Figura Paternal - Opiniões e Experiencias
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Boa tarde,
Após fazer pesquisas sobre acordos de regulação de poder paternal vários tópicos deste forum surgiram. E depois de ter lido tudo o que foi dito aqui, gostaria de vos dar a conhecer o outro lado das historias partilhando convosco o outro lado de algumas historias, através de um pequeno exemplo que esta a acontecer perto de mim.
Um casal que se divorciou, mas que ambos os pais sempre tiveram uma grande importancia na vida da criança que nasceu deste casamento, especialmente o pai devido aos estudos da mae. A guarda partilhada foi aceite e sempre foi o que foi idealizado pelo pai, pois o divorcio em nada alterou a importancia de ter 1 pai e 1 mae presentes. De um momento para o outro, a mae virou-se do avesso e pediu a guarda da criança, veio-se entretanto a saber que esta andava com problemas financeiros. Andava sempre a falar no dinheiro de pensao de alimentos que queria receber e a dizer que o pai so ia ter direito ao típico 26/4, pois era a unica maneira dela receber dinheiro pela parte do pai. Infelizmente parece que a guarda partilhada implica consentimento e entendimento do casal que se divorciou e que basta estas condições nao estarem reunidas para o tribunal atribuir a guarda a alguem, e neste caso como sempre, esta foi atribuida à mae.
Muito se fala dos pais que nao querem saber dos filhos e dos que querem saber e são afastados das vidas dos filhos???
O que são 4 dias (visitas alternadas ao fim de semana) em 30 dias? 15 % do tempo???? É essa a importancia de um Pai na educação de um filho???
Mas depois temos o reverso da moeda, em termos de pensão, já contribuem a meias e ás vezes bem mais do que isso...Tive a pesquisar em foruns e há homens a pagar quase 700 euros + despesas de educação e etc...??!!?? Isso é metade das despesas??? Peço desculpa mas custa-me a acreditar...
Entretanto na net descobri casos interessantes de familia reconstituidas em que os pais nao educam os seus filhos mas sim os filhos das companheiras... Parece me uma situação viciada e doentia!
E quando um pai quer saber do filho nao lhes é dada a hipotese???? O que é que se diz num caso destes?
Eu percebo o que dizem em relação a pais desinteressados mas quando nao é o caso e nem sequer têm hipotese devido ao preconceito de que os filhos devem ficar com as maes... Onde esta a justiça?
Boa tarde,
Após fazer pesquisas sobre acordos de regulação de poder paternal vários tópicos deste forum surgiram. E depois de ter lido tudo o que foi dito aqui, gostaria de vos dar a conhecer o outro lado das historias partilhando convosco o outro lado de algumas historias, através de um pequeno exemplo que esta a acontecer perto de mim.
Um casal que se divorciou, mas que ambos os pais sempre tiveram uma grande importancia na vida da criança que nasceu deste casamento, especialmente o pai devido aos estudos da mae. A guarda partilhada foi aceite e sempre foi o que foi idealizado pelo pai, pois o divorcio em nada alterou a importancia de ter 1 pai e 1 mae presentes. De um momento para o outro, a mae virou-se do avesso e pediu a guarda da criança, veio-se entretanto a saber que esta andava com problemas financeiros. Andava sempre a falar no dinheiro de pensao de alimentos que queria receber e a dizer que o pai so ia ter direito ao típico 26/4, pois era a unica maneira dela receber dinheiro pela parte do pai. Infelizmente parece que a guarda partilhada implica consentimento e entendimento do casal que se divorciou e que basta estas condições nao estarem reunidas para o tribunal atribuir a guarda a alguem, e neste caso como sempre, esta foi atribuida à mae.
Muito se fala dos pais que nao querem saber dos filhos e dos que querem saber e são afastados das vidas dos filhos???
O que são 4 dias (visitas alternadas ao fim de semana) em 30 dias? 15 % do tempo???? É essa a importancia de um Pai na educação de um filho???
Mas depois temos o reverso da moeda, em termos de pensão, já contribuem a meias e ás vezes bem mais do que isso...Tive a pesquisar em foruns e há homens a pagar quase 700 euros + despesas de educação e etc...??!!?? Isso é metade das despesas??? Peço desculpa mas custa-me a acreditar...
Entretanto na net descobri casos interessantes de familia reconstituidas em que os pais nao educam os seus filhos mas sim os filhos das companheiras... Parece me uma situação viciada e doentia!
E quando um pai quer saber do filho nao lhes é dada a hipotese???? O que é que se diz num caso destes?
Eu percebo o que dizem em relação a pais desinteressados mas quando nao é o caso e nem sequer têm hipotese devido ao preconceito de que os filhos devem ficar com as maes... Onde esta a justiça?
Isto é uma "história/anedota",que mesmo assim acho que faz todo o sentido,ora cá vai
É do pai ou da mãe?
Discute-se, em tribunal, a custodia de uma criança:
A mãe, muito emocionada, tenta defender-se:
-Meretíssimo Juiz... Esta criança foi gerada dentro de mim... Ela saiu do
meu ventre, portanto eu mereço ficar com ela!
O juiz passa a palavra para o marido, que resolve usar o seu lado lógico:
-Senhor Dr. Juiz, responda-me a uma e única pergunta: quando eu coloco uma
moeda numa máquina de refrigerantes, a latinha que sai .... é minha ou da
máquina?
(Anônimo)
Agora dando a minha humilde opinião,apesar de ser mulher,concordo que em caso de divórcio o poder paternal deve ser partilhado... Apenas em questões de maus-tratos e abusos é que a coisa deve ser diferente...
É que,caramba,as crianças já estão a sofrer o suficiente por não terem os pais juntos,e ainda são obrigadas a estar menos com um do que com outro...
Não sou psicóloga (nem tento ser),mas pondo-me na pele de uma criança nessa situação,ia corroer-me de culpa ao ter que deixar a mãe para estar com o pai,ou vice-versa...
Não me entendam mal,adoro e sempre adorei a minha mãe,mas o meu pai era o parceiro das brincadeiras
se na minha infância me impedissem de estar com o meu pai (ou com a minha mãe),garanto que ficava devastada...
E acho mal,a mãe ter sempre a prioridade.. Há que ver as coisas de todos os angulos... Se tinha guarda partilhada,corria bem e de repente um dos 2 quer o poder exclusivo,é pq aí há marosca e outros interesses.. E assim sendo,quem pede guarda exclusiva era quem havia de perder esse direito...
O poder paternal na minha opinião tem muito que se lhe diga em relação se a criança deve ficar com a mãe, com o pai ou se a guarda deve ser partilhada.
Em relação à guarda partilhada isso não se aplica a todos os casos. Eu por exemplo, não concordo com a guarda partilhada quando por exmplo, um pai nunca se preocupou em acordar no meio da noite para estar com o filho quando este precisava, como por exemplo quando estava doente, quando um filho está enternado no hospital e mal vai o ver porque já está lá a mãe, quando está a comer e o bebe está a chorar e diz à mulher para pegar nele, porque ele não pode pegar precisa de comer à vontade, etc. Homens destes infelizmente há aos montes. Mas, quando é para brincar com os filhos brincam...
Agora um pai que só serve para brincar, deve ficar com a guarda partilhada? E as outras responsabilidades? Dá dores de cabeça?
Por isso é que eu digo se os pais amam os filhos deveriam ser coerentes e pensar no interesse da criança e não no seu próprio umbigo.
Eu também concordo, mesmo que uma mãe esteja com a guarda da criança e se o pai pode estar várias vezes com a criança, porque não, ir às vezes buscar a criança à escola ou levá-la, etc...Isto só é saudável para ela...
Concordo com a Desesperada3, sempre me fez confusão o papel distante que a sociedade quer atribuir ao pai. O filho é dos dois, os direitos devem ser iguais. Isto falando em situações em que não há anormalidades.
Porque é que a sociedade considera a mãe a "dona" da criança???? Foi a mãe que a teve na sua barriga durante 9 meses, acredito e aceito que se crie um laço maior inicialmente, mas não a gerou sozinha. Irrita-me profundamente os tribunais atribuirem quase sempre a guarda da criança à mãe, o pai só serve para a pensão de alimentos. Aí já é considerado pai, mas para o educar já não.
Quanto aos pais educarem os filhos das novas companheiras, é realmente triste, pois como as crianças ficam à guarda da mãe os novos companheiros estão 24h com eles. Numa situação saudável e justa a guarda deve ser partilhada, os novos companheiros são o que são, o companheiro da mãe/pai, e nada impede uma boa relação entre eles. Mas nunca substituir o progenitor.
Quanto à questão dos pais que não se levantam de noite para ver o filho, não vão tanto ao hospital... Apesar de não concordar com esta atitude, considero que muitas vezes é relaxamento pois sabem que a mãe resolve o assunto. Contudo, nada como ficar sozinho com o filho uma temporada para ele aprender a cuidar dele.
Sei que há casos e casos, mas nada como tentar.
Bjocas
Olha a questao da custodia partilhada é um assunto bastante complexo. As situações não são todas iguais, não é tudo assim tao linear. Eu conheço um caso em que uma criança, após o divorcio dos pais, ficou com a mãe e aos fins de semana ia para o pai e sempre foi felicissima e tem uma boa relação com o pai. Por outro lado, tenho conhecimento de uma outra situação de um casal ao separar-se não chegaram a entendimento sobre quem iria ficar com a custodia dos filhos e o resultado foi que as crianças ficam um dia na casa de cada um dos pais. E ao contrario do que se possa pensar esta situação é extremamente prejudicial. Eles sentem-se uma "bola de ping-pong" sempre de um lado para outro. Isto gerou muitas guerras e as crianças sofrem bastante.Mas isto é um caso particular que passou de divorcio a guerra.
Com isto quero dizer que mais importante que a vontade dos pais é o bem estar das crianças.A custodia partilhada talvez seja a medida mais adequada, no entanto deve haver entendimento entre os pais. Isso é o mais importante! Na minha opiniao e muito importante que esses pais a que te referes se entendam e cheguem a acordo. isso sim é muito importante, para que possam partilhar o crescimento da criança de forma harmoniosa!
Tenho um caso de divórcio,não na familia mas em amigos chegados,e tem 2 filhos... E os miudos,já antes do divórcio,estavam habituados ao "hoje é o pai que vem buscar,amanhã é a mãe",porque os pais sempre tiveram um casamento assim... Tudo a meias... Hoje eu faço trabalho doméstico e tu vais passear ou pro ginásio,e amanhã trocamos...
Agora depois de divorciados,assim continuam.. A única diferença é agora terem a casa da mãe e a casa do pai...
E uma coisa que acho absolutamente linda,e num mundo ideal,seria sempre assim,esse ex-casal,ainda hoje,vão juntos a festa de aniversário do pai dela(ou de outro elemento de familia que convide,ou se não convida ela pergunta se o ex tb pode ir,para ele não ficar sozinho).... A festa de aniversário dos miudos é em casa da mãe e vai toda a gente,pai,mãe,familia da mãe e familia do pai...
Já calhou a mãe estar de férias na altura do são joão e o ex-marido,foi à sardinhada a casa dos ex-sogros,estava ela e os miudos no Algarve...
Acho lindo,e os miudos (lido de perto com eles todos os dias),estão perfeitamente adaptados,e felizes,até porque nem sequer há guerras nenhumas de nenhum dos lados...
Eu acho lindo
O pretendido pelo Pai era precisamente uma situação assim, em que, apesar do divorcio, continuaria a haver um bom entendimento entre os pais em prol do bem estar da criança. E inicialmente, a hipotese foi rejeitada pela mae, mas reconsiderou a hipotese pois por várias vezes a criança solicitou a presença do Pai e ela apercebeu-se que aquela criança tem um grande laço afectivo com o Pai.
Não é caso que me é assim tão distante, e como ja devem ter percebido a parte que me está mais proxima é a parte do pai. Apenas nao ponho aqui promenores mais concretos porque nao quero de todo ferir susceptibilidades, quero apenas saber como posso ajudar este pai, que sofre com a ausencia do filho. Gostaria de ter feedback de pessoas que conheçam situações semelhantes e como se processaram. Penso que em termos legais nao há muito a fazer, pois se a mae teimar em nao querer reconhecer a importancia desta relação e aceitar um acordo, a decisão se vai manter dependente de tribunais, nessa caso não há nada a fazer pois as mentalidades continuam muito obtusas, principalmente em termos juridicos.
Eu reconheço que um padrasto ou madrasta é muito importante e que a existencia de uma boa relação entre estes e a criança é benéfica, mas dai a estes terem direito a uma convivencia maior e quer se queira quer nao, e ser a segunda referencia de educação da criança parece-me um bocado desajustado quando existe um pai disposto a fazer esse papel.
Neste caso concreto estamos a falar de casal que sempre partilhou todas as tarefas quando a disponibilidade era igual, mas entre o 2º e o 5º ano de vida desta criança, a mae esteve a estudar a noite e a criança ficava entregue aos cuidados do pai. Tudo isto foi bem entendido pelo pai, pois é um direito dela investir no seu futuro profissional. Mas parece me injusto que este facto seja esquecido, pouco tempo mais tarde, quando se trata de discutir a guarda da criança.
O sistema de guarda partilhada que esteve estabelecido, era de semanas alternadas, sendo que tanto a casa da mae, como a do pai e a escola se encontram relativamente perto, este sistema foi totalmente viavel. Até ao dia em que ela decidiu que tinha mais direitos sobre o filho que o pai e decidiu pedir a guarda da criança.
Para mim é claro se há alguem que esta a pensar em si e nao na criança é esta mae... Porque para isto acaba por ser uma situação duplamente vencedora:
- mais tempo com a criança
- mais dinheiro ao fim do mes
É triste pensar que alguem pondera vender o bem estar do seu filho... Mas aqui estamos a falar deste caso concreto.
O objectivo deste topico era apenas lançar um debate sobre interpretação juridica feita actualmente deste tipo de situações, em que invariavelmente a guarda é atribuida à mae. Penso que esta questao gira muito à volta da mentalidade da sociedade.
Aproveito para os dar a conhecer uma associação que luta pelos direitos dos pais:
http://serpai.no.sapo.pt/
Estao disponiveis várias estatisticas e outros factos relacionados com esta questão.
Infelizmente conheço um caso bem parecido com o teu... um pai que queria ser pai mas a mãe nunca deixou...
esse pai assumiu a criança e não deixou a mãe fazer um aborto e para tal casou... o resultado foi desatroso e ao fim de 6 meses separaram-se... Ela sabia que ele era apegado a filha fez de tudo para o prender... que só veria a filha se voltasse a morar com ela e muitas outras ameaças.. e sempre que ao fim de semana ia buscar a filha havia guerra... ora a filha estava na casa da avó ou eram os pais dela que esperavam e tudo sempre debaixo de ameaças... ela que não o deixava em paz... enfim um inferno!! Ele viajou e ficou rendimendo a uma outra mulher... mas o seu coração ficou sempre despedaçado e culpado... e hoje ainda se sente culpado porque a filha é mal educada e a mãe sempre a usou para conseguir mais dinheiro, e nunca deixou trocar uma palavra com o pai... e acredita as barbaridades que esta mãe fez são imensas... até pressão psicologica com a filha fez! E sempre tentou derrubar o pai, quando este pagava a pensão exigia sempre mais porq uma criança dá muitas despesas... mas se ele dizia "eu cuido dela" era guerra... Hoje esse pai tem outa filha que ama mas sei ainda têm sentimentos de culpa...
Olha desculpa o testamento mas não podia ficar indeferente... Quanto ao que podes fazer não sei, não te posso ajudar muito... mas espero que tudo corra bem...
Apenas quero te deixar umas palavras de conforto... não posso fazer mais... eu sei o que é o sentimento de impotência
bjs
O que podemos fazer,é trocar experiências,e talvez apareça ajguém que possa ajudar...
Enquanto que no 1º caso que falei,são todos muito civilizados,e amigos,já no caso de um primo meu,infelizmente a coisa não é bem assim...
A coisa começou mal,porque desde que o meu primo me disse "vou ser pai",cheirou-me logo a "golpe do pontapé nas costas" se é que me faço entender...
E fiquei com essa sensação,porque começaram a namorar,umas semanas depois ela estava grávida... Ora começaram o namoro quase em novembro,no inicio de dezembro ela já estava grávida... Ali houve marosca (agora que penso nisso... será que o meu primo é mesmo o pai?uma pessoa ouve tanta coisa que já nem dá para ter certezas)
Nunca casaram,viveram juntos 7 ou 8 anos(sempre com discussões,ele comprou casa,e ela nunca quis sair de casa da mãe,mesmo ficando quase vizinha...complicaçoes...),e na altura do Natal no ano passado,ele descobre que a namorada tinha andado enrolada com outro (e ela admitiu,e foi viver com esse outro), e nunca mais deixou o meu primo ver a filha sossegado...
Ele bem tenta não responder a provocações pelo bem da menina,mas a mãe da miúda e o actual namorado,ameaçam,fazem escandalos à porta da escola da miuda....
Está terrivel... Sinceramente,tenho pena da pequerrucha...
Os adultos que se amanhem,e o meu primo tb,arranjou uma gaja rasca,problema dele,tivesse juizo... Tenho pena é da menina,a crescer num ambiente assim...
Concordo com a Desesperada3, sempre me fez confusão o papel distante que a sociedade quer atribuir ao pai. O filho é dos dois, os direitos devem ser iguais. Isto falando em situações em que não há anormalidades.
Porque é que a sociedade considera a mãe a "dona" da criança???? Foi a mãe que a teve na sua barriga durante 9 meses, acredito e aceito que se crie um laço maior inicialmente, mas não a gerou sozinha. Irrita-me profundamente os tribunais atribuirem quase sempre a guarda da criança à mãe, o pai só serve para a pensão de alimentos. Aí já é considerado pai, mas para o educar já não.
Quanto aos pais educarem os filhos das novas companheiras, é realmente triste, pois como as crianças ficam à guarda da mãe os novos companheiros estão 24h com eles. Numa situação saudável e justa a guarda deve ser partilhada, os novos companheiros são o que são, o companheiro da mãe/pai, e nada impede uma boa relação entre eles. Mas nunca substituir o progenitor.
Quanto à questão dos pais que não se levantam de noite para ver o filho, não vão tanto ao hospital... Apesar de não concordar com esta atitude, considero que muitas vezes é relaxamento pois sabem que a mãe resolve o assunto. Contudo, nada como ficar sozinho com o filho uma temporada para ele aprender a cuidar dele.
Sei que há casos e casos, mas nada como tentar.
Bjocas
Concordo a 100%!!!!

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Boa tarde,
Após fazer pesquisas sobre acordos de regulação de poder paternal vários tópicos deste forum surgiram. E depois de ter lido tudo o que foi dito aqui, gostaria de vos dar a conhecer o outro lado das historias partilhando convosco o outro lado de algumas historias, através de um pequeno exemplo que esta a acontecer perto de mim.
Um casal que se divorciou, mas que ambos os pais sempre tiveram uma grande importancia na vida da criança que nasceu deste casamento, especialmente o pai devido aos estudos da mae. A guarda partilhada foi aceite e sempre foi o que foi idealizado pelo pai, pois o divorcio em nada alterou a importancia de ter 1 pai e 1 mae presentes. De um momento para o outro, a mae virou-se do avesso e pediu a guarda da criança, veio-se entretanto a saber que esta andava com problemas financeiros. Andava sempre a falar no dinheiro de pensao de alimentos que queria receber e a dizer que o pai so ia ter direito ao típico 26/4, pois era a unica maneira dela receber dinheiro pela parte do pai. Infelizmente parece que a guarda partilhada implica consentimento e entendimento do casal que se divorciou e que basta estas condições nao estarem reunidas para o tribunal atribuir a guarda a alguem, e neste caso como sempre, esta foi atribuida à mae.
Muito se fala dos pais que nao querem saber dos filhos e dos que querem saber e são afastados das vidas dos filhos???
O que são 4 dias (visitas alternadas ao fim de semana) em 30 dias? 15 % do tempo???? É essa a importancia de um Pai na educação de um filho???
Mas depois temos o reverso da moeda, em termos de pensão, já contribuem a meias e ás vezes bem mais do que isso...Tive a pesquisar em foruns e há homens a pagar quase 700 euros + despesas de educação e etc...??!!?? Isso é metade das despesas??? Peço desculpa mas custa-me a acreditar...
Entretanto na net descobri casos interessantes de familia reconstituidas em que os pais nao educam os seus filhos mas sim os filhos das companheiras... Parece me uma situação viciada e doentia!
E quando um pai quer saber do filho nao lhes é dada a hipotese???? O que é que se diz num caso destes?
Eu percebo o que dizem em relação a pais desinteressados mas quando nao é o caso e nem sequer têm hipotese devido ao preconceito de que os filhos devem ficar com as maes... Onde esta a justiça?
Olá boa noite
Como sabes, a guarda da criança, desde que não hajam problemas do lado da mãe e sejam reunidas as condições a guarda quando disputada nesses casos é entregue à mãe!!! Aqui neste caso em particular, de certeza que a mãe não foi para o tribunal dizer que queria a guarda do filho, especialmente, por cauda da pensão, então uma vez que ambos estavam interessados e com condições, a guarda é entregue à mãe.
"Entretanto na net descobri casos interessantes de familia reconstituidas em que os pais nao educam os seus filhos mas sim os filhos das companheiras... Parece me uma situação viciada e doentia!"
Não percebi esta afirmação!!!
Mas terminando e indo de encontro ao topico, ha situações injustas, essa que referes é uma dela, provavelmente o pai seria a pessoa mais indicada a ficar com a guarda do filho, uma vez que a mãe fa-lo com 2as intenções