Dúvidas Jurídicas

239 respostas [Última]
saraarg
Retrato de saraarg
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Desde: 12.10.2008

Olá a todos,

O meu nome é Sara e sou Advogada, exercendo, actualmente a profissão.

Sou frequentadora do Fórum já algum tempo e tenho reparado que cada vez são mais as dúvidas jurídicas que vos (nos) assolam.

Por isso, com a autorização da administração, resolvi criar este tópico para poder, com os meus conhecimentos, ajudar-vos a interpretar as leis 

A minha intenção é informar os foristas sobre o Direito e a sua aplicação, mas não pode, pela sua natureza, substituir a procura de um Advogado para solução de casos concretos 

Assim, caso tenham dúvidas na interpretação de alguma coisa podem colocar aqui no tópico que responderei Sorriso

Syll
Retrato de Syll
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Desde: 27.04.2010
Que bom!

Bem hajas. Espertalhão

AnitaB
Retrato de AnitaB
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Desde: 27.12.2010
Bem, que ideia tão generosa!

Bem, que ideia tão generosa! Espero que não sejas inundada Sorriso

Adicionei-te aqui a contactos úteis não vá eu um dia necessitar.

Muito obrigada,

-----------------------------------------------------------
I used to have an open mind but my brains kept falling out.

kenina
Retrato de kenina
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Desde: 27.05.2010
ola

Ainda há boas pessoas por cá;

Mónica e rafael
Retrato de Mónica e rafael
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Desde: 06.01.2010
saraarg

Olá Sorriso
É verdade, boas pessoas por cá!!!
Muitos parabéns por seres assim, e partilhares a tua sabedoria Sorriso
Beijinhos

PatyF
Retrato de PatyF
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Desde: 04.09.2009
saraag

Obrigado pela disponibilidade Sorriso

Já agora, não querendo abusar, ando mesmo com dúvidas..Se puderes visitar este tópico que criei, agradeço! Preciso de tomar alguma atitude ainda hoje..
O tópico é este: http://anossavida.pt/forum/algum-advogado-aqui

Obrigado Grande abraço

VIOLETA75
Retrato de VIOLETA75
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Desde: 22.03.2011
Ajuda é sempre bem vinda! Eu

Ajuda é sempre bem vinda!

Eu trabalho numa empresa de reciclagem onde fazemos o cancelamento de matricula automóveis.

Alguma duvida em que possa ajudar contatem Sorriso

VIOLETA75

Paulo M
Retrato de Paulo M
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Desde: 05.04.2011
Obrigado pela sua

Obrigado pela sua disponibilidade e altruísmo!
O que exponho é:

Parte I

1-Ao internar o meu sogro num lar,em 21 de Março,paguei 500€ referentes a meio mês de mensalidade eteria de ter pago uma caução não reembolsável de 1000€. Como o dinheiro é escasso,ambas as partes assinaram um acordo em como se comprometiam e aceitavam que essa caução fosse paga em Julho. Como o senhor faleceu passado uma semana,foi considerado o fim do contrato e exigido o valor da caução. Eu paguei,mas não deveria de ser considerado o documento assinado,ou a cessação do contrato anula esse documento? De qualquer modo,como já paguei,assunto resolvido

2-Serve uma caução, como garantia em caso de incomprimento do contrato,certo? Ora o Lar diz que ainda falta pagar a consulta médica,atestado médico do óbito e serviços de enfermagem,(que no contrato são mencionados como serviços cobrados à parte) no valor de 550€,não incluídos na mensalidade. A minha pergunta é: se eu não os pagar,a caução não cobre legalmente esta despesa? Poderei ser processado por não pagar uma despesa inferior a uma caução, que paguei e que se destina a cobrir eventuais dívidas após a morte do utente do Lar?

3- Diz o artº 6º do referido contrato:" No dia da celebração do contrato deverá ser paga uma caução de valor igual à mensalidade,cujo fim se destina para efeitos de:reserva,situações de incumprimento contratual e valores debitados e não pagos."

4-Se assim for (tiver de pagar),em vez de caução não reembolsável,não deveria de ser chamada de taxa qualquer coisa? De notar que se fosse reembolsável ainda teria a haver 450€,certo?

Parte II

Telefonaram-me hoje a pedir os 550€,relativos à deslocação do médico,passagem do atestado de óbito,serviços de enfermagem etc. Depois dizem que medicamentos e outro material de enfermagem,já estão incluídos no valor da caução. Incluídos no valor da caução? Que confusão! E sempre a lembrarem-me (educadamente) que a dona do lar está a tirar o curso de Juíza e tal,que foi ela que elaborou o contrato etc.
Ou seja,paguei 500€ de internamento por uma semana,75€ de oxigénio a meio da semana quando segundo o contrato estes valores devem de ser pagos no fim do mês relativamente ao mês anterior,1000€ de caução no dia da morte do senhor,quando tinha ficado acordado que só seria pago em Julho e agora pedem-me mais 550€ que faltam pagar.
Desculpem o desabafo,mas para que serve a caução e sobretudo se nunca é devolvida? Se me processarem por não pagar,como posso ser obrigado a pagar se existe uma caução? Pago o que devo,e fico sem uma caução que vale o dobro?

Obrigado pela ajuda!

Paulo M

Syll
Retrato de Syll
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Desde: 27.04.2010
Hum, ladroagem?

Paulo M escreveu:
Obrigado pela sua disponibilidade e altruísmo!
O que exponho é:

Parte I

1-Ao internar o meu sogro num lar,em 21 de Março,paguei 500€ referentes a meio mês de mensalidade eteria de ter pago uma caução não reembonsável de 1000€. Como o dinheiro é escasso,ambas as partes assinaram um acordo em como se comprometiam e aceitavam que essa caução fosse paga em Julho. Como o senhor faleceu passado uma semana,foi considerado o fim do contrato e exigido o valor da caução. Eu paguei,mas não deveria de ser considerado o documento assinado,ou a cessação do contrato anula esse documento? De qualquer modo,como já paguei,assunto resolvido

2-Serve uma caução, como garantia em caso de incomprimento do contrato,certo? Ora o Lar diz que ainda falta pagar a consulta médica,atestado médico do óbito e serviços de enfermagem,(que no contrato são mencionados como serviços cobrados à parte) no valor de 550€,não incluídos na mensalidade. A minha pergunta é: se eu não os pagar,a caução não cobre legalmente esta despesa? Poderei ser processado por não pagar uma despesa inferior a uma caução, que paguei e que se destina a cobrir eventuais dívidas após a morte do utente do Lar?

3- Diz o artº 6º do referido contrato:" No dia da celebração do contrato deverá ser paga uma caução de valor igual à mensalidade,cujo fim se destina para efeitos de:reserva,situações de incumprimento contratual e valores debitados e não pagos."

4-Se assim for (tiver de pagar),em vez de caução não reembonsável,não deveria de ser chamada de taxa qualquer coisa? De notar que se fosse reembonsável ainda teria a haver 450€,certo?

Parte II

Telefonaram-me hoje a pedir os 550€,relativos à deslocação do médico,passagem do atestado de óbito,serviços de enfermagem etc. Depois dizem que medicamentos e outro material de enfermagem,já estão incluídos no valor da caução. Incluídos no valor da caução? Que confusão! E sempre a lembrarem-me (educadamente) que a dona do lar está a tirar o curso de Juíza e tal,que foi ela que elaborou o contrato etc.
Ou seja,paguei 500€ de internamento por uma semana,75€ de oxigénio a meio da semana quando segundo o contrato estes valores devem de ser pagos no fim do mês relativamente ao mês anterior,1000€ de caução no dia da morte do senhor,quando tinha ficado acordado que só seria pago em Julho e agora pedem-me mais 550€ que faltam pagar.
Desculpem o desabafo,mas para que serve a caução e sobretudo se nunca é devolvida? Se me processarem por não pagar,como posso ser obrigado a pagar se existe uma caução? Pago o que devo,e fico sem uma caução que vale o dobro?

Obrigado pela ajuda!

Bom, a nossa Dra. Sara é que deverá poder esclarecer melhor esta situação, mas penso que o significado de caução é precisamente um valor que é dado no início para cobrir possíveis incumprimentos e, se no fim tudo tiver corrido bem, deve ser devolvido. É como nos arrendamentos de casas: pagam-se 2 meses ao início, e esse 2º mês ou é devolvido no fim ou cobre o último mês de arrendamento. E sim, se o valor foi de 1000€ e em dívida existem 550€, eles deveriam devolver os restantes 450€. Por outro lado, poderás dirigir-te lá para pagar os 550€, mas exigir os 1000€ de caução de volta.
Se, por outro lado, em vez de caução lhe chamarem jóia de inscrição, aí sim já não o poderás reaver.
Parece-me no entanto que terás a razão do teu lado, e não permitas que te "comam por parvo".

Boa Sorte!

Paulo M
Retrato de Paulo M
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Desde: 05.04.2011
Obrigado SyllNo contrato

Obrigado Syll

No contrato está bem explicíto o nome de "caução não reembolsável",por isso julgo que estaremos de contas feitas e ainda com lucro para o lar de 450€.

Paulo M

saraarg
Retrato de saraarg
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Desde: 12.10.2008
Olá Paulo, Pelo que aqui

Olá Paulo,

Pelo que aqui escreveste e sem mais dados se a "caução não reembolsável" acordada entre vocês serve para "situações de incumprimento contratual e valores debitados e não pagos" parece-me que se não pagares esses valores que (supostamente) existem eles terão de utilizar o valor da caução e nada mais exigir.

Conselho: responde por carta registada com aviso de recepção, afirmando a tua posição Piscar o olho

Paulo M
Retrato de Paulo M
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Desde: 05.04.2011
Obrigado Saraarg!

De facto assim é!

Diz o artº 6º do referido contrato:" No dia da celebração do contrato deverá ser paga uma caução de valor igual à mensalidade,cujo fim se destina para efeitos de:reserva,situações de incumprimento contratual e valores debitados e não pagos."

apesar de no artº 10º dizer: "Na mesma data (da mensalidade) deverão ser pagos os serviços prestados e produtos fornecidos,referentes ao mês anterior,não incluídos na mensalidade e debitados em separado"

o que não sendo cumprido,nos remete para o artigo 6ª certo?

De qualquer modo,terei de lá ir pessoalmente,com o intuito de fechar contas, para pedir primeiro a factura da caução,pois apenas tenho fotocópia do cheque passado à dona do Lar e prova do seu levantamento,só depois od deverei informar da minha decisão.
Será sensato pedir-lhes que me façam o pedido de pagamento por escrito ou é indiferente?

Paulo M

saraarg
Retrato de saraarg
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Desde: 12.10.2008
Sim, essa é a minha leitura.

Sim, essa é a minha leitura. Piscar o olho

É importante pedires a factura do pagamento da caução e verifica se vem referido que esse pagamento diz respeito mesmo à caução.

Relativamente ao restante não solicites nada.

Se eles insistem que pagues pelo menos que te apresentem a factura. Até lá acho que deves aguardar. Quando receberes logo apresentas a tua resposta.

Boa sorte Piscar o olho

Paulo M
Retrato de Paulo M
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Desde: 05.04.2011
Obrigado

Obrigado pela ajuda Saraarg.Assim farei!

Paulo M

Paulo M
Retrato de Paulo M
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Desde: 05.04.2011
Dúvida

Disse-me hoje um advogado amigo que uma caução, e devido à sua natureza,terá sempre de ser devolvida no total ou em parte,no final de um contrato. Mais,contrato que tenha uma claúsula dizendo que a caução não é reembolsável,pode ser considerado nulo e pode ser accionado processo por tentativa de enriquecimento ilícito.
Confirma-se esta afirmação?

Obrigado

Paulo M

Syll
Retrato de Syll
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Desde: 27.04.2010
Caução

Paulo M escreveu:
Disse-me hoje um advogado amigo que uma caução, e devido à sua natureza,terá sempre de ser devolvida no total ou em parte,no final de um contrato. Mais,contrato que tenha uma claúsula dizendo que a caução não é reembolsável,pode ser considerado nulo e pode ser accionado processo por tentativa de enriquecimento ilícito.
Confirma-se esta afirmação?

Obrigado

Eu não sou perita, mas realmente o conceito de caução implica ser reembolsável. É uma garantia, mas que caso não seja necessária, deve ser devolvida.

Syll
Retrato de Syll
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Desde: 27.04.2010
Dúvida

Dra. Sara, tenho uma questão jurídica que gostava de ver esclarecida. Agradeço qualquer ajuda que me possa dar.
Não vou entrar em pormenores, pois penso ser importante que as coisas mantenham o seu anonimato.

Consideremos um trabalhador Fulano da empresa A, que trabalha ao nível da direcção de um departamento. O seu trabalho resume-se a gestão e consultoria, já que a sua assinatura não vincula a empresa, estando este poder todo concentrado no administrador, por quem todas as decisões maiores passam.
O Fulano pesquisa um determinado serviço que a empresa pretende contratar. A empresa B é escolhida. O negócio é limado em conjunto, sendo claro que o director acompanha e aperfeiçoa os detalhes, mas mais uma vez, estando as maiores decisões e a assinatura final do contrato concentradas na administração.

O Fulano é informado que não vai ter o seu contrato renovado. Conclui o tempo do contrato, cedendo até as suas férias para ultimar pendentes.

A empresa B interessa-se pelo Fulano, e após informar a empresa A, que não colocou nenhum obstáculo, contratou o Fulano.

No entanto, como se trata de prestação de serviços, o Fulano acabou por continuar a lidar com o seu antigo empregador, empresa A. O negócio demonstrou-se muito problemático, estando em vias de passar a litígio legal.

A minha questão é:
O Fulano é obrigado a testemunhar? Que protecção tem, ao nível de conflito de interesses? Pois ele sabe informações de um lado e do outro, que o colocam numa posição extremamente desconfortável. Procurando ser leal à empresa actual, não quer expor o que quer que seja do seu antigo empregador. Por outro lado, tendo a noção do que se passou na negociação, sabe também onde a empresa B falhou, o que implicava prejudicar o actual empregador.

Espero que o caso não esteja complexo demais.

Paulo M
Retrato de Paulo M
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Desde: 05.04.2011
Obrigado Syll!

Obrigado Syll!

Paulo M

miguel665
Retrato de miguel665
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Desde: 06.04.2011
Olá Sara, gostaria de lhe

Olá Sara, gostaria de lhe pedir se seria possivel dar uma vista de olhos no seguinte tópico

http://anossavida.pt/forum/penhora-casa

Obrigado

Paulo M
Retrato de Paulo M
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Desde: 05.04.2011
Espantoso!

E mais esta: Diz o Lar que não me passa nenhuma factura ou comprovativo do valor que supostamente devo,só de boca. Ordens da "Sra Dra Advogada-que-está-a-estudar-para-Juíza"

E esta hem?

Paulo M

Syll
Retrato de Syll
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Desde: 27.04.2010
Cheiro...

Paulo M escreveu:
E mais esta: Diz o Lar que não me passa nenhuma factura ou comprovativo do valor que supostamente devo,só de boca. Ordens da "Sra Dra Advogada-que-está-a-estudar-para-Juíza"

E esta hem?

Eu não faço ideia dos honorários, mas é de ponderar arranjar um advogado. Cheira a trafulhice por todos os lados.

blue bird
Retrato de blue bird
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Desde: 08.03.2011
Abri um tópico com

Abri um tópico com esta questão , mas talvez me saiba responder (ou ñ!) o meu local d etrabalho vai entrar em obras e como não nos vai ser possivel permanecer lá , vamos para casa e só voltamos quando estiver terminado ! O que queria saber é como é que se procede em relação ao vencimento ?

saraarg
Retrato de saraarg
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Desde: 12.10.2008
Olá

Syll escreveu:
Dra. Sara, tenho uma questão jurídica que gostava de ver esclarecida. Agradeço qualquer ajuda que me possa dar.
Não vou entrar em pormenores, pois penso ser importante que as coisas mantenham o seu anonimato.

Consideremos um trabalhador Fulano da empresa A, que trabalha ao nível da direcção de um departamento. O seu trabalho resume-se a gestão e consultoria, já que a sua assinatura não vincula a empresa, estando este poder todo concentrado no administrador, por quem todas as decisões maiores passam.
O Fulano pesquisa um determinado serviço que a empresa pretende contratar. A empresa B é escolhida. O negócio é limado em conjunto, sendo claro que o director acompanha e aperfeiçoa os detalhes, mas mais uma vez, estando as maiores decisões e a assinatura final do contrato concentradas na administração.

O Fulano é informado que não vai ter o seu contrato renovado. Conclui o tempo do contrato, cedendo até as suas férias para ultimar pendentes.

A empresa B interessa-se pelo Fulano, e após informar a empresa A, que não colocou nenhum obstáculo, contratou o Fulano.

No entanto, como se trata de prestação de serviços, o Fulano acabou por continuar a lidar com o seu antigo empregador, empresa A. O negócio demonstrou-se muito problemático, estando em vias de passar a litígio legal.

A minha questão é:
O Fulano é obrigado a testemunhar? Que protecção tem, ao nível de conflito de interesses? Pois ele sabe informações de um lado e do outro, que o colocam numa posição extremamente desconfortável. Procurando ser leal à empresa actual, não quer expor o que quer que seja do seu antigo empregador. Por outro lado, tendo a noção do que se passou na negociação, sabe também onde a empresa B falhou, o que implicava prejudicar o actual empregador.

Espero que o caso não esteja complexo demais.

Olá,

O Fulano como testemunha indicado por qualquer das partes é obrigado a testemunhar. Somos todos obrigados a testemunhar. É uma obrigação legal Piscar o olho

Compreendo a situação mas, numa situação dessas, em Tribunal e ao Tribunal, só interessa a descoberta da verdade.

saraarg
Retrato de saraarg
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Desde: 12.10.2008
Olá

blue bird escreveu:
Abri um tópico com esta questão , mas talvez me saiba responder (ou ñ!) o meu local d etrabalho vai entrar em obras e como não nos vai ser possivel permanecer lá , vamos para casa e só voltamos quando estiver terminado ! O que queria saber é como é que se procede em relação ao vencimento ?

O que foi comunicado pela entidade patronal?

blue bird
Retrato de blue bird
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Desde: 08.03.2011
Olá

Até agora nada , sou eu que quero estar esclarecida até lá !

claudia_mimi
Retrato de claudia_mimi
Offline
Desde: 29.07.2009
Boa tarde! Dra. Sara, Estou

Boa tarde!
Dra. Sara,
Estou com uma preocupação e algumas dúvidas que tenho esperança que me possa esclarecer.
Até a presente data,tenho 2habitaçoes : a Habitação permanente e a habitação secundária que estava alugada até a presente data.
Destas 2 habitações,estão ambas a ser pagas ao banco(credito bancário).
O que sucede é o seguinte:Como a habitação secundária vai deixar de estar arrendada pois o arrendatário vai deixar a casa,nós teremos de assegurar os dois empréstimos mensais ao banco apenas com os nossos vencimentos...O que é um esforço enorme.
No pior dos cenários e imaginando que não a conseguimos voltar a alugar...o que podemos fazer?
Podemos entregar a casa ao banco?O que fazer?
Nesta altura de crise,estamos desesperados e sem meios para suportar tais despesas.
Agradecia muito um conselho.Estamos desesperados!
muito obg.

saraarg
Retrato de saraarg
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Desde: 12.10.2008
Olá

blue bird escreveu:
Até agora nada , sou eu que quero estar esclarecida até lá !

Não sei o que estará estipulado no contrato ou nalguma convenção colectiva a que a tua actividade esteja sujeitas mas, segundo o Código do Trabalho, em caso de encerramento temporário da empresa por facto imputável ao empregador os direitos e deveres mantem-se, devendo o trabalhador receber a totalidade da retribuição.

Pode também existir a possibilidade de o empregador encerra o estabelecimento para gozo de férias.

saraarg
Retrato de saraarg
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Desde: 12.10.2008
Olá

claudia_mimi escreveu:
Boa tarde!
Dra. Sara,
Estou com uma preocupação e algumas dúvidas que tenho esperança que me possa esclarecer.
Até a presente data,tenho 2habitaçoes : a Habitação permanente e a habitação secundária que estava alugada até a presente data.
Destas 2 habitações,estão ambas a ser pagas ao banco(credito bancário).
O que sucede é o seguinte:Como a habitação secundária vai deixar de estar arrendada pois o arrendatário vai deixar a casa,nós teremos de assegurar os dois empréstimos mensais ao banco apenas com os nossos vencimentos...O que é um esforço enorme.
No pior dos cenários e imaginando que não a conseguimos voltar a alugar...o que podemos fazer?
Podemos entregar a casa ao banco?O que fazer?
Nesta altura de crise,estamos desesperados e sem meios para suportar tais despesas.
Agradecia muito um conselho.Estamos desesperados!
muito obg.

Boa tarde,

Pelo que vejo ainda é um cenário hipotético; ou seja, existe a possibilidade de não conseguirem pagar as casas ... mas ainda certo.

Contudo,se isso vier a acontecer é um questão de negociar com o Banco as possibilidades que existem. Podem renegociar os créditos ou, em último caso, entregar a casa como forma de pagamento (dação em pagamento). Não sei se será a opção mais viável até porque isso depende da análise dos valores em dívida e do imóvel.

Boa sorte Piscar o olho

dtandsmps
Retrato de dtandsmps
Offline
Desde: 13.08.2007
Olá...

Olá...
Tenho uma dúvida simples que talvez me possa esclarecer...
Pois bem, o meu marido trabalha numa fábrica há 9 anos. Acontece que, nos últimos anos o patrão lhes tem pedido para todos os trabalhadores ficarem em casa 1 semana (normalmente no mês de Maio) sendo que as 40 horas dessa semana passam para banco de horas, horas essas que normalmente são dadas no final do ano.
Este ano, ao contrário do que tem acontecido, pediu-lhes que ficassem a semana passada (4 dias) em casa. Hoje voltou ao trabalho e à pouco ligou-me e disse-me que voltará a ficar em casa de 9 a 13 de Maio...
A minha questão é a seguinte: é legal o patrão lhes pedir para ficarem em casa sendo que apenas lhes pediu com 1 semana e meia de antecedência? Ele assinou o tal papel mas poderia ter se recusado a assinar o papel? Ficará com 72 horas em "banco de horas" esse valor é legal?
Obrigada pela ajuda

Sorriso

*** Vai aonde te leva o coração ***
**** 17.09.2009 * Amo-te Filho ****

Anabelamgv
Retrato de Anabelamgv
Offline
Desde: 19.10.2009
Saraarg

Boa Tarde,

O meu marido tem um imóvel da relação anterior que está há venda há mais de 3 anos, no entanto só agora é que a venda vai ser concretizada.

Esta semana fui confrontada com o facto da minha presença ser obrigatória na escritura da mesma ou em vez disso fazer uma procuração a autorizar a venda do referido imóvel, dizem na agência que esta situação está prevista na lei.

Entretanto já pedi à agência para me informar onde poderei encontrar essa lei e, já manifestei a minha intenção de remeter uma reclamação por escrito a quem de direito.

Sendo o nosso casamento em comunhão de adquiridos e não tendo filhos em comum, e nada eu tendo a ver com o referido imóvel (e nem sequer o conheço) e ainda por cima ter custos à minha conta, pois uma procuração não é assim tão barata quanto isso , isto é mesmo obrigatório/previsto na lei? E também não é quase equiparar o regime de adquiridos ao regime de comunhão geral de bens?!

Pelo que me informei, em caso de eu me recusar, terão de pedir a dispensa do meu consentimento ao tribunal, como é que isso se processa? quanto tempo leva e quais os custos?

Obrigada pela ajuda!

MMRai
Retrato de MMRai
Offline
Desde: 15.05.2011
Penhora

Boas Noites,

Não sei se me pode esclarecer esta dúvida, a minha casa já foi entregue para penhora faz 3 anos, sabe quanto poderá me restar até ter uma ordem para sair da casa?

Obrigada
Cumps

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