Como escolher a mala de viagem ideal

Viajar é sempre uma novidade, uma lufada de ar fresco e até uma necessidade de conhecer algo novo ou de fazer coisas que nunca se fizeram antes. Mas, quando o planeamento não é bem feito, viajar pode ser uma dor de cabeça! E tudo pode começar com um simples erro: não escolher a mala certa. Ficam aqui 7 dicas de como escolher a mala de viagem ideal.

Ter em conta o tipo de viagem

Cada vez mais está na moda viajar em companhias low cost, que exigem determinadas condições relativas às malas. Para evitar taxas e pagamentos acrescidos ao custo da viagem, é importante cumprir à risca essas condições. Se a pessoa marca uma viagem low cost - para aproveitar um fim de semana prolongado por exemplo - e não pretende pagar para levar uma mala de porão, tem que escolher uma mala com as dimensões exigidas pela companhia. Se a viagem é feita numa companhia aérea sem estas restrições, em que tudo é despachado para o porão sem custo, então as dimensões da mala são ao gosto do freguês. Mas se existem regras noutras companhias, as mesmas devem ser tidas em conta no momento de escolher a bagagem perfeita.

Pesar a mala vazia

Outra das características das viagens e, principalmente, dos voos low cost, é o da existência de um peso máximo para a bagagem. Se a mala em si, mesmo vazia, já é pesada, tal significa que vai ter de se poupar na roupa que se leva lá dentro. Por isso, e se se trata de uma viagem, por exemplo, de inverno, que exige casacos, botas e várias camisolas, o ideal será escolher uma mala que seja bastante leve quando está vazia, para permitir viajar com mais peças de roupa.

Verificar a consistência

Malas muito flexíveis podem ser atrativas, pois são mais leves e adaptam-se melhor quando é preciso encaixar aquela camisola de último minuto, mas se forem demasiado finas, também podem rasgar-se com facilidade ou até deixar passar a água da chuva, por exemplo. As malas muito rígidas têm a desvantagem de serem mais pesadas e até de se danificarem facilmente com o transporte, por ficarem bastante riscadas e com ar desgastado. O ideal é optar por uma mala semiflexível, isto é, uma mala que se apresente leve e adaptável, mas que mostre rigidez suficiente para não se rasgar na primeira utilização.

Perceber como se transporta

Todos sabem a dificuldade que é carregar uma mala no caminho do aeroporto para a estação ou da estação para o hotel, entre outros itinerários. Daí que seja muito importante escolher uma mala que se desloque facilmente. As malas com 4 rodas e que giram 360º são as ideais, porque são facilmente deslocáveis em todos os sentidos, o que torna toda a deslocação mais confortável. Se a mala já é antiga, importa, antes de viajar, verificar se as rodas estão a funcionar devidamente e substituí-las caso não estejam, pois será bem incómodo ter a mala a deslocar-se de forma confusa.

Ter atenção aos pormenores

Também é importante pensar tanto na arrumação como na facilidade em guardar alguma coisa. Se se viaja apenas com aquela mala e nela se guarda, por exemplo, os documentos a apresentar no aeroporto ou no hotel, será muito aborrecido estar sempre a abrir e a fechar tudo, daí que seja preferível optar por uma mala com bolsos externos. Assim, o conteúdo principal da mala permanece fechado e seguro e os restantes detalhes de última hora ou as coisas que têm que ser usadas várias vezes, ficam mais à mão.

Pensar nos souvenirs

Se a pessoa está a planear comprar uns presentes para oferecer à família e aos amigos ou se, simplesmente, sabe que não vai resistir a fazer umas comprinhas, o melhor é verificar se a mala é extensível. O ideal é optar por uma que o seja, pois tal vai permitir acomodar essas peças extra que serão por lá adquiridas.

Ser diferente

Por muito que aquela mala preta igual à de todas pessoas chame por nós, talvez seja melhor optar por uma mala com alguma característica diferenciadora. Quando as malas são despachadas para o porão, isso leva a uma por vezes longa espera e ter uma mala facilmente identificável pode facilitar, em muito, esse processo.

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