história que referenciaste, mas pelo menos agora, estando o sistema de ensino (=?) como está, parece-me super normal!
Vê bem, a professora da minha sobrinha está terminantemente proibída de reprovar um aluno, a menos que seja o encarregado de educação a autorizá-lo, após uma chamadinha à escola para "consulta" de opinião...e eu pergunto: se o aluno não sabe ou não está preparado e o paizinho ou a mãezinha quer que o filhinho passe de ano, ele vai bem preparado? e depois temos aqueles professores...aquelas "pérolas". É fácil chegar à universidade a escrever "vossês" e "poderam", e não saber fazer uma conta de multiplicar
simples sem usar a calculadora.
Só para esclarecer, ninguém com 8 ou 9 valores pode estudar matemática para universidade, e mesmo que fosse, duvido que alguma vez conseguisse acabar um curso de matemática e posteriormente leccionar...
Estás enganada, Adriana20. Actualmente, ninguém entra na faculdade com menos de 9.5, mas antigamente (há 10 anos, por exemplo, que foi quando eu entrei) era possível entrar com 7, 8 ou 9. Bastava que a faculdade tivesse vagas para um aluno que tivesse média de 10 de secundário e um 2 ou um 3 no exame de acesso. E sim, terminavam os cursos. Conheço vários casos.
Sofia, não sei em que ano está a tua sobrinha, mas no 1.º ciclo, por exemplo, só podem reprovar no 2.º e no 4.º ano, salvo situações muito específicas (doença prolongada, por exemplo, que tenham impedido a criança de frequentar a escola durante tempo significativo).
Podia dar tantos (mas tantos...) exemplos!
Já agora, a situação que descrevi, passou-se há 2 anos.
Sem ferir susceptiblidades, não me admira então que o país esteja como está. Talvez se a geração anterior fosse mais qualificada isto não estivesse assim, por alguma razão, actualmente, as melhores faculdades do país não aceitam notas inferiores a um determinado valor nas provas de ingresso.
Aliás, sempre foi de conhecimento geral que muitas escolas secundárias são menos exigentes do que outras, ou por conhecer a/b a média desse aluno é beneficada, portanto um aluno que chegue a exames nacionais e tire 2 ou 3 num exame de acesso à faculdade devia dedicar-se a outra coisa sem ser formar-se em algo que se estivesse realmente interessado teria postiva, pelo menos, na prova de ingresso.
Peço desculpa pelo off-topic.
por alguma razão, actualmente, as melhores faculdades do país não aceitam notas inferiores a um determinado valor nas provas de ingresso.
Não são as melhores faculdades do país. São todas. O mínimo geral é 9.5. Nalguns cursos, é 10.
Não era isso que eu estava a dizer e, há faculdades do país - leia-se lusófona - que aceitam, ainda, negativas nos exames nacionais. Tenho uma colega que entrou com 8 em Biologia no curso de veterinária. Além disso há faculdades, as melhores, que não aceitam notas nas provas de ingressos inferiores a 12, por exemplo.
Sem ferir susceptiblidades, não me admira então que o país esteja como está. Talvez se a geração anterior fosse mais qualificada isto não estivesse assim, por alguma razão, actualmente, as melhores faculdades do país não aceitam notas inferiores a um determinado valor nas provas de ingresso.
Aliás, sempre foi de conhecimento geral que muitas escolas secundárias são menos exigentes do que outras, ou por conhecer a/b a média desse aluno é beneficada, portanto um aluno que chegue a exames nacionais e tire 2 ou 3 num exame de acesso à faculdade devia dedicar-se a outra coisa sem ser formar-se em algo que se estivesse realmente interessado teria postiva, pelo menos, na prova de ingresso.
Peço desculpa pelo off-topic.
A geração anterior não era mais qualificada porque estudar para tirar um curso era uma aspiração apenas da burguesia, ao contrário de hoje.
Sobre os níveis de exigência das escolas concordo. E o exemplo que me vem à cabeça é do ensino recorrente - quem não consegue acabar uma ou duas disciplinas no público vai para um externato, paga mensalmente e dão-lhe a disciplina.
No entanto, acho que isso não quer dizer que seja um burro ou que quando for para a universidade que ande lá a passear os livros.
Há pessoas que acabam o curso com boa média e no secundário tinham 11 e 12, assim como há quem entre com médias altíssimas, chegue à universidade, pense que por ter entrado com uma média mais alta que é mais esperto, precise de estudar menos e depois se espalhe ao comprido.
Há quem passe na prova de ingresso e nem sequer queira mesmo formar-se em algo, mas andar na faculdade a curtir até se fartar daquilo. Conheço tantos casos assim...
Sem ferir susceptiblidades, não me admira então que o país esteja como está. Talvez se a geração anterior fosse mais qualificada isto não estivesse assim, por alguma razão, actualmente, as melhores faculdades do país não aceitam notas inferiores a um determinado valor nas provas de ingresso.
Por um lado entendo o que dizes e até te dou razão, por outro lado não tem toda a lógica do mundo pois há muito quem seja médico e não valha um chavelho naquilo que faz.
E que me lembre, são dos cargos que exigem as maiores médias.*
Para mim, já que são professores quem ensinam os médicos, são estes que deveriam ter maiores exigências...
*A não ser que entrem para privadas, onde basta ser atleta de alta competição para poderes entrar para medicina com 14 valores... nunca vou entender estas "coisas", mas que era assim, era.
Se pagares já podes ser tudo e mais alguma coisa.
Se pagares até te ajudam a responder às perguntas dos exames.
Oh minha gente...se a geração anterior é uma bosta não sei o que chamar à que aí vem...
saróca23, acabei o ano passado o mesmo curso que tu. Posso dizer-te que a minha média não foi por aí além também, especialmente por causa das matemáticas e afins. Mas no final da licenciatura deram-me um papel com as notas de todas as disciplinas dos 3 anos de Licenciatura, papel esse que posso mostrar em algumas entrevistas, para que percebam(caso queiram) que se não fossem as matemáticas tinham acabado com média de 15...
Dito isto, a média da licenciatura conta, mas caso queiras fazer outro ciclo de estudos,um mestrado, então será essa a nota importante.
Se precisares de alguma coisa, alguma ajuda, estás à vontade.
beijinho
*A não ser que entrem para privadas, onde basta ser atleta de alta competição para poderes entrar para medicina com 14 valores... nunca vou entender estas "coisas", mas que era assim, era.
Não há - nem nunca houve - medicina nas privadas.
Aquilo que existe, em medicina e no resto dos cursos, é uma vaga destinada aos alunos provenientes dos Açores, outra vaga para alunos da Madeira, outra para alunos com necessidades educativas especiais, outra para alumos atletas de alta competição e outra para militares. Nem sei se há mais excepções, e para medicina nem transferências há.
E a média não é 14: entra o aluno que, nesse contigente, tiver média mais elevada - tanto pode ser 12 ou 13, como 19. Já aconteceu a média dos contingentes especiais ser superior à média do concurso normal.
não me pareceu, de todo, erros. Acho que só estava tentar simplificar a escrita.. como mt gente (incluindo eu) faz!! Acho eu.. Mas pra mim, são apenas abreviaturas. álém disso, ela n esta a dar nenhuma aula, nem a educar, está a falar c pessoas de uma maneira mais à vontade!
Certo???
Beijoss
peço desculpa, nao tnha visto bem, afinal tinham ali 2 errozitos. mas pronto, n pudemos criticar ninguem... ate pode ter terminado o seu curso c uma excelente média!!
peço desculpa, nao tnha visto bem, afinal tinham ali 2 errozitos. mas pronto, n pudemos criticar ninguem... ate pode ter terminado o seu curso c uma excelente média!!
Errozitos? Nem para um cidadão comum são dois errozitos. São dois erros crassos.
E sim, pode ter tirando o curso com uma excelente média (o que me leva a pensar na qualidade do curso e dos professores...), mas isso não faz dela uma boa professora.
eu disse dois errozitos naquela expressão dos "2 erros". nao foi c a intenção de dizer que era erros pouco graves. são graves sim, pra uma professora, ainda pior, professora do ensino básico 
mas eu n a conheço e n sou ninguem pra julgar a mulher.. pode ser uma excelente professora ou nao 
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Boa tarde, não sei se alguém está disposto a dar-me uma ajudinha
é o seguinte, eu estou a tirar a licenciatura em educação básica e a minha média não é nada por aí além, será que isso vai influenciar negativamente o meu futuro na área? A média conta assim tanto? Agradecia imenso que alguém me pudesse ajudar 
Obviamente que sim.
Contrariamente a outras áreas, onde a média pode ser importante mas nem tanto, na área da educação básica, a colocação em escolas ou jardins-de-infância tem por base os anos de serviço, a média e a idade. Quando acabares o curso, como não tens anos de serviço, todos os que tiverem média superior a ti, passam-te à frente. Só passarás à frente daqueles que, tendo uma média igual à tua, forem mais novos. Se tivermos em conta o desemprego que há na tua área... acho que consegues ter uma noção.
Podes sempre tentar os privados. Aí as coisas funcionam de outra maneira, mas nem aí há propriamente muitas vagas.