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Retrato de borboleta_76
Qui, 27/10/2011 - 10:00
borboleta_76:
Membro desde: 27.09.2011

No meu caso é ao contrário. As crianças estão comigo mas sim, a pensão de alimentos deve ser paga mesmo no período de férias em que estão com o pai e é isso mesmo que está referido no acordo de regulação do poder paternal.O que menciona o vosso?

Retrato de saraarg
Qui, 27/10/2011 - 22:48
saraarg:
Membro desde: 12.10.2008
carneiroant wrote:

Boa tarde Dra. Sara,

após ter encontrado o V/ forum sobre aconselhamento jurídico (caso me possam indicar outros sites no caso de não me conseguirem ajudar, agradeço), resolvi pedir conselhos sobre o seguinte problema:
_tenho uma sociedade Imobiliária que deve 100.000€ a uma instituíção bancária;
_o valor do terreno pra construção de apartamentos foi avaliado em 300.000€ pelo banco (paguei inclusivé impostos sobre o valor de aquisição do terreno de acordo com a avaliação da banca);
_não consigo pagar os juros para a construção, o que posso fazer para acabar com esta situação:
_como posso obrigar o banco a ficar com o terreno como forma de cessação da dívida?
_como obrigar o banco a anular o empréstimo tendo como base o valor do terreno pelo valor que esta anteriormente avaliou? Ou seja se o banco diz que vale 300.000€ e eu devo 100.000, como ficar com os 200.000€ de exedente, é possível?

Obrigado,

António Carneiro

Boa noite António,

Tendo em conta, os teus dados não é possível fazer com que o Banco aceite a entrega do terreno para pagamento da totalidade da dívida. Neste momento, se a dívida é de € 300.000 e o terreno vale € 100.000, após a entrega do imóvel continuas a dever € 200.000. A ideia de se começar a responsabilizar os Bancos pelas avaliações feitas há uns anos, já se começa a falar nos Tribunais, mas ainda não há nenhuma decisão definitiva nesse sentido.

Tenta negociar de outro modo: prestações, perdão de juros... Boa sorte Wink

Retrato de saraarg
Qui, 27/10/2011 - 22:50
saraarg:
Membro desde: 12.10.2008
LilianaR wrote:

Boa tarde D. Saraarg.
A minha duvida é a seguinte: faço parte de uma empresa de distribuição desde o dia 15 de Outubro de 2008, a função com que iniciei o meu trabalho foi como operadora ajudante 1ºano (operadora de caixa), acontece que a empresa encontra-se em processo de encerramento ja foi comunicado a todos os trabalhadores que a empresa fecharia portas para meados de Dezembro.
Foi-me tambem informado que deveria tratar da alteração da minha categoria uma vez que ja fiz tres anos na empresa, acontece que ha cerca de um ano deixei de exercer a categoria de operadora ajudante 1ºano (operadora de caixa)e fui ocupar uma vaga no departamento de contabilidade (Administrativa) Tenho por direito "exigir" a alteração da minha categoria profissional (neste caso para escrituraria de 2ª) e por consequente a minha remoneração uma vez que estou a receber o ordenado minimo???
Se me poder ajudar a esclarecer este assunto, agradecia...

Boa noite,

Sim caso esteja a exercer funções diferentes da sua categoria tem direito a reclamar tudo aquilo que lhe devia ser pago e não foi. Tente negociar com a entidade e vá até ao Tribunal de Trabalho para garantir que não é prejudicada.

Boa sorte Wink

Retrato de saraarg
Qui, 27/10/2011 - 22:54
saraarg:
Membro desde: 12.10.2008
r_bat wrote:

Boa tarde,

Gostaria, se possível, que me ajudasse a esclarecer a seguinte situação. A minha avó possui uma fazenda já enquadrada dentro de terreno urbano, onde há mais de 30 anos que cada um dos 9 filhos foi construindo progressivamente a sua habitação no terreno, junto à estrada, tendo-se constituido 9 lotes de 34,5 m de comprimento, posteriormente doados a cada filho. No entanto cada filho tem vindo a usufruir muito para além desses 34,5 m de comprimento, para efeitos de cultivo. Actualmente fala-se em colocar a fazenda à venda, no entanto, antes de efectuada a venda, os filhos pretendem o aumento do lote em cerca de 20,5 m de comprimento (cerca de 300m2). Segundo um dos filhos, foi-lhe dito que esta operação não seria possível pois o terreno é indiviso. Eu considero que isto não corresponde à verdade até porque os lotes já foram aumentados uma vez.
Não bastará fazer um novo alvará de loteamento ou uma alteração ao já existente para aumento da área dos lotes? Em último recurso enquadrar-se-á esta situação na lei do usocapião? Qual a legislação onde esta situação vem contemplada? Não tenho encontrado nada na Internet.
Se me poder ajudar agradecia.
Cumprimentos

Boa noite,

Essa questão não me parece nada simples e fácil de resolver.
Aconselho que verifique na Câmara Municipal o que podem ou não fazer e, caso se justifique, contratem um advogado para analisar.

Boa sorte Wink

Retrato de EueEla
Sex, 28/10/2011 - 14:03
EueEla:
Membro desde: 03.01.2010

Olá bom dia...
Antes de mais quero felicitar a Sr. Advodaga pela excelente ideia. Parabéns!

O meu sogro tem um terreno onde queremos construir uma moradia. Esta será integralmente paga pelo meu pai.
O terreno vale aproximadamente 60000€ e a casa 125000€.

Gostaria de saber o que devemos e podemos fazer para que o terreno do meu sogro passe para o nome da filha e do genro, sendo que a casa será tb para os 2, ficando tudo (casa e terreno) no nome do casal.

Somos casados há 2 anos em regime de adquiridos.

Será melhor "comprar" o terreno ao sogro, não o pagando?
realizar uma doação?
ou haverá outra hipótese?

Agradeço a compreensão. e aguardo ansiosamente por uma ajuda

Retrato de C.E.
Ter, 01/11/2011 - 17:31
C.E.:
Membro desde: 29.09.2011

Parabéns pela iniciativa é um gesto muito bonito Smile
Nao vim cá so para lhe dar os parabens mas para tambem fazer lhe algumas perguntas e agradeço imenso se me puder ajudar.
Trabalho numa empresa desde Junho de 2011 com contrato a termo renovavel automaticamente de 6 em 6 meses...etc
Neste momento estou a terminar o 3ºcontrato e no final desde (em Dezembro) com toda a certeza passaria a efectiva.
Tudo mudou desde que no inicio de Outubro contei que estou gravida e até me foi dito pelos patroes que no estado em que me encontro sera impossivel ficar na empresa (iria passar a licença de maternidade fora iria deixar de puder fazer noites iria ter direito as tais 2h de amamentaçao e tal e tal) sendo assim para eles já nao sirvo.
Como é obvio eles são espertos e nao vao dar esse motivo final pois so iriam ter problemas entao fui a inspecçao geral do trabalho informar me de tudo e lá foi me dito que é uma questão de tempo ate receber em casa (em casa porque estou de baixa medica) a carta de cessaçao de contrato e para enviar logo outra carta como resposta a solicitar as "contas finais" num X de prazo.
As minhas perguntas são..... Na carta que vou enviar a entidade patrotal -> Posso dar o prozo de 5 dias uteis a contar da data de cessação de contrato para efectuarem o pagamento???
-> É possivel que a entidade patronal pague logo no dia seguinte apos a cessação de contrato se eu assim o solicitar??
-> Existe algum prazo que posso estipular para que seja efectuado o pagamento???
-> Existe algum limite maximo de tempo para que a entidade patronal efectue o pagamento??
-> Sou obrigada a esperar que a entidade patronal entenda por bem efectuar o pagamento??
Pergunto tudo isto porque muitos familiares têm me dito coisas muito diferentes ex: que so recebo um mes apos a cessaçao do contrato; que recebo no final do mes da cessaçao do contrato; que se enviar carta a solicitar com aviso previo têm de pagar em 15 dias...
muito obrigada pela ajuda e desculpas pelo testamento Smile

Retrato de Iaraaaa
Qui, 03/11/2011 - 16:23
Iaraaaa:
Membro desde: 26.07.2011

Ola Dr.ª Sara;
Antes de mais agradeço pela disponibilidade...

Vou passar a descrever a situação que tanto me entristece:(

Tenho um irmão mais velho que eu que tem bastantes problemas, ele teve um primeiro casamento na qual não deu certo e deu-se o divórcio, anos mais tarde uma fulana "meteu-se" com ele engravidando de propósito, pois nós familia tentamos abrir-lhe a pestana mas não foi suficiente, entretanto ele tinha problemas de coluna na qual se agravou e foi submetido a cirurgia, as melhoras foram poucas e ele como trabalhava nas obras foi desaconselhado a este tipo de trabalho.O problema é que parece que ficou pior posterior à cirurgia deixando de poder trabalhar. Ela, (a fulana), queria que ele fosse trabalhar, viviam num anexo da mãe e ele é que trabalhou sempre, ela não fazia nada... Tem outra filha de um outro relacionamento e tem o miudo filho dela e do meu irmão.
Após a recuperação do meu irmão e o facto dele nao estar em condições de trabalhar ela deixou-o e exigiu que ele saísse de casa onde ambos viviam, como o meu irmão não tinha ninguem foi obrigado a pedir ajuda aos pais, onde o acolheram. Agora a fulana foi para tribunal ou protecçao de menores exigir um valor mensal para o miudo, segundo ela afirmava que era apenas para regular o poder paternal, mas quando ele compareceu no tribunal foi para estipular um valor mensal de 100,00€uros, mais as despesas de saude da criança a dividir pelos dois.
Pergunto à Doutora se ele é obrigado a pagar determinado valor se ele não trabalha???
O que pode ele fazer para inverter esta situação, pois para além do problema de coluna, ele ainda está a tratar de uma depressão e tem muitas despesas com medicação...
Não sei o que fazer, sinto-me impotente e muito triste por ele...
Vou agradecer uma resposta, um conselho.....

Muito Obrigada
Cumprimentos

Retrato de carneiroant
Qui, 03/11/2011 - 19:00
carneiroant:
Membro desde: 25.10.2011

Boa tarde Dra. Sara,

em devo apenas 100.000,00€ de uma avaliação de 300.000,00€ e não ao contrário como erradamente percebeu.

Obrigado,

António Carneiro

Retrato de SRSA
Sex, 11/11/2011 - 20:54
SRSA:
Membro desde: 02.11.2011

Saraarj parabéns pela iniciativa de teres criado este tópico!

Anúncios direccionados para mulheres: Tupperware, Oriflame, Avon, Perfumes, Coisas para a Casa, Experiências etc...que bom!
Vejam: www.comprasdemulheres.com! Gostei imenso! (:

Feliz aquele que deseja a felicidade dos outros!

Retrato de armandojoao
Qua, 16/11/2011 - 02:25
armandojoao:
Membro desde: 16.08.2010

Boa noite e obrigado pela sua disponibilidade, antes de mais.
Volto a colocar a questão pois, acredito que tenha passado despercebida.

Tenho guarda partilhada com a minha ex-mulher, das minhas filhas.
No período de férias em que estão comigo devo pagar-lhe a pensão de alimentos? Pergunto pois elas estão comigo e as despesas dão-se comigo. Faz sentido ela receber dinheiro não tendo despesas com elas?

Temos uma casa na qual ela ficou a viver, com as minhas filhas. No entanto a casa não se vende (aparentemente ela não tem interesse em vender). Eu estou a pagar metade dos empréstimos associados à mesma e seguros. Posso cobrar um montante (tipo renda) relativamente aos meus 50%? Como nota adicional ficou no acordo parental que ela ficaria lá a viver, mas nada ficou estipulado acerca de pagamentos, pois ela iria sair ao final de 3 meses e eu ficaria na casa a pagar integralmente os encargos. No entanto, nessa altura, ela recusou-se a sair e disse que pagaria apenas 50%. Resultado, estou há mais de ano e meio a pagar uma moradia, com piscina, que nem sequer posso entrar...

Obrigado