Diferenaças de mentalidades
- Clique Iniciar Sessão ou registar-se para colocar comentários
Queria debater ou expressar o meu espanto com a diferença que noto entre mentalidades de pessoas que sairam e foram estudar fora de casa e pessoas que vivem e trabalham em aldeias e cidades pequenas do centro de Portugal.
Eu tenho 26 anos, aqui em Lx pareço as vezes uma cota porque tenho casa prórpia, vivo junto e vou casar, quando a maioria vive em casa dos pais e não pensa no futuro pessoal, apenas em avançar na carreira....
Ou seja dou por mim a falar com pessoas mais velhas que já tem a sua vida encaminhada.
Quando vou de fim de semana a terra do meu namorado fico espantada com a mentalidade da maioria das pessoas de 26/ 30 anos... Que tem filhos já e que já vivem juntos... mas noto que não são felizes totalmente pelo menos as mulheres...
Em conversas noto que os maridos não as ajudam, não saem com elas e eles tem mil e quinhentos hobbies que nunca as incluem... Outra coisa alguns dos rapazes da familia do meu namorado, só sabem é no fim de semana beber mas quando digo beber não é saborear um cerveja é despejarem cervejas ou beberem garrafas de vinho atras de garrafas de vinho...
Nada do que eu estou habituada, pois meu pai bebe um copo a refeição... já os meus cunhados é tipo bota abaixo... e ainda se riem de mim quando eu digo fogo ainda bem que o meu rapaz não é assim.... Ele já foi assim mas quando veio para LX mudou completamente começou a apreciar outras coias na vida...
A minha cunhada e a outra amiga, dizem nunca fazemos programas a dois e porque temos filhos... e eu pergunto então e as vezes que os miudos estão com os avós... porque não aproveitam?
Ah porque eles vão para o café com os amigos, ou vão ajudar um amigo na oficina ou vão a horta ou não sei o que...
E eu fico parva como é que elas se acumodaram a essa vida.. a minha cunhada esta super triste com isso porque ela olha para mim e o irmão e vê que nós estamos sempre juntos e temos muitos momentos a dois... mas acha que é por ainda não termos filhos...
Eu digo que sim um filho muda em muito a vida de um casal, mas existem formas de mostrar amor... e ter momentos a dois.... levar o pequeno almoço a cama, uma massagem... um passeio junto ao mar... nas alturas em que os filhos estão com algum familiar aproveitar e em vez de irem fazer tarefas pendentes ir namorar um pouco...
Sei lá estou assim tão enganada ou é mesmo a minha mentalidade que é diferente?! É que eu sempre notei uma diferença muito grande nos rapazes e raparigas lá da terra...
Como referi a questão do beberem muito (não ficarem bebados) e reunirem-se com amigos para beber... as raparigas já enquanto namoravam não entravam nesse grupo de amigos...
Pois calculo que sim, mas choca-me tanto... parece que namoram e quando casam puff acabou-se o plano a dois... Agora é ou se sai com filhos ou então o marido vai beber uns copos com os amigos fingir que são solteirões e a mulher em casa com os putos....
Epa a sério... não é preciso estar como cola mas de vez enquando um programa a dois, quer dizer lá por se casarem ou terem filhos não se podem esquecer que existe um casal.
ninacio, mas nem precisam de existir filhos!! Quantas e quantas situações eu vejo de pessoas que, mal casam, desaparecem do mapa? E nem é por fazerem programinhas a dois, é mesmo porque ela fica em casa e ele sai com os amigos, por exemplo.
Quando há filhos, então pior ainda... Ainda há dias uma amiga minha se queixava que as amigas (eu incluída) nunca mais a tinham incluído nos jantares, saídas e outros planos. E a minha resposta não podia ter sido mais clara - de todas as vezes que a convidámos, a resposta era invariavelmente a mesma: não vou porque o X está a trabalhar, ou não me apetece, ou vou ficar com o menino ou outra coisa qualquer. Claro que passadas x vezes... os convites começam a ficar na gaveta.
Também concordo que não é por ser na cidade ou não. Isto porque também na minha aldeia vejo caso desses, mas também vejo outros em que o casal se entreajuda e fazem programas em conjunto.
Muitas vezes costumo dizer com o meu marido que tivémos um período que só namorávamos, agora que casámos continuamos a namorar e a fazer outras coisas. Há casais que se esquecem de namorar depois de casados. É uma pena.
Ser das terras ou da cidade não é ai a difrença,é sim difrença nos estilos de vida,na maneira de ser das pessoas,e como se escolhe o parceiro.
Nas cidades há mais para ver talvez estimule mais a compra,o dar,p passear,nas aldeias já conhecem tudo ao redor,as vezes tmb pode ser um pouco por ai!
olha que há muita gente na cidade que faz o mesmo e pior, o facto das mulheres se acomudarem a esse tipo de tratamento por parte dos homens nada tem haver serem da aldeia, na cidade tambem se passa o mesmo só que está escondido vivem de faxada enquanto na aldeia praticamente todos se conhecem e conhecem a forma de vida de cada um porque as pessoas são mais abertas a esse tipo de intimidades...
Existem muitas diferenças entre mentalidades mesmo entre gentes de sitios iguais, isso não se aplica necessariamente de sitios diferentes!
Só Acho que sim, que as pessoas da aldeia são muito mais genuínas
A mim parece-me normal que nas aldeolas mais para o interior se passe assim.
As mulheres continuam a ser os principais "motores" dos lares, enquanto os homens ainda são os que trabalham para a casa.
Nas grandes cidades há um pouco mais de igualdade, mas não muita. A única diferença que acho que é mais significativa é que as mulheres trabalham em dobro: fora e dentro de casa.
Os homens desde que nascem são educados para não fazerem nada. Pôr um menino a ajudar a mãe a pôr a mesa é quase ridicularizar este género, as mães arrumam os brinquedos por eles, põe a roupa para eles vestirem...às meninas já pedem para se vestirem, já pedem para ajudar nas pequeninas tarefas.
As famílias são realmente estranhas, pois continuam incessantemente a educar os homens para uma finalidade e as mulheres para outra...as mesmas mulheres que se queixam que os homens não fazem nada, dizem aos meninos que bonecas não são para meninos e carrinhos não são para meninas... Cabelo grande é para meninas e curto para meninos. Fazer a cama é para meninas e chegar a casa e ir brincar para a sala com o pai é para meninos, enquanto a mãe faz a janta e põe a mesa depois de um dia de trabalho.
Enquanto as mães pensarem assim, as gerações pouco mudarão. Nas grandes cidades, onde vives, as mulheres são menos predispostas para o trabalho doméstico porque têm carreiras e vidas profissionais bastante activas na sociedade, o que faz com que obrigatoriamente nos tornemos mais exigentes com os maridos. Mas não com os filhos! E isto é que vai mal...
Quanto aos filhos, realmente eles tiram bastante tempo ao casal.A última vez que fui ao cinema estava grávida de 6 meses, o meu filho tem agora 5 meses e nunca mais saí de casa para me divertir com o meu namorado. Primeiro porque a vida não dá para isso,fiquei sem trabalho no final da gravidez (trabalhava num bar de praia)e em Agosto tive o meu filhote...ainda me encontro em casa com ele, e sem trabalho não dá para andar a gastar dinheiro à toa.
Depois, dizes "deixar os filhos com familiares", mas é preciso que os familiares queiram ficar com eles.E depois também é preciso que confies nos poucos disponíveis.
Tenho uma irmã que me ficaria com ele umas horitas, mas ela tem duas filhas pequenas... a minha mãe é naquela, custa-me pedir-lhe porque um bebé dá trabalho e a saúde dela não é a melhor. Também toma conta de um bebé de 5 meses, o que complica um bocado a vida... não tenho mesmo mais ninguém em quem o deixar.
E isso apenas prejudica as saídas, em casa vemos uns filmes juntos às vezes e conversamos sobre o que queremos.Vivemos mais em casa, é certo. Convidamos amigos para jantar e ocasionalmente vamos a casa deles, também. Cada um leva uma coisa e fazemo jantaradas assim, mas o meu menino anda sempre comigo e temos horas de regressar. A vida agora é a pensar no bem estar dele, mais do que na nossa diversão. Mas assim o escolhemos, o meu filho foi planeado.
Tenho saudades de ir tomar um copo com os amigos e voltar para casa às 3 ou 4 da madrugada....dormir até às 2 da tarde em dias de folgas... mas isso já era, aceito-o.
A relação com o meu namorado depois do nosso filho ter chegado, apesar de termos menos tempo sozinhos melhorou consideravelmente pois pela primeira vez vimo-nos no papel de mãe/pai um ao outro...e acho que gostamos destas novas pessoas que conhecemos.
Gosto de ser mãe e aceito os inconvenientes derivados desta nova etapa, preparei-me mentalmente para fazer cessar certos hábitos.
É outra coisa que noto de muito diferenteem cidades/aldeias: aqui os casais aceitam ser pai e mãe. Nas aldeias parece que depois do filho nascer só nasce uma mãe, o pai fica esquecido. As tarefas relacionadas com o bebé são da responsabilidade da mãe, enquanto o pai continua a dedicar-se aos seus hobbies.
Eu não aceitaria isso, nem que eu não trabalhe como é o caso. Embora eu esteja com o nosso filho 97% do tempo em comparação com o pai, que trabalha, ele tem que lhe dar de comer de vez em quando, bem como trocar fraldas, dar-lhe banho, trocar-lhe de roupa e acompanhar-nos às consultas se estiver de folga.
Noto que o meu namorado quer "fazer parte" e quer ser pai. Mas...crescemos num meio "grande". Isso fez toda a diferença.
Eu ca acho que deves primeiro viver a situacao e depois falar sobre ela...
'e muito facil opinar sobre a vida alheia...
Eu tbm nao tenho um marido que bebe, nem que anda em caf'as com os amigos, mas ele tbm tem os seus defeitos...
Portanto tu tbm vais descobrir os do teu... hehehe
Ainda mais porque ainda nao tens filhos... porque ai 'e outra conversa...
Cada casal impoe os limites na sua relacao... se eles mantem-se ou mudam depois do casamento, resta a voces comprovarem. Se depois de tudo isso voces ainda forem uns pombinhos nao acomodados, a gente tira o chapeu.
E nao, isso nao 'e uma questao de ser da aldeia ou da cidade... gente 'e igual em toda parte do mundo, 'e gente!
Se calhar essa 'e uma conversa p daqui a mais uns tempos 
Ainda bem que tens a capacidade de discernir essas coisas! Habitualmente as pessoas nem reparam porque acham que é o normal ou acomodam-se porque é a rotina. Oxalá mantenhas essa capacidade de discernir as vidas e lutes por uma melhor e não te acomodes. Parabéns!!
Eu vivo entre a cidade de Lisboa e uma vila pequena e noto bastante isso... noto mais na minha vila porque tambem conheço mais pessoas, mas acho que as pessoas se acomodam em qualquer sitio.
E sim por acaso tambem é uma coisa que me faz muita confusão... os homens irem para o café ou direitinhos ao sofá enquanto as mulheres fazem o resto... na minha casa nunca fomos educados assim e graças a Deus o meu namorado tambem não por isso acho que esse problema não vamos ter 
Em parte concordo com a autora do tópico. Não sei se a diferença de mentalidades está entre quem mora na cidade vs aldeia ou se será mais entre quem sempre morou na aldeia e aqueles que, a dada altura, sairam da aldeia, por exemplo para estudar. Nasci e cresci numa aldeia, mas mudei para a cidade qdo entrei na universidade e por cá fiquei. O pessoal da aldeia q andou comigo na escola e q não foram para a universidade, neste momento já está tudo casado e com filhos grandes. Ainda tentei manter algumas amizades, mas não deu mesmo, lá está, por uma questão de mentalidades.... essas antigas amizades hoje a mim parecem-me mais amigas da minha mãe do que minhas! A minha cunhada, por exemplo, não estudou e nunca saiu da aldeia, ao contrário do meu irmão. Até gostava de ser mais amiga dela, sair mais com ela... mas não dá! Os objetivos dela são, basicamente, ser boa dona de casa e os meus não!
Outro problema, o pessoal da aldeia, mesmo o da minha idade, qdo eu vou lá, olha pra mim como se eu fosse um bicho estranho... não entendo pq, mas enfim!
Sei lá estou assim tão enganada ou é mesmo a minha mentalidade que é diferente?! É que eu sempre notei uma diferença muito grande nos rapazes e raparigas lá da terra...
Generalizações.
Eu sou "o rapaz lá da terra" que "vive no fim do mundo", lá na "aldeia" e não tenho nada a ver com o que descreveste. Não sou nem melhor nem pior, mas não sou assim.
Mentalidades há muitas, mas isso nada tem a ver com o local onde se nasceu ou para os locais onde nos mudamos ao longo da vida.
Depois tu julgas as opções dos outros pelas tua próprias convicções do que é ser ou não feliz, do que é certo ou errado.
Hoje em dia as mulheres votam, trabalham e não dependem financeiramente dos maridos, logo nenhuma mulher tem que se sujeitar a um homem que não goste. Como tal, como é que sabes se elas são ou não felizes? Só porque não têm a tua "mentalidade"?
Não é por aí.
SUBSCREVO TUDINHO TUDINHO TUDINHO!
E este tema teria pano para mangas mas é melhor nem tocar nele aqui... Mas se quiseres falar por mensagem, posso-te consolar, porque tenho o mesmo pensamento que tu e com experiênicas bem piores...
Eu acho que nao devemos julgar a escolha de vida de cada um... e a tua escolha em ser "menina da cidade" como chamas nao 'e melhor ou mais inteligente do que a dos que escolheram dedicar-se a familia...
Mas acho que vais aprender isso com a vida! Chama-se a isso amadurecer.
O teu namorado, como dizes ainda nao 'e teu marido, portanto nao sabes como se comportara quando marido...
O Ella eu chamo namorado porque ainda não há papel passado... Mas vivo há 3 anos com o meu namorado... Por isso sim querida sei os defeitos dele..e já namoro a 8 não sou de todo uma Criança nem só namoro... Tenho emprego, casa, animais de estimação e problemas como todos os outros... só não tenho filhos e não acho que é um filho que vai mudar o meu marido/ companheiro / namorado e vá passsar a deixar-me sozinha com o filho para ir passear... ele não faz isso e nunca fez enquanto vivo com ele...
E sim já combinamos que quando tivermos filhos vamos aproveitar todos os momentos a sós para pensarmos em nós os dois...
Kanigvs... Sei que são infelizes porque estão sempre a dizer ah eu já desisti de lhe pedir para fazermos qualquer coisa a dois... Já disse para deixarmos o filho com a minha mãe e ele diz que não que é a nossa responsabilidade cuidar dele, mas quando tou a trabalhar ele nem pensa duas vezes e deixa o meu filho com a sogra e vai se divertir....
E a outra rapariga é minha cunhada e passa o tempo todo a chorar porque não sai tá sempre em casa e quando tem um dia juntos, o marido prefer ir arranjar carros e ir ter com amigos...
Epa são felizes?! No meu ver não... não se separam porque dizem que amam-os e que tem filhos e que a minha vida vai mudar quando os tiver...
Sim vai mudar, em vez de 2 passamos a ser 3... Mas dai a aceitar a conversa delas de que o filho é mais da mãe e a mãe é que tem de andar sempre com ele a reboque e afins... Isso já não aceito...
Epa não é tudo para o lado do homem ah ele tem hobbies e a mulher não, ele sai com amigos e a mulher não... e quando os filhos passam uma semana com os avós porque sim passam nas férias da escola e afins... em vez de irem jantar fora por exemplo não continuam a fazer a vida normal...
Isto choca-me imenso, pronto seja em Lisboa ou na China ou no Japão... choca-me porque ambos trabalham e ambos são pessoas... A forma como a maioria dos homens que conheço daquela aldeia tratam as mulheres é mais ou menos a mesma... assim que casam pronto acabou o namoro....
Os que não são assim são os que vieram estudar e se calhar abriram os seus horizontes....
Aqui em Lisboa conheço casais e ambos ajudam nos filhos, se um não pode ir a piscina com a filha vai o outro... se um tem trabalhar o outro vai e não reclama, saem juntos e quando os filhos estão de férias com os avós aproveitam e namoram.... Claro que é menos vezes do que sem filhos... Mas em 365 dias possa de certo que houve ai oportunidades para o fazerem...
E sim os que conheço em Lisboa tb tem motivos de queixa, ou porque deixou a roupa por lavar e afins...
Eu sei prefeitamente que o meu rapaz só limpa a casa se me vir a limpar... se não for eu a ver que a roupa ta suja ele não a poem a lavar, mas basta dizer temos de fazer X que ele lá se levanta e vem ajudar... E ainda ontem me levou de supresa ao TEATRO... e vimos juntos a 3 anos... Se tivesse um filho porvavelmente iria na mesma...deixando o filho em casa da minha irmã e levantaria me bem cedo para o ir buscar... Se o fazia muitas vezes não... mas nunca epa não me estou a ver.
Enfim são diferentes mentalidades e o que eu noto é um infelicidade grande por parte da minha cunhada e um resignação por parte da minha amiga... Pois já esta habituada e já não quer mais brigas mas ama-o assim.
Acho que já percebeste que a questão da mentalidade pode sim ter a ver com o meio onde se cresce mas não obrigatoriamente. Não tivéssemos nós imensas pessoas, muitos até estrangeiros, que estão a deixar as cidades e a vir morar para as aldeias. São pessoas formadas, que ganhavam bons salários e deixam a vida vazia da cidade para virem para o campo educar os seus filhos, ou viver o fim dos seus dias.
Depois tu estás a ver as coisas exclusivamente do lado das mulheres. Eu sempre aprendi que "o testo faz-se para a panela". As mulheres escolheram esses homens porque também são assim. Elas casaram com eles, mas antes já sabiam muito bem como eles eram em solteiros, sabiam o que eles pensavam sobre tudo sobre a sua visão das coisas.
As mulheres não podem querer o melhor de dois mundos quando isso não existe. Não podem querer namorar com o puto reguila que impressiona as mulheres com grandes motos, e é todo "machão" e depois não podem querer ter também um namorado compreensivo, sensível e que as apoie. Lamento desiludir-vos mas esses homens não existem!! Casam com um homem, casam com as qualidades e com os defeitos dele. Não gostam? É simples, ou os mudam ou então existem divórcios para alguma coisa.
E eu o que eu vejo muito também é mulheres que casam e têm filhos e de imediato se cagam para os maridos. Querem lá saber se ele trabalha fora a semana toda e chega passa o fim de semana no café. Parece que o objetivo delas era casar. Casaram pronto acomodam-se porque afinal já não vão ficar para tias. Vestem-se com uns trapos que mais parecem uns mendigos, vivem para os filhos, e pronto, levam esse tipo de vida que escolheram. Se não estão bem mudem-se, se não mudam é porque não devem estar realmente tão mal quanto tu pensas.
Pois de facto com a minha outra colega noto que ela esta bem assim e pronto não quer mudar e nele nunca foi muito de a tratar como uma princesa...
Já na minha cunhada, apesar de ela ter imensos defeitos, ter um feitio um pouco complicado e quando foi viver com marido na casa dos sogros começou com o pé errado, arranjando problemas porque não fazia nada, agora é porque faz e não sabe fazer... O problema nisto tudo é que como ela ta longe do sitio que cresceu parece bloqueiada e não faz amigas... Ok se dizes que ele não sai contigo e insistes e que não muda, mas tb não ves motivo para te separares dele... e estas sempre como tu dizes a chorar, porque não arranjas umas amigas e afins...
Ela mora a 3 anos na terra do marido uma aldeia mais pequena que onde vivia com a mãe... eu já lhe disse n vezes sais com menina, convidas um colega da escolinha dela e vão ao parque, a mãe do colega tambéme sempre tens ai um incio de amizade.
Começa logo com cenas ah e vamos para onde e afins e não sei que...
Eu já lhe disse a ela quando tiveres a tua casa se não começares a convidares colegas de trabalho e vizinhas ou mãe dos colegas da tua filha, não vais ter nunca o que te entreter... e o teu marido vai continuar a sair e a ir ter com amigos e mais sozinha vais ficar...
E é tudo uma bola de neve... porque como passa as folgas sozinha em casa e o marido pouco lá esta, que mesmo que ele até esteja lá com ela fim de semana sim fim de semana não para ela vai ser sempre pouco porque não tem amigas.
Eu já lhe disse se quero ter amigas e conviver em Lisboa tenho de ir de carro e combinar uma ida ao centro comercial ou ir a casa delas e lanchar... Não tenho vizinhas amigas como tu tinhas quando moravas com a tua mãe e agora também não tens por isso tens de te adptar...
Mas sei lá, é o conformismo das pessoas e a falta de vontade de mudarem e de se apoiarem mutuamente... Segundo a minha cunhada a ultima vez que recebeu uma prenda foi no dia da mãe no 1º ano de vida da filha.... depois nunca mais e antes recebia....
Isto para mim é como tu dizes, tanto ela ficou parada e espera que seja o marido a tomar iniciativa, como é o marido que ok tamos casados e pronto já não preciso de a mimar e apoiar... Cairam absolutamente na rotina e pelo que conversei com os dois... parece que não muda...
Eu sugeri ao marido dela, que no dia dos namorados ou perto desta data, leva-se a minha cunhada a jantar fora... e dps ir buscar a menina ele disse Ah já tinha pensado nisso, mas a casa ta em construção e estar a gastar dinheiro, e eu fogo não é por 25 euros ou 30 euros que a casa vai parar de construir e despesas e coisas a fazer em casa vão sempre haver... Também merecem gastar em vosses, se calhar numa churrascada com os amigos gastas isso...
Enfim mentalidades, mas a verdade é que vejo a minha cunhada cada vez mais deprimida e cada vez mais envelhecida de rosto tendo só 30 anos... e cada vez mais magra... Só que ela esta na esperança que quando for viver sozinha com o marido em casa dela sem o sogro que a vida melhora... pode melhorar mas o sogro vai sempre ser vizinho dela, e o marido vai continuar com a mesma rotina.
Enfim espero que mude... em principio a casa deles ta arranjada este ano e pode ser que ela deixe de estar deprimida...
OBrigada
Pergunta: Se es feliz do teu jeito porque que tas tao preocupada em criticar os outros?
No meu caso pro exemplo nem preciso dizer ao meu marido para lavar a loica ou fazer o que quer que seja(pois nao 'e pau mandado), ele tem 2 olhos na cara como eu e assim que ve algo fora do lugar limpa. Se calhar porque 'e a maneira dele de ser, assim como ha homens que foram educados a pensar que isso 'e tarefa de mulheres.
Eu ca presto sou mais de elogiar o que tenho do que ficar a criticar o que os outros nao tem.
Se a pessoa escolhe aquela pessoa para companheiro la deve saber porque, e com certeza tbm deve ter as suas qualidades.
Faz-me confusao quando as pessoas vem falar da vida alheia, e principalmente quando so apontam pontos negativos, como se fosse um Deus por cima do telhado da casa das pessoas e soubessem de tudo... Sinceramente nao acredito que sejas muito feliz!
Esta 'e a crise actual, h'a pessoas que para sentirem-se superiores tem que "baixar" os outros!
Entendo perfeitamente a Ninacio. Nasci e cresci na cidade mas tenho família na aldeia e noto uma diferença brutal de mentalidade, mesmo nas vilas onde há mais malta nova.
Muitas raparigas são felizes quando casam porque foi para aquilo que as educaram: ser boa dona de casa, dar filhos e não contrariar muito o marido. Mas dessem-lhes a conhecer a cidade por uns anos a ver se a situação se mantinha.
As que a Ninacio fala não são infelizes nem felizes, vivem. Ainda existe muito machismo nessas terras, se uma for mais regila e quiser mais da vida é logo criticada. A maior parte tem medo do julgamento público, do que as pessoas vão falar. E nas aldeias é do pior, é um meio pequeno e se se ouve algum boato todos viram a cara e falam pelas costas. Quando não insultam...
É normal os homens irem para o café, passam lá quase o fim de semana. A mulher fica por casa e tem de ter sempre tudo bonitinho.
É o mundo deles, têm sempre nas mãos a possibilidade de mudar.
Não acho que a Ninacio esteja a falar mal da vida alheia, está a falar de um realidade que está longe de acabar.
Quanto ao pessoal se estar a mudar para o interior, não tem nada a ver com mentalidades. Eu sou nova e adorava poder fazer o mesmo neste momento, mas nunca pela mentalidade retrógada que se tem nessas zonas. Mudaria pelo ar puro, pela alimentação, pela qualidade de vida sem stress, eplo contacto com a natureza, pela tranquilidade.
As mulheres que casam só para terem filhos e que depois se desleixam e não querem saber dos maridos, é pena mas elas andam aí. São algumas, não todas. Mas isso não é um mal geral das populações citadinas, ao contrário do que se vive nas aldeias. Muitas raparigas nas aldeias têm medo de se impôr, por medo dos pais ou das más línguas, e não têm muito por onde escolher. O meio é muito pequeno.
Defeitos todas as pessoas têm, mas nas aldeias ainda há uma espécie de ditadura contra as mulheres.
E não me venham com a conversa das mulheres da cidade, cabras e c**** há em todo o lado.
tens que me dizer em que país é que vives??? eu moro na aldeia e não é nem de perto nem de longe semelhante coisa que para aí descreves, o teu texto parece mais um daqueles excertos tirados desses livros que há á venda sobre a vida de mulheres mulcumanas
menos Bruna menos ok
Esta parte em que dizes isto:
" se uma for mais regila e quiser mais da vida é logo criticada. A maior parte tem medo do julgamento público, do que as pessoas vão falar."
Só te faltou dizer que a mulher da aldeia que comete adultério é apedrejada em praça publica até á morte

tens que me dizer em que país é que vives??? eu moro na aldeia e não é nem de perto nem de longe semelhante coisa que para aí descreves, o teu texto parece mais um daqueles excertos tirados desses livros que há á venda sobre a vida de mulheres mulcumanas
menos Bruna menos ok
Há aldeias e aldeias. Nalgumas, passa-se o que a Bruna descreve. Oh se passa. Conheço a realidade bem de perto. Já noutras, provavelmente como a tua, será diferente.
por acaso na cidade há mulheres vitimas de violencia domestica que são espancadas todos os dias e muitas até mortas e são mulheres da cidade emancipadas vividas e espertas e sujeitam-se a esse tipo de vida não seria então isto um retrato de mulher tipica de aldeia que se sujeita ás ordens do marido como ja aqui ja foi dito???
mentalidades são mentalidades quer na aldeia ou cidade, independente do lugar onde vives pessoas infelizes com vidas dificeis e sujeitas unicamente á vida doméstica a cuidar dos filhos e do marido existe em todo o lado são opçoes de vida nada tem haver ser aldeia ou cidade.
Somos todos diferentes temos todos vidas diferentes ou voces querem que toda a gente viva num conto de fadas....
Entendo perfeitamente a Ninacio. Nasci e cresci na cidade mas tenho família na aldeia e noto uma diferença brutal de mentalidade, mesmo nas vilas onde há mais malta nova.
Muitas raparigas são felizes quando casam porque foi para aquilo que as educaram: ser boa dona de casa, dar filhos e não contrariar muito o marido. Mas dessem-lhes a conhecer a cidade por uns anos a ver se a situação se mantinha.
As que a Ninacio fala não são infelizes nem felizes, vivem. Ainda existe muito machismo nessas terras, se uma for mais regila e quiser mais da vida é logo criticada. A maior parte tem medo do julgamento público, do que as pessoas vão falar. E nas aldeias é do pior, é um meio pequeno e se se ouve algum boato todos viram a cara e falam pelas costas. Quando não insultam...
É normal os homens irem para o café, passam lá quase o fim de semana. A mulher fica por casa e tem de ter sempre tudo bonitinho.
É o mundo deles, têm sempre nas mãos a possibilidade de mudar.
Não acho que a Ninacio esteja a falar mal da vida alheia, está a falar de um realidade que está longe de acabar.
Quanto ao pessoal se estar a mudar para o interior, não tem nada a ver com mentalidades. Eu sou nova e adorava poder fazer o mesmo neste momento, mas nunca pela mentalidade retrógada que se tem nessas zonas. Mudaria pelo ar puro, pela alimentação, pela qualidade de vida sem stress, eplo contacto com a natureza, pela tranquilidade.
As mulheres que casam só para terem filhos e que depois se desleixam e não querem saber dos maridos, é pena mas elas andam aí. São algumas, não todas. Mas isso não é um mal geral das populações citadinas, ao contrário do que se vive nas aldeias. Muitas raparigas nas aldeias têm medo de se impôr, por medo dos pais ou das más línguas, e não têm muito por onde escolher. O meio é muito pequeno.
Defeitos todas as pessoas têm, mas nas aldeias ainda há uma espécie de ditadura contra as mulheres.
E não me venham com a conversa das mulheres da cidade, cabras e c**** há em todo o lado.
Concordo.
A minha irmã mais nova foi morar da Maia para Lousada (lustosa) e notou uma diferença estúpida em tudo e passo a relatar o que ela conta:
As cunhadas trabalham em fábricas de costura pois lá o mercado de trabalho quase que apenas se resume a isto para quem não tem cursos ou estudos. A sobrinha e sobrinho do marido tem agora 15 e 18 anos respectivamente, têm ambos excelentes notas mas decidiram ir trabalhar porque querem dinheiro para as coisitas deles e os pais não lhos dão (embora tenham), então abandonaram a escola e a mãe ainda aplaudiu de pé e apoiou a decisão deles porque segundo ela "eles já são grandes, é que sabem...", e aproveitou saiu da fábrica onde trabalhava e agora os filhos trabalham para eles mas também para ela...
Hoje em dia, numa família que viva numa grande cidade e que tenha posses como é o caso daquela, é muito difícil um pai ou mãe deixar que o filho abandone a escola para ir trabalhar, ainda por cima numa indústria "pesada" de fabrico de calçado,12h de trabalho sem contrato (a rapariga ainda nem sequer pode trabalhar), e sem segurança nenhuma.
Mais coisas, deixa ver...depois do almoço ao fim de semana o ritual é os homens irem ao café e as mulheres ficarem a arrumar a cozinha; se houver barulho à noite saem de caçadeira cá para fora a mandar tiros; os problemas resolvem-se ao soco (e fica mesmo resolvido!);
é lógico que aqui não vemos nada disto, mas por sua vez não considero que viver na cidade seja melhor.
Apenas acho que nas aldeias chega menos informação. Onde ela mora é o caso.O acesso às tecnologias está mais limitado porque nem em todos os lugares há net ou tv por cabo. Se há net é de fraca qualidade, e desincentiva o seu uso. Não há tanto comércio, shoppings, etc.
A indústria resume-se muitas vezes maioritariamente a fábricas de móveis, ou de confecções, calçado...O comércio a pequenas lojas e à restauração, e pouco mais.
Ainda vivem como se o país estivesse exactamente como estava há dez anos atrás.
Acabam por ficar mais isolados, e o resto vem por tabela.
As pessoas não são burras mas a meu ver acabam por ficar desactualizadas, não conhecem outras coisas e vivem como as mães viviam.
Tudo normal.
Claro que no caso dela, que foi para lá morar mas trabalhava na cidade houve muita coisa em que a familia do marido a estranhou...e ela por sua vez tamb´m estranhou muita coisa mas acho que desde que as pessoas se dêm bem é o que importa,o que nem sempre acontece por causa da mania que existe por aquelas bandas de "ter que ter o mesmo que o vizinho tem" mas pronto, isto dava pano pra mangas...
mentalidades são mentalidades quer na aldeia ou cidade, independente do lugar onde vives pessoas infelizes com vidas dificeis e sujeitas unicamente á vida doméstica a cuidar dos filhos e do marido existe em todo o lado são opçoes de vida nada tem haver ser aldeia ou cidade.
nas aldeias, por exemplo na que a minha irmã mora,uma mulher que leve um estalo do marido se calhar nem é motivo de escandalo.
Porquê? porque a mulher criada lá é educada para obedecer e ser submissa, ao contrário das mulheres das grandes metrópoles.
Eu acho que isso 'e preconceito.
Eu escolhi ser executiva, algumas das minhas amigas escolheram ser donas de casa, mas nunca deixamos de conseguir ter uma conversa por termos optado por estilos de vida diferentes. E mesmo estando eu em constantes viagens e muitas vezes a morar a milhas de distancia, mesmo elas tendo tido filhos antes de mim... nunca foi impedimento para a nossa amizade.
Eu falava dos meus problemas profissionais, elas dos problemas familiares, o que sempre nos uniou foi a nossa essencia como mulheres.
E o quanto eu aprendi com elas, no momento em que decidi tbm ser mae, e quanto eu as incentivei a apostarem na sua formacao pois nunca se sabe o dia de amanha.
Sem julgamentos.
Sinceramente este tipos de post so me fazem ver a sorte que tenho... porque seja eu o que for, seja o meu marido quem for, tenha filhos ou nao, terei sempre as minhas amigas.
mentalidades são mentalidades quer na aldeia ou cidade, independente do lugar onde vives pessoas infelizes com vidas dificeis e sujeitas unicamente á vida doméstica a cuidar dos filhos e do marido existe em todo o lado são opçoes de vida nada tem haver ser aldeia ou cidade.
nas aldeias, por exemplo na que a minha irmã mora,uma mulher que leve um estalo do marido se calhar nem é motivo de escandalo.
Porquê? porque a mulher criada lá é educada para obedecer e ser submissa, ao contrário das mulheres das grandes metrópoles.
Vocês insistem em generalizar.
Só para contextualizar: Lisboa é uma qualquer aldeola comparando com qualquer grande metrópole europeia. Depois falam de cidade x aldeia como se houvesse realmente uma enorme clivagem. Grande parte da população de Porto e Lisboa foram pessoas que imigraram do interior para lá à procura de melhores condições de vida ao longo da ditadura. Hoje em dia temos Porto e Lisboa vazios e as maiores cidades do país são Gaia e Sintra.
Metam na cabeça uma coisa: existem pessoas e existem mentalidades mais conservadoras ou mais progressistas.
Não existe mentalidade de aldeia nem mentalidade de cidade.
Quem vos lê parece que os homens todos das aldeias são uns trogloditas e que as mulheres da cidade é que são umas afortunadas porque não há violência domesticas nem homens machistas.
mentalidades são mentalidades quer na aldeia ou cidade, independente do lugar onde vives pessoas infelizes com vidas dificeis e sujeitas unicamente á vida doméstica a cuidar dos filhos e do marido existe em todo o lado são opçoes de vida nada tem haver ser aldeia ou cidade.
nas aldeias, por exemplo na que a minha irmã mora,uma mulher que leve um estalo do marido se calhar nem é motivo de escandalo.
Porquê? porque a mulher criada lá é educada para obedecer e ser submissa, ao contrário das mulheres das grandes metrópoles.
Vocês insistem em generalizar.
Só para contextualizar: Lisboa é uma qualquer aldeola comparando com qualquer grande metrópole europeia. Depois falam de cidade x aldeia como se houvesse realmente uma enorme clivagem. Grande parte da população de Porto e Lisboa foram pessoas que imigraram do interior para lá à procura de melhores condições de vida ao longo da ditadura. Hoje em dia temos Porto e Lisboa vazios e as maiores cidades do país são Gaia e Sintra.
Metam na cabeça uma coisa: existem pessoas e existem mentalidades mais conservadoras ou mais progressistas.
Não existe mentalidade de aldeia nem mentalidade de cidade.
Quem vos lê parece que os homens todos das aldeias são uns trogloditas e que as mulheres da cidade é que são umas afortunadas porque não há violência domesticas nem homens machistas.
A palavra "generalizar" já começa a ser o teu cliché. Tu próprio generalizas, aqui e acolá...
Tu tens a tua opinião acerca das mentalidades mas eu continuo a não concordar com ela e comecei por dar "um" exemplo, por isso não foi partir para a generalização sem conta e medida.
Acho mesmo que existe diferenças na educação, na maneira de pensar, nos costumes e em TUDO, comparando pessoas que nascem,crescem e vivem em zonas rurais e as que nascem, crescem e vivem nas cidades.
A própria estatística é uma generalização, agora, há generalizações com as quais talvez concordes e outras que não.
Não podes é estar sempre a bater no ceguinho que as pessoas generalizam só porque gostas dessa palavra 
Desculpa Sofia Mas os teus coments foram puro preconceito...
Vivo ao lado de Lousada (mais propriamente na Capital do Móvel).. o que para para vocês será considerado a tal aldeola. E?? Sou menos que os da grande Lisboa ou Grande Porto?
Até aos meus 7 anos vivi na Suíça. Com 24 anos cá estou eu na aldeola
Licenciei-me no GRANDE PORTO e trabalho no GRANDE PORTO mas eu a aldeola não deixo... só a troco mesmo pela Suíça.
Essa mentalidade que vocês falam não é bem assim porque eu sou da dita "aldeia" e não me identifico em rigorosamente nada do que disseram.
Levar uma bofetada e ser normal?? O que eu já me ri a sério.
Em que século vivem para tanta generalização??
Pouco acesso as tecnologias?? Não me parece.. Têm tanto acesso como vocês.
E se não tiver acesso a tv por cabo qual é o mal??
Eu não tenho tv por cabo por opção e não me faz falta nenhuma, mas isso é uma opção minha. Ora, agora por não ter sou menos que as pessoas que têm??!! Essa foi boa.
Eu cresci na "aldeia" mas em nada me identifico com o que vocês descrevem das pessoas das mesmas
Desculpa Sofia Mas os teus coments foram puro preconceito...
Vivo ao lado de Lousada (mais propriamente na Capital do Móvel).. o que para para vocês será considerado a tal aldeola. E?? Sou menos que os da grande Lisboa ou Grande Porto?
Até aos meus 7 anos vivi na Suíça. Com 24 anos cá estou eu na aldeola
Licenciei-me no GRANDE PORTO e trabalho no GRANDE PORTO mas eu a aldeola não deixo... só a troco mesmo pela Suíça.
Essa mentalidade que vocês falam não é bem assim porque eu sou da dita "aldeia" e não me identifico em rigorosamente nada do que disseram.
Levar uma bofetada e ser normal?? O que eu já me ri a sério.
Em que século vivem para tanta generalização??
Pouco acesso as tecnologias?? Não me parece.. Têm tanto acesso como vocês.
E se não tiver acesso a tv por cabo qual é o mal??
Eu não tenho tv por cabo por opção e não me faz falta nenhuma, mas isso é uma opção minha. Ora, agora por não ter sou menos que as pessoas que têm??!! Essa foi boa.
Eu cresci na "aldeia" mas em nada me identifico com o que vocês descrevem das pessoas das mesmas
Falando por mim...acho que não conseguiste interpretar correctamente nada daquilo que escrevi.
Volta a ler com calma e vais ver que o que escrevi não teve nada de preconceituoso, nem tão pouco pus ninguém abaixo de ninguém.
E já agora para mim uma "aldeola" são sitios com tão poucos habitantes que praticamente ninguém é desconhecido, não é outracoisa qualquer.
Para quem acha que nascer nestes sitios e nunca conhecer outros locais nem trabalhar fora da terra fica com a mesma mentalidade que quem nasce em sitios mais populosos, (e repara que não estou agora nem nunca estive a depreciar ninguém por este facto nem disse que este era melhor ou pior que aquele), deve viver num mundo à parte do meu.
- Clique Iniciar Sessão ou registar-se para colocar comentários


Queria debater ou expressar o meu espanto com a diferença que noto entre mentalidades de pessoas que sairam e foram estudar fora de casa e pessoas que vivem e trabalham em aldeias e cidades pequenas do centro de Portugal.
Eu tenho 26 anos, aqui em Lx pareço as vezes uma cota porque tenho casa prórpia, vivo junto e vou casar, quando a maioria vive em casa dos pais e não pensa no futuro pessoal, apenas em avançar na carreira....
Ou seja dou por mim a falar com pessoas mais velhas que já tem a sua vida encaminhada.
Quando vou de fim de semana a terra do meu namorado fico espantada com a mentalidade da maioria das pessoas de 26/ 30 anos... Que tem filhos já e que já vivem juntos... mas noto que não são felizes totalmente pelo menos as mulheres...
Em conversas noto que os maridos não as ajudam, não saem com elas e eles tem mil e quinhentos hobbies que nunca as incluem... Outra coisa alguns dos rapazes da familia do meu namorado, só sabem é no fim de semana beber mas quando digo beber não é saborear um cerveja é despejarem cervejas ou beberem garrafas de vinho atras de garrafas de vinho...
Nada do que eu estou habituada, pois meu pai bebe um copo a refeição... já os meus cunhados é tipo bota abaixo... e ainda se riem de mim quando eu digo fogo ainda bem que o meu rapaz não é assim.... Ele já foi assim mas quando veio para LX mudou completamente começou a apreciar outras coias na vida...
A minha cunhada e a outra amiga, dizem nunca fazemos programas a dois e porque temos filhos... e eu pergunto então e as vezes que os miudos estão com os avós... porque não aproveitam?
Ah porque eles vão para o café com os amigos, ou vão ajudar um amigo na oficina ou vão a horta ou não sei o que...
E eu fico parva como é que elas se acumodaram a essa vida.. a minha cunhada esta super triste com isso porque ela olha para mim e o irmão e vê que nós estamos sempre juntos e temos muitos momentos a dois... mas acha que é por ainda não termos filhos...
Eu digo que sim um filho muda em muito a vida de um casal, mas existem formas de mostrar amor... e ter momentos a dois.... levar o pequeno almoço a cama, uma massagem... um passeio junto ao mar... nas alturas em que os filhos estão com algum familiar aproveitar e em vez de irem fazer tarefas pendentes ir namorar um pouco...
Sei lá estou assim tão enganada ou é mesmo a minha mentalidade que é diferente?! É que eu sempre notei uma diferença muito grande nos rapazes e raparigas lá da terra...
Como referi a questão do beberem muito (não ficarem bebados) e reunirem-se com amigos para beber... as raparigas já enquanto namoravam não entravam nesse grupo de amigos...
Sim, há diferenças de mentalidade, mas não me parece que seja por viverem na terra e tu viveres em Lisboa. Tem simplesmente a ver com as escolhas (ou acomodações...) das respectivas vidas, dos objectivos. Essa é a realidade que tu conheces melhor, mas se falares com outras pessoas de outros locais verás que até mesmo nas grandes cidades acontecem situações como essa.