Completamente angustiada com sogros
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É o seguinte (e peço desculpa pelo testamento mas para perceberem tem mesmo de ser...)
Eu e o meu namorado íamos comprar um apartamento aos meus sogros, pelo preço que faltava liquidar ao banco (cerca de 30 mil euros), por sugestão dos meus sogros, agora que temos um filhote...
O apartamento precisava de muitas obras, pelo que em conjunto com o pai dele (que é da arte), decidimos o que haveríamos de fazer ao apartamento.
O meu namorado dispôs de uma poupança para, em conjunto com uma poupança dos meus sogros, liquidarem o valor da dívida ao banco, pois o homem pagava muito de seguro de vida. Neste momento, não temos, portanto, nenhuma poupança, pois entregamos-lhes este valor, ficando combinado que na altura da realização do CHab. se faria contas ao certo, pedindo nós ao banco o valor que fosse necessário para pagar obras + parte do dinheiro que era deles, e que eles usaram para liquidar o apartamento.
As obras começaram, e entretanto chegou a altura de ir pedir dinheiro ao banco para pagar estas obras, mais o que os pais dele deram da poupança deles para liquidar o imóvel, como já foi referido e desta forma passaria o apartamento para o nome do meu namorado.
Acontece que agora eles agora a meio de tudo desistiram da venda, alegando que aquele imóvel é o único "bem" a que a mulher se pode "agarrar" em caso de divórcio.
Conclusão:
Ao desistirem da venda, ficamos impossibilitados de recorrer a um crédito habitação para pagar as obras que entretanto estão a meio...teremos de recorrer a outra pessoa, a outro tipo de crédito, sei lá...
Os 14 mil eur que o meu namorado deu para eles liquidarem..."já eram" neste momento. Nem temos poupança nem dinheiro para as obras.
As coisas azedaram, mas estamos ainda assim a tentar chegar a um consenso com eles, de forma a ninguém ficar prejudicado, portanto...a sugestão deles é nós pagarmos todas as obras que forem feitas na casa (as que já foram feitas e o que faltam concluir) e irmos para lá sem pagar renda para "reaver" os 14mil eur que lhes foram dados.
Mas nós não concordamos que temos que pagar estas obras, pois não estamos dispostos a ter que sair desta casa a qualquer altura se eles "se divorciarem", como eles próprios disseram e ficarem lá com este "valor". São cerca de 15mil eur em obras. Então o que nós achamos bem é ir para lá sem pagar renda para "reaver" os 14 mil que lhes demos, e eles pagarem as obras da casa. Afinal demoraremos alguns bons anos a juntar de novo esse dinheiro...se tivermos de pagar as obras teremos de pedir dinheiro emprestado numas condições que não seriam as do CHab...além de que fizemos obras num apartamento do qual poderemos ter que sair, assim que lhes apetecer.
Há por aí alguma alma que tenha uma melhor ideia? é que cheira-me que isto vai dar pro torto.
Obrigada desde já pelas respostas.
Claro que foi tudo de boca....
mas toda a gente sabe. E eles n estão para ficar mal perante a famlia, recusando-se a devolver o dinheiro.
Nós mantemos o interesse na casa, até porque já falamos c a nossa actual senhoria que iamos sair daqui.
Sendo assim, o que é que te parece mais justo? Nós pagarmos estas obras e ir morar sem pagar nada ou não pagar as obras porque a casa é deles e não pagar nada na mesma de renda para reaver os 14 mil?
concordo com a Bruna, eles não foram honestos com voces, envestiram do vosso dinheiro na divida deles e agora ficaram arder sem dinheiro e sem apartamento, mas se o negocio tivesse corrido como previsto iam viver todos juntos? isso tambem me mete um bocado de confusão raramente dá certo...
Eles deviam de devolver os 14 mil euros e em notas não em rendas como querem
Devem pensar bem, porque o que é melhor para mim pode não ser para vocês.
O que eu faria era recusar a casa e reaver os 14 mil. Já mostraram que não são muito de fiar, sabes lá se te mudas para lá e daqui a um ano ou dois eles decidem que querem a casa, sais de lá e quem te devolve o dinheiro?
Ou vendem ou não vendem. Eu não aceitaria ficar lá a morar para descontar esse dinheiro sabendo que eles, do nada, podem querer a casa. É um risco que só vocês sabem se querem correr.
Em último caso fazem um acordo sobre as condições de venda (acerca do dinheiro que estão a dispôr e do valor da venda) em notário ou lá onde se fazem essas coisas. Não sei se isto é possível, mas sempre podes tentar, apesar de eu achar que eles vão ficar ofendidos. (em off...eles bem merecem)
concordo com a Bruna, eles não foram honestos com voces, envestiram do vosso dinheiro na divida deles e agora ficaram arder sem dinheiro e sem apartamento, mas se o negocio tivesse corrido como previsto iam viver todos juntos? isso tambem me mete um bocado de confusão raramente dá certo...
Eles deviam de devolver os 14 mil euros e em notas não em rendas como querem
todos juntos nao! achas que eu me metia nisso, nem com sogros nem com o camandro...
eles tem a casa deles + este apartamento..
descupla o que te vou dizer, mas eles estao a agir de má fe
eu nao confiava
descupla o que te vou dizer, mas eles estao a agir de má fe
eu nao confiava
Concordo!
Sabes a que me cheira? Essa história do divórcio é esquesita: eles estão mal no casamento? Deviam ter pensado nisso antes de vos fazerem essa proposta. Mesmo que só se tivessemlembrado agora, é muito feio voltarem com a palavra atrás com a agravante de já haver dinheiro pelo meio.
Cheira-me a que começaram a olhar para a casa com outros olhos, até vai ficar bonitinha e atal e arrependeram-se.
Tenham cuidado, é família mas...
esta é a minha opinião e ela vale o que vale...
o que eu tentaria fazer era pagar as obras e deixar um registo no notário que em caso de venda da casa ou falecimento de algum dos proprietariado x% do valor seria para vocês. até então poderiam viver na casa mais "descansados"
Como já disseram, se pretenderem ir para lá, o melhor é fazerem um documento com uma renda estipulada em como ficam lá em casa sem pagar renda até perfazer o valor x...
Ou seja, se pagarem vocês as obras, consoante o que seria a renda até perfazer os 30 mil €, caso não paguem vocês as obras até perfazer os 14 mil € e caso eles queiram a casa antes, têm de vos indemnizar no restante...
Cara Sofia: se eles têm a casa deles mais este apartamento, cai por terra a desculpa de que estão a agir mal convosco porque se "eles se divorciassem" o andar era o "único bem" a que a sua sogra se poderia "agarrar".
Eles estão a agir mal, porque no fundo esta~ao usar os vossos 14000 euros para financiar as obras de beneficiação do apartamento!
Então é assim: o partameto é deles. O dinheiro é vosso.
Sugestões: solicitem uma avaliação aum perioto imobiliário, para saber o actual valor do andar SEM as OBRAS: é o valor que os sogro têm direito...
SE eles quiserem vender: vocês compram, mas abatem ao valor da avaliação os 14000 que ele já embolsaram.
Eles não querem vender: vocês alugam, fazem um contrato de arrendamento. Pagam a renda, como a qulaquer outro senhorio. MAS... o senhorio é quem tem obrigação de fazer as obras necessárias ás condições de habitabilidade. Assim,. exigem os vossos 14 000 euros de volta.
Se a coisa "entornar" (aliás, quanto a mim, este caldo já entornou!...) metam um advogado. Citem os familiares que têm conhecimento do acordo como testemunhas. Ameacem com uma acção judicial. Pode ser que uma vergonha/susto suficiente para que eles se coemecem a portar bem convosco.
Mas tenho de dizer-te que não confiava nunca na palavra de uma família tão disfuncional: falam em divórcio sem haver aparentemente nada que o justifique; prejudicam o próprio filho; faltam á palavra convosco e deixam-vos numa situação difícil (mesmo com um neto a caminho...)
Eu meteria uma advogado neta situação para exigir os meus 14000 de volta - e não teria mais nenhum relacionamento que metesse €€€ com eles!
SEria muito perigoso irem habitar um andar cuja propriedade legal fosse deles, e sem pagar (á conta do dinheiro que eles já têm).
Repara que 14000 euros são muitas dezenas de rendas. E gente que já demonstrou que não é séria, qualquer momento põe-te na rua - e se não tiveres como provar que se trata de um arrendamento legal, vocês ficam sem dinehiero e sem tecto. (Pu achas que consegues que eles vos passsem os recibos correspondentes aos meses todos de arrendamento, desde já?? ... Isso nen seria possível, legal e fiscalmente falando!) Não te esqueças que recibos de arrendamento são dedutíveis em IRS!!! E esse "contrato esquisito" com os teus sogros, não!
SEjam escrupulosamente sérios - e obriguem so "sogrinhos" a serem-no também...
Boa sorte!
descupla o que te vou dizer, mas eles estao a agir de má fe
eu nao confiava
Concordo!
Sabes a que me cheira? Essa história do divórcio é esquesita: eles estão mal no casamento? Deviam ter pensado nisso antes de vos fazerem essa proposta. Mesmo que só se tivessemlembrado agora, é muito feio voltarem com a palavra atrás com a agravante de já haver dinheiro pelo meio.
Cheira-me a que começaram a olhar para a casa com outros olhos, até vai ficar bonitinha e atal e arrependeram-se.
Tenham cuidado, é família mas...
Não , eles não estão mal...ela é dona de casa, faz-lhe o pequeno almoço e leva à cama, põe-lhe os documentos todos prontinhos na carrinha para ele se vestir e arrancar, é o tipo de mulher tipica dona de casa, sabes...submissa e totalmente devota ao marido. Isso do divórcio foi uma desculpa para não dizer com honestidade qual o verdadeiro motivo de se terem arrependido do negócio: o meu namorado ter-lhes dito que ponderava, sim, pedir crédito habitação conjuntamente comigo (embora entre nós já tivessemos chegado à conclusão que ele ia pedir sozinho), quando eles lhe perguntaram se ele ia pedir crédito sozinho ou comigo. E isso dar-me-ia direitos sobre a casa, apesar de eu não os querer... É isso que eles querem evitar. Para não serem honestos e dizer isso mesmo, alegaram que em caso de divórcio ou morte do marido dela, que aquele apartamento é a única coisa que ela tem do casamento (eles vivem numa casa que é apenas do marido dela, pois é uma herança e eles são sacados em adquiridos...e adquiriram conjuntamente este apartamento depois de casarem).
por acaso tive a sorte do meu namorado ter sido um bocado "por mim", se não a esta altura, não sei não...
Então se é esse o verdadeiro motivo, eles que devolvam o € todos que vocês deram e pronto está resolvido e ela que se decida com as obras.
Aproveitem e falem com a senhoria para ver se conseguem ficar nessa casa na mesma
Acho que as opiniões são iguais, a Maria do Porto explicou direitinho. Eu acabava com o negócio ou as coisas tinham de ficar registadas em cartório.
Claro que eles vão se fazer de ofendidos quando tocares no assunto dos cartórios, mas eles já mostraram que não são de fiar.
Tens sorte que o teu marido viu que as coisas não estavam a ser bem feitas.
esta é a minha opinião e ela vale o que vale...
o que eu tentaria fazer era pagar as obras e deixar um registo no notário que em caso de venda da casa ou falecimento de algum dos proprietariado x% do valor seria para vocês. até então poderiam viver na casa mais "descansados"
já pensamos nisto. Pagar as obras (mas se pagarmos as obras que são da casa de outra pessoa não é justo) mas deixar estipulado que se eles nos quiserem por fora, têm de dar o dinheiro que nós lá gastamos.
O GRANDE problema é que a minha sogra diz que para ela, o justo era nós pagarmos as obras e irmos viver de graça. Ou seja, isto na prática resume-se ao seguinte: Nós endividamo-nos para pagar obras na casa que é dela, e se daqui a um ano ou dois quisermos ir pra outra casa, como é que vamos fazer contas deste valor, bem como do valor que demos para eles darem ao banco? os 14 mil??
já pensamos nisto. Pagar as obras (mas se pagarmos as obras que são da casa de outra pessoa não é justo) mas deixar estipulado que se eles nos quiserem por fora, têm de dar o dinheiro que nós lá gastamos.
O GRANDE problema é que a minha sogra diz que para ela, o justo era nós pagarmos as obras e irmos viver de graça. Ou seja, isto na prática resume-se ao seguinte: Nós endividamo-nos para pagar obras na casa que é dela, e se daqui a um ano ou dois quisermos ir pra outra casa, como é que vamos fazer contas deste valor, bem como do valor que demos para eles darem ao banco? os 14 mil??
O steus sogros sabem muito, ficavam sempre vocês a arder.
Acho que já sabes a resposta. Exijam o vosso dinheiro, têm todo o direito de estar chateados e decepcionados com eles. Se dizes que eles têm vergonha perante a família, vão devolver por muito que não queiram e até se façam de ofendidos.
Cara Sofia: se eles têm a casa deles mais este apartamento, cai por terra a desculpa de que estão a agir mal convosco porque se "eles se divorciassem" o andar era o "único bem" a que a sua sogra se poderia "agarrar".
Não, porque a casa onde eles moram é apenas do marido.
Sugestões: solicitem uma avaliação aum perioto imobiliário, para saber o actual valor do andar SEM as OBRAS: é o valor que os sogro têm direito...
as obras já estão a 70%...tá quase tudo pronto...
SE eles quiserem vender: vocês compram, mas abatem ao valor da avaliação os 14000 que ele já embolsaram.
Isto era a nossa tábua de salvação...desta forma iríamos dar continuidade ao pedido de empréstimo bancário, ficaríamos com tudo pago e a pagar cerca de 200€ ao banco...mas eles já não querem vender...
Eles não querem vender: vocês alugam, fazem um contrato de arrendamento. Pagam a renda, como a qulaquer outro senhorio. MAS... o senhorio é quem tem obrigação de fazer as obras necessárias ás condições de habitabilidade. Assim,. exigem os vossos 14 000 euros de volta.
outro problema...a casa estava habitável, embora muito velha. As obras foram pensadas para ficar uma casa como nova, sendo que não iríamos ter problemas para pagar, pois íamos pedir empréstimo.fomos nós que decidimos ir pra lá depois de umas obras na casa, mas a pensar que esta iria ser-nos vendida...
Se a coisa "entornar" (aliás, quanto a mim, este caldo já entornou!...) metam um advogado. Citem os familiares que têm conhecimento do acordo como testemunhas. Ameacem com uma acção judicial. Pode ser que uma vergonha/susto suficiente para que eles se coemecem a portar bem convosco.
Mas tenho de dizer-te que não confiava nunca na palavra de uma família tão disfuncional: falam em divórcio sem haver aparentemente nada que o justifique; prejudicam o próprio filho; faltam á palavra convosco e deixam-vos numa situação difícil (mesmo com um neto a caminho...)
Eu meteria uma advogado neta situação para exigir os meus 14000 de volta - e não teria mais nenhum relacionamento que metesse €€€ com eles!
SEria muito perigoso irem habitar um andar cuja propriedade legal fosse deles, e sem pagar (á conta do dinheiro que eles já têm).
Repara que 14000 euros são muitas dezenas de rendas. E gente que já demonstrou que não é séria, qualquer momento põe-te na rua - e se não tiveres como provar que se trata de um arrendamento legal, vocês ficam sem dinehiero e sem tecto. (Pu achas que consegues que eles vos passsem os recibos correspondentes aos meses todos de arrendamento, desde já?? ... Isso nen seria possível, legal e fiscalmente falando!) Não te esqueças que recibos de arrendamento são dedutíveis em IRS!!! E esse "contrato esquisito" com os teus sogros, não!
SEjam escrupulosamente sérios - e obriguem so "sogrinhos" a serem-no também...
Boa sorte!
Ser séria é tudo o que quero com eles, apesar de tudo também não quero o prejuízo deles. Apenas me parece um bocado estúpido recuarem na palavra, porem-nos em situação de carência, exigirem que a casa continue deles mas com obras pagas por nós, sendo que um dos argumentos que alegaram para não se vender (divórcio) implica que tenhamos que sair da casa nessa eventualidade, sem nada que nos proteja. Embora não acredite que a intenção deles algum dia passasse por isso - da mesma forma que também não acredito no divórcio-, não deixa de ser estúpida a forma de pensar. Eu tinha vergonha de ter aceite 14 mil do filho e agora estar a fazer isto, mas pronto.
Quer dizer, os teus sogros propõem-vos o negócio e depois são os primeiros a roer a corda?!! Costuma-se dizer que "santos da casa não fazem milagres e é bem verdade". Pelo que contas é óbvio que o problema não é nem um divórcio que nunca vai acontecer nem a morte do pai do teu companheiro. Acontece que puseram-se a fazer filmes, pensaram melhor e quiseram desistir a meio.
Num negócio quando alguém rói a corda a lei manda dobrar o sinal. Eles desistiram do negócio terão de ser eles a ser prejudicados e não vós.
O mais importante é teres o apoio do teu companheiro, essas coisas não deviam acontecer, mas acredita que coisas desse género acontecem muito frequentemente, também verdade seja dita tenho visto muitos casos que é ao contrário, pais que querem ajudar muito os filhos e depois os filhos fazem um manguito aos pais.
Vai com calma, tentem primeiro esgotar todas as possibilidades diplomáticas falando a bem, se as posições se extremarem então têm que reivindicar os vossos direitos.
Quer dizer, os teus sogros propõem-vos o negócio e depois são os primeiros a roer a corda?!! Costuma-se dizer que "santos da casa não fazem milagres e é bem verdade". Pelo que contas é óbvio que o problema não é nem um divórcio que nunca vai acontecer nem a morte do pai do teu companheiro. Acontece que puseram-se a fazer filmes, pensaram melhor e quiseram desistir a meio.
Num negócio quando alguém rói a corda a lei manda dobrar o sinal. Eles desistiram do negócio terão de ser eles a ser prejudicados e não vós.
O mais importante é teres o apoio do teu companheiro, essas coisas não deviam acontecer, mas acredita que coisas desse género acontecem muito frequentemente, também verdade seja dita tenho visto muitos casos que é ao contrário, pais que querem ajudar muito os filhos e depois os filhos fazem um manguito aos pais.
Vai com calma, tentem primeiro esgotar todas as possibilidades diplomáticas falando a bem, se as posições se extremarem então têm que reivindicar os vossos direitos.
É assim, para que todos entendam totalmente. Tenho de dizer algo que pode abonar em favor dos meus sogros, que é o seguinte: Há 4 meses quando se começou a falar de nós irmos para lá, a inicio realmente o que se falou foi em irmos para lá e assumir-mos o resto da dívida ao banco. Só se começou a ponderar outra hipótese quando olhamos para o valor estupidamente alto que eles pagavam de seguro de vida. Nesse momento e daí em diante, falou-se em liquidar e depois perante eles, em arrendar ou comprar-lhes a casa, e questionavamo-nos que seria mais vantajoso para um jovem casal com um filho, a nivel de IRS. Mas nunca se falou nestes termos "vocês vão para aquela casa, pedem um empréstimo ao banco e faz-se a venda". Mas houve N situações em que isso ficou totalmente implícito (e acho que aqui abona totalmente em nosso favor), e passo a enumerar:
-durante o processo fomos falar com um contabilista, e o resultado da conversa foi comunicado à mesa, logo aí se falou em "pagar uma prestação ao banco" (que eles podem ter entendido como um crédito normal, ao consumo, vá...mas é lógico que quando se fala em benefícios fiscais não se está a jogar com outro tipo de crédito que não o para habitação!)
-eu já havia agradecido à mãe dele esta grande ajuda que nos estavam a dar, dizendo-lhe "nos dias de hoje poder ficar com um apartamento por metade do valor já é uma grande ajuda" (que raio ela terá entendido aqui?)
-Disse-lhes N vezes que o filho andava preocupado com os juros que iria pagar ao banco, ao que o pai dele responde "minha menina, quando se compra alguma coisa é lógico que se vai pagar sempre juros..." (=compra/venda implícita no discurso)
-Falamos N vezes no skype para se fazer contas das obras pois estávamos a espera de saber qual seria o valor das mesmas para ir ao banco pedir o crédito;
-Se o próprio pai dele numa das últimas conversas em que o filho disse que provavelmente só aceitariam o crédito se ele tivesse fiadores ele próprio disse “que se atravessava, que por aí não íamos ter problemas nenhuns”…
-Se recentemente se falou em várias situações de pedir crédito ao banco, se o banco aceitaria, o filho inclusive falou várias vezes da sua folha de IRS –que no ano anterior não tinha tido rendimentos quase nenhuns, etc- que tinha de ir aos recursos humanos falar para lhe darem a folha mais cedo…
enfim, tanta coisa que se falou para virem agora dizer que nunca se falou em vender.
Eu da mãe até esperava, pois ela abstem-se sempre de falar nas conversas e sempre disse "o que o teu pai decidir por mim tá tudo bem", agora não entendo é o pai dele, que ouve a mulher dizer que nunca se falou em vender, e depois à socapa diz ao filho que "os 30 mil era se fosse pra ele"...e isto para mim é mais do que suficiente para acreditar que SIM eles tinham intenção de vender, mas que entretanto mudaram de ideias por minha causa. O que nem estava implicado, porque eu não me importava que o meu namorado pedisse crédito sozinho...mas ele à mesa saiu-se com aquela do "claro que vamos pedir juntos, porque razão ela há-de estar a pagar uma coisa que não tá tb no nome dela?" e pronto, aí foi mesmo a confirmação, para eles, de que o filho estaria disposto a dividir o que afinal de contas vai ser dele, com a namorada. Eu.
Bem, acho que todas as meninas e menino deram algumas luzes e explicaram o que se podia fazer,principalmente a Maria com tudo explicadinho.
Eu pergunto-me q raio de gente essa?! Q é capaz de deixar o prorpio filho descalço, incluindo o neto?! Sim, porque se li bem, tens um filhote, ne?
Entao, sobretudo com uma criança a cargo e pessoas do mesmo sangue as pessoas sao assim...
Sofia, é ótimo como disseste ter a ajuda dos pais nas questões ligadas à habitação, por outro sendo família às vezes não se esclarecem bem as coisas como se fosse para uma pessoa de fora e pronto podem-se criar expectativas que não eram bem reais porque nem sempre se fala preto no branco como as coisas vão ser.
Concordo que provavelmente (estamos sempre a especular) o problema serás tu. As pessoas hoje em dia por dinheiro são capazes de expulsar os pais de casa, depois bem sabes que um casal hoje está junto e amanhã já está separado, e isso pode-lhes fazer confusão, afinal ela depois também tem direito a metade da NOSSA (deles) casa.
Daí que a meu ver as coisas têm de ficar muito bem esclarecidas legalmente, e já agora, supondo eu que não estás casada com o teu companheiro verificar quais os teus direitos, em caso de dúvida nada como assinar o contrato (casar).
Mas não stresses vais ver que tudo se há-de resolver pelo melhor.
Concordo que provavelmente (estamos sempre a especular) o problema serás tu. As pessoas hoje em dia por dinheiro são capazes de expulsar os pais de casa, depois bem sabes que um casal hoje está junto e amanhã já está separado, e isso pode-lhes fazer confusão, afinal ela depois também tem direito a metade da NOSSA (deles) casa.
Daí que a meu ver as coisas têm de ficar muito bem esclarecidas legalmente, e já agora, supondo eu que não estás casada com o teu companheiro verificar quais os teus direitos, em caso de dúvida nada como assinar o contrato (casar).
Mas não stresses vais ver que tudo se há-de resolver pelo melhor.
Eu nunca pus de lado a hipótese de me poder vir a chatear com o meu companheiro nem tão pouco perante eles...
Quando inicialmente se falou em irmos para lá, eu disse "pois é Sr.X mas a casa é do X não é minha. Se a gente se chateia como é?" e ele responde assim: "minha menina, se der pro torto ele só tem que te passar um chequezinho com metade do valor com que contribuiste até essa altura!"
E eu na altura elogiei mentalmente o raciocínio dele, pois se fosse outra pessoa, provavelmente acharia muito lógico a namorada ficar a arder, pois se a casa era do filho "é logico que a namorada é que sai" (só que esquecem-se que quando se vive em economia comum a realidade é que a pessoa que neste caso estará no meu lugar, vem embora com uma mão à frente e outra atrás, e sem dinheiro também, pois gastou-o no dia-a-dia...e na casa também). Tudo de bom senso, portanto!
Ainda que eu compreenda que eles estão a tentar proteger o filho, não compreendo que tenham um único filho apenas e que estejam com tantos problemas em confiar no que ele vai fazer com o património que afinal, é dele quer seja agora quer mais tarde, e já que eles têm outra casa, outros bens...ou seja...eu não quero nada do que é dele. Ponto um, este. Ponto dois: mesmo que eu lhes desse algum "temor", lol não era mais bonito deixar o próprio filho gerir o que lhe havia sido dado com o intuito de o ajudar na vida? Ou seja, vamos imaginar que ele confiava em mim o suficiente para colocar a casa também no meu nome, e que mesmo no caso de separação me achava merecedora dessa metade. Porque é que segundo eles, ele não poderia fazer isso? Como o meu namorado diz...eu fui a mulher que ele escolheu, temos um filho em comum, não compreende porque é que não pode escolher a quem "dar" o que um dia iria ser dele de qualquer das formas. Um dia que os pais já não estivessem cá...faria diferença ele ter partilhado a casa dele comigo?
Mas são apenas perspectivas... coisas que temos falado, agora, nós dois.
Estou mesmo chunga com isto...
É uma situação muito complicada, compreendo perfeitamente... Para mim, a solução perfeita seria exigir o vosso dinheiro de volta e deixa-los lá com a casa, mas já vi que queres mesmo ir para lá morar. Porque é que então, enquanto os teus sogros são vivos, não deixam a casa só a nome do teu marido? Eu sei que é injusto estar a ceder, mas é a única solução que encontro para o teu problema...
É uma situação muito complicada, compreendo perfeitamente... Para mim, a solução perfeita seria exigir o vosso dinheiro de volta e deixa-los lá com a casa, mas já vi que queres mesmo ir para lá morar. Porque é que então, enquanto os teus sogros são vivos, não deixam a casa só a nome do teu marido? Eu sei que é injusto estar a ceder, mas é a única solução que encontro para o teu problema...
pois...era preciso que eles quisessem, estamos a pensar no assunto e também o que conta é o que o meu namorado quiser fazer...pois é a familia dele.
Como já alguém disse o problema aqui é tu ficares com direitos. Se concordares, proponham ir a um advogado e escrevam um papelinho em que em caso de "separação" só queres metade do dinheiro que pagaste, até á data, no empréstimo. Visto que não são casados provavelmente era o que acontecia mas "prontes". Já agora se pensarem em casar como fica? Eles "deserdam" o filho para tu não teres direito a nada? Que gente pequenina.
Eles "deserdam" o filho para tu não teres direito a nada? Que gente pequenina.
Esta frase exacta já eu disse ao meu namorado... se casassemos em comunhão de bens eles ficavam com uma cabeça do tamanho de um melão, parece-me.
Eles "deserdam" o filho para tu não teres direito a nada? Que gente pequenina.
Esta frase exacta já eu disse ao meu namorado... se casassemos em comunhão de bens eles ficavam com uma cabeça do tamanho de um melão, parece-me.
É por isso que eu mesmo sendo anti casamento (estou no fórum certo!!) acho "positivo" pensar-se em assinar o papel. Isso da união de facto é muito bonito mas aos olhos da lei nada como estar casado - daí a questão do casamento "gay", a casa está em nome de um gaijo, morre, o companheiro fica a arder porque não é herdeiro.
Até aos olhos de algumas pessoas só pelo simples facto de não se ter o papel parece que é uma relação inferior. É a diferença entre "é a namorada" e "é a legítima esposa". Vêem onde quero chegar?
Falo eu que sou anti casamento!! 
E quando falo no papel, não falo em cerimónias com convidados, falo em ir lá à conservatória só mesmo mesmo para assinar o contrato a dizer que a gaija x está casada com o gaijo Y.
Em certas situações esse papel pode dar muito jeito e evitar chatices.
É por isso que eu mesmo sendo anti casamento (estou no fórum certo!!) acho "positivo" pensar-se em assinar o papel. Isso da união de facto é muito bonito mas aos olhos da lei nada como estar casado - daí a questão do casamento "gay", a casa está em nome de um gaijo, morre, o companheiro fica a arder porque não é herdeiro.
Até aos olhos de algumas pessoas só pelo simples facto de não se ter o papel parece que é uma relação inferior. É a diferença entre "é a namorada" e "é a legítima esposa". Vêem onde quero chegar?
Falo eu que sou anti casamento!! 
E quando falo no papel, não falo em cerimónias com convidados, falo em ir lá à conservatória só mesmo mesmo para assinar o contrato a dizer que a gaija x está casada com o gaijo Y.
Em certas situações esse papel pode dar muito jeito e evitar chatices.
Nós não estávamos a pensar casar, por não nos sentirmos diferentes.Isto não mudou nada... antes deste precalço tinha a certeza que os meus sogros, em caso dessa triste eventualidade acontecer (morte do meu namorado), não me tirariam o tecto nem ao nosso filho. Agora, já não arrisco nem uma unha... por isso casar para efeitos de ficar com um tecto se calhar já começa a fazer sentido...
Se tu dizes que eles são antiquados, se calhar é mesmo por não estarem casados que eles reagem assim. Devem achar que tu a qualquer momento podes ir embora, porque não tens nenhum compromisso com o filho deles, e ficas com metade da casa.
Eles "deserdam" o filho para tu não teres direito a nada? Que gente pequenina.
Esta frase exacta já eu disse ao meu namorado... se casassemos em comunhão de bens eles ficavam com uma cabeça do tamanho de um melão, parece-me.
Não podem deserdar, só em casos muito específicos e que são preciso provar, como tentativa de homicídio e situações muito graves.
Inelizmente, conheço um caso que se casaram à pouco mas os pais da noiva exigiram um acordo pré-nupcial em como o noivo não teria direito a nada, em caso de divórcio, pois foram eles que pagaram o recheio da casa e afins. O pior disto é que a noiva concordou...
Há gente que só vê dinheiro à frente, não há valores e já casam a pensar no divórcio. Nunca casaria nestas condições, não pelo valor das coisas, mas pela situação em si.
Eu já não queria acordo nenhum com os teus sogros, comigo esse tipo de situação não vai longe porque mal vejo que se estão a aproveitar de mim ou a agir de má fé, prefiro perder alguma coisa do que permitir que façam pouco de mim.
o teu namorado deu a poupança dele para ajudar os pais e agora eles não o ajudam quando ele precisa e ainda para mais faltam a um acordo! eles só tem de devolver os 14 mil euros em dinheiro e não em rendas e vocês uma vez com esse dinheiro na mão já podem pensar o que fazer ou até mesmo em outra casa e fazer depois um empréstimo se necessário. já que eles são muito antiquados talvez se fosses casada isso poderia mudar mas não passa de uma probabilidade podia dar certo ou não... Eu digo para não pensarem mais nesse apartamento por muito que gostem dele, eles faltaram à palavra. E mesmo que agora aceitassem as condições estão sujeitos a um dia mais tarde haver outro problema!
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Isto tudo é muito bonito, mas na hora da verdade... O mal de se fazerem negócios em família é o facilitismo, depois as coisas não correm como deveriam e há alguém que fica a arder.
O ideal, visto que as coisas já azedaram, era os teus sogros devolverem a parte do dinheiro que vocês colocaram. Vocês seguem a vossa vida e eles que se entendam com o apartamento.
Não foi nada honesto o que fizeram e o mal é que não deve haver nada que comprove o vosso acordo, provavelmete foi tudo de boca.
Tentem falar com calma, porque se eles enbirram podem ficar sem o dinheiro, Infelizmente, negócios com família correm muitas vezes mal.